Acordo de Pagamento de Parcela

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1 página20–25 min para preencherDificuldade: PadrãoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
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LivreAcordo de Pagamento de Parcela

Em resumo

O que é
Um acordo formal entre credor e devedor que estabelece os termos para liquidação de uma dívida em parcelas mensais sucessivas. Inclui definição do valor total, taxa de juros aplicável, montante das prestações, datas de vencimento e ordem de aplicação dos pagamentos (juros e principal). Disponível para download gratuito em Word, totalmente editável e personalizável.
Quando você precisa
Quando uma empresa ou pessoa tem um saldo pendente que não pode ser pago à vista e é necessário formalizar um acordo de parcelamento. Também quando há risco de não recebimento e é preciso documentar a aceitação das novas condições de pagamento, protegendo ambas as partes com termos claros e assinados.
O que contém
O modelo contém a identificação do contacto, confirmação do saldo pendente, declaração de aceitação da dívida total, definição da taxa de juros mensal, valor das parcelas mensais, data de início e calendário de pagamentos, e regra de aplicação dos pagamentos (juros primeiro, depois principal). Estruturado como carta formal com cabeçalho de data e endereço.

O que é um modelo de acordo de pagamento de parcela?

Um acordo de pagamento de parcela é um contrato formal que documenta a decisão do credor de aceitar o pagamento de uma dívida existente em prestações mensais, em vez de pagamento à vista. O modelo inclui a identificação das partes, o valor total pendente, a taxa de juros mensal, o valor de cada parcela, as datas de vencimento e a regra de como cada pagamento é aplicado (primeiro juros acumulados, depois principal). É estruturado como carta formal, assinada por ambas as partes, e serve como prova da obrigação renegociada. Disponível para download gratuito em Word, é totalmente editável e pode ser personalizado com os dados específicos do seu caso.

Por que você precisa deste documento

Quando uma dívida não é paga no prazo, o risco é alto: o credor corre o risco de perder o dinheiro, enquanto o devedor enfrenta cobranças judiciais, danos ao crédito e possível penhora. Um acordo de pagamento de parcela resolve ambos os problemas de forma estruturada. Para o credor, formaliza a negociação, deixa claro quem deve pagar quanto e quando, e cria evidência legal da obrigação em caso de disputa futura. Para o devedor, oferece clareza sobre o valor final (com juros determinados) e um cronograma viável de pagamento, reduzindo o stress e aumentando a probabilidade de cumprimento. Sem este documento, não há registro formal, e verbal acordos desaparecem facilmente em malentendidos. Este modelo protege ambas as partes, estrutura o relacionamento financeiro e aumenta drasticamente a chance de recebimento integral.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Quando a taxa de juros é definida por mês e não sofre alterações.Acordo de pagamento com juros fixos
Quando há acordo de parcelamento por gentileza, sem incidência de taxa.Acordo de pagamento sem juros
Quando precisa penalidade por não cumprimento ou atraso de parcela.Acordo de pagamento com cláusula de atraso
Para débitos fiscais ou tributários com cronograma parcelado.Acordo de parcelamento de impostos
Quando uma dívida anterior é reformulada em novo contrato com novas condições.Acordo de refinanciamento de crédito

Erros comuns a evitar

❌ Deixar a taxa de juros em branco ou indefinida

Por que importa: Sem taxa clara, surge discordância sobre o custo real e o credor perde credibilidade jurídica.

Fix: Especifique sempre o percentual exato, a periodicidade (mensal, anual) e a base de cálculo (sobre o saldo inicial ou decrescente).

❌ Não definir claramente quando começa e qual é o dia de vencimento de cada parcela

Por que importa: Confusão sobre datas leva a atrasos, pagamentos perdidos e desentendimentos frequentes.

Fix: Indique a data completa da primeira parcela e o dia do mês (ex: sempre no dia 10) para as demais.

❌ Omitir a assinatura e consentimento explícito do devedor

Por que importa: Sem assinatura, o acordo é dificilmente executável legalmente em caso de disputa ou falta de pagamento.

Fix: Sempre imprima em duplicata, obtenha assinatura do devedor, e guarde uma cópia assinada no seu arquivo.

❌ Não especificar a ordem de aplicação dos pagamentos

Por que importa: Sem ordem clara (juros primeiro, principal depois), o devedor pode questionar como o dinheiro foi creditado.

Fix: Deixe explícito: 'A cada pagamento será aplicado em primeiro os juros acumulados e segundo, o principal.'

❌ Usar valor de parcela muito baixo que não cobre os juros

Por que importa: Se a parcela é menor que os juros, a dívida cresce eternamente e nunca é liquidada.

Fix: Calcule a parcela de forma que pelo menos cubra os juros mensais e comece a reduzir o principal.

❌ Não informar o endereço completo e verificado do devedor

Por que importa: Sem endereço correto, não consegue localizar o devedor para cobranças futuras e notificações.

Fix: Sempre verifique o endereço com documento de identidade e comprovante de endereço atual.

As 8 cláusulas-chave, explicadas

Confirmação do saldo pendente

Em linguagem simples: O credor confirma e o devedor reconhece o montante total da dívida a ser paga em parcelas.

Exemplo de redação
Esta é para confirmar o acordo sob o qual aceitaremos o pagamento do seu saldo pendente de [QUANTIA] em parcelas.

Erro comum: Omitir o valor exato ou deixar em branco; sempre especifique o montante na moeda local.

Aceitação das condições e admissão da dívida

Em linguagem simples: O devedor concorda e admite que o valor é correto e aceita os termos do parcelamento proposto.

Exemplo de redação
Você deve assinar e devolver a cópia anexa da carta indicando a admissão do valor total da quantia da conta e a aceitação das condições de nosso acordo.

Erro comum: Não requerer assinatura do devedor; sempre obtenha confirmação escrita para validade legal.

Taxa de juros mensal

Em linguagem simples: Define o percentual de juros que incide sobre o saldo devedor a cada mês.

Exemplo de redação
Iremos então, aceitar o pagamento da conta, juntamente com os juros a uma taxa de [%] por mês.

Erro comum: Esquecer de especificar a taxa ou deixá-la indefinida; sempre indique o percentual exato e a periodicidade.

Valor e data da primeira parcela

Em linguagem simples: Estabelece o montante da parcela mensal e a data em que a primeira parcela vence.

Exemplo de redação
em parcelas mensais consecutivas de [QUANTIA], começando em [DATA]

Erro comum: Não definir claramente a primeira data de vencimento; isso causa confusão e atrasos no recebimento.

Continuidade das parcelas

Em linguagem simples: Confirma que as parcelas mensais continuam no mesmo dia de cada mês até liquidação total da dívida.

Exemplo de redação
e continuando em [DIA] da cada mês sucessivo até a liquidação total.

Erro comum: Deixar ambíguo o dia do mês para parcelas sucessivas; sempre especifique (ex: 10 de cada mês).

Ordem de aplicação do pagamento

Em linguagem simples: Define que cada pagamento cobre primeiro os juros acumulados e depois reduz o principal.

Exemplo de redação
A cada pagamento será aplicado em primeiro os juros acumulados e segundo, o principal.

Erro comum: Omitir esta cláusula; sem ordem clara, podem surgir disputas sobre como cada pagamento é creditado.

Período de vencimento

Em linguagem simples: Especifica que o acordo é válido até a liquidação completa do saldo, sem prazo máximo predeterminado.

Exemplo de redação
até a liquidação total

Erro comum: Não mencionar a data final esperada; inclua estimativa de quantas parcelas serão necessárias.

Identificação das partes

Em linguagem simples: Nomeia formalmente o contacto/devedor, seu endereço completo e a data da comunicação.

Exemplo de redação
novembro 5, 2010 Nome do Contato Endereço Endereço2 Cidade, Estado/Distrito CEP/Código Postal

Erro comum: Usar informações incompletas ou nomes abreviados; sempre obtenha nome completo e endereço verificado.

Como preencher

  1. 1

    Preencha a data e identificação do contacto

    Insira a data do acordo no topo, seguida pelo nome completo do devedor, endereço residencial ou comercial, cidade, estado/distrito e código postal. Certifique-se de que todos os dados estão corretos e atualizados.

    💡 Verifique o endereço com o documento de identidade ou comprovante de endereço do devedor.

  2. 2

    Especifique o montante total pendente

    Na linha '[QUANTIA]' da primeira frase, insira o valor exato da dívida em moeda local (ex: €500,00 ou R$ 1.500,00). Este é o saldo que será parcelado.

    💡 Inclua centavos e use a notação decimal correta da sua região.

  3. 3

    Defina a taxa de juros mensal

    Preencha '[%]' com o percentual mensal acordado. Por exemplo, 2% ao mês. Este valor incidirá sobre o saldo devedor restante a cada mês.

    💡 Verifique se a taxa está em conformidade com a legislação local sobre juros permitidos.

  4. 4

    Determine o valor da parcela mensal

    Insira em '[QUANTIA]' (segunda ocorrência) o valor de cada parcela mensal. Calcule de forma que o devedor consiga pagar e que cubra pelo menos os juros.

    💡 Simuladores de parcelamento podem ajudar a calcular o valor justo.

  5. 5

    Defina a data da primeira parcela

    Em '[DATA]', insira a data em que a primeira parcela vence (ex: 15 de dezembro de 2024). Dê um prazo razoável a partir da data de assinatura.

    💡 Evite datas próximas ao fim de semana ou feriados que possam retardar o pagamento.

  6. 6

    Especifique o dia recorrente de cada parcela

    Em '[DIA]', indique em qual dia do mês as parcelas seguintes vencem (ex: dia 10). Mantém consistência e facilita lembranças.

    💡 Escolha um dia que seja realista para o devedor cumprir.

  7. 7

    Obtenha assinatura e devolução

    Imprima duas cópias, solicite que o devedor assine ambas, reconhecendo a admissão da dívida e aceitação das condições. Guarde uma cópia assinada.

    💡 Se possível, notarize as assinaturas para reforçar a validade legal do acordo.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre este acordo e um contrato de empréstimo?

Este acordo é usado para regularizar uma dívida já existente (saldo pendente) dividindo-a em parcelas. Um contrato de empréstimo, por sua vez, é celebrado quando há uma nova concessão de crédito. Ambos definem juros e cronograma, mas este acordo reconhece uma dívida já contraída, enquanto o empréstimo estabelece uma nova obrigação. Para situações em que há dúvida, consulte um advogado da sua jurisdição.

Posso cobrar juros sem especificar a taxa no acordo?

Não recomendamos. A taxa deve estar sempre explícita e acordada por escrito. Sem taxa documentada, o credor corre risco legal e o devedor pode contestar a cobrança. Além disso, muitas jurisdições têm limites legais para juros; exceder esses limites pode invalidad a cláusula. Sempre especifique e verifique a conformidade com a lei local.

O que faço se o devedor não assinar o acordo?

Se o devedor recusa assinar, o acordo perde força legal. Neste caso, reconsidere se o devedor realmente concorda com os termos. Se há recusa mas desejo de pagar, peça-lhe que envie confirmação por email ou áudio. Se recusar totalmente, considere outras opções como cobrança judicial ou mediação. Documentação escrita e assinada é a melhor proteção.

Como calculo o valor da parcela se há juros?

Existem duas abordagens: (1) Parcelamento simples com juros sobre o saldo decrescente — cada mês os juros incidem apenas sobre o principal restante; (2) Parcelamento com juros pré-calculados — o total de juros é calculado antecipadamente e dividido entre as parcelas. A primeira é mais comum e justa. Use uma calculadora de parcelamento ou consulte um contador para calcular com precisão.

Posso modificar o acordo após assinado?

Sim, mas ambas as partes devem concordar. Qualquer alteração (taxa, data, valor da parcela) deve ser documentada por escrito, assinada novamente por ambos e anexada ao acordo original. Modificações verbais não têm validade legal. Se apenas uma parte quer mudar, e a outra não concorda, o acordo original permanece válido.

O que acontece se o devedor não pagar uma parcela no prazo?

Este modelo não especifica penalidades por atraso. Recomendamos adicionar uma cláusula de multa por atraso ou juros de mora, conforme permitido pela lei local. Após o atraso, envie aviso por escrito. Se o atraso persistir, considere retomar cobranças judiciais ou oferecer renegociação. Documente todos os contactos e tentativas de cobrança.

Este modelo é válido em Portugal e no Brasil?

O modelo segue estrutura comum em ambas jurisdições, mas normas específicas sobre juros, multas e direitos do consumidor diferem. No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor estabelece limites; em Portugal, o Código Civil rege contratos. Antes de usar, especialmente em transações de grande valor, consulte um advogado local para adaptar o acordo à legislação aplicável.

Preciso de uma testemunha ou notário para validar o acordo?

Não é obrigatório, mas reforça a validade legal. Se o valor é alto ou há risco de disputa, notarizar as assinaturas (em cartório) torna o documento mais difícil de contestar legalmente. Para transações simples entre comerciantes conhecidos, assinatura e cópia arquivada são usualmente suficientes.

Posso usar este modelo para acordos de aluguel ou venda parcelada?

Este modelo é genérico e serve para regularizar dívidas parceladas com juros. Para aluguel ou venda parcelada, o modelo pode ser adaptado, mas recomendamos usar um modelo específico que cubra garantias, caução ou direitos de propriedade. Consulte um advogado para adaptar corretamente conforme o tipo de transação.

Como se compara com alternativas

vs Contrato de empréstimo

Um acordo de parcelamento regulariza uma dívida já existente, enquanto um contrato de empréstimo cria uma nova obrigação financeira. O acordo é mais rápido e informal, adequado para créditos informais ou saldos atrasados. O contrato de empréstimo é mais formal, inclui garantias e prazos legais mais rigorosos. Use o acordo quando a dívida já existe; use o empréstimo quando há nova concessão de crédito.

vs Carta de cobrança

Uma carta de cobrança é uma notificação de atraso, exigindo pagamento. Um acordo de parcelamento é uma proposta de flexibilização, aceitando pagamento em parcelas. A carta é unilateral e adversarial; o acordo é negociado e consensual. Use carta quando quer cobrar imediatamente; use acordo quando o devedor manifesta dificuldade e vocês buscam solução conjunta.

vs Promissória

Uma promissória é título de crédito executivo, emitido pelo devedor, comprovando a obrigação de pagamento. Um acordo de parcelamento é contrato entre as partes, documentando os termos. A promissória é mais simples e executável diretamente em caso de inadimplência. O acordo é mais detalhado e prevê condições como juros e datas. Use promissória para transações simples; use acordo quando há muitos detalhes ou negociação envolvida.

vs Contrato de refinanciamento

Um acordo de parcelamento estrutura uma dívida existente em parcelas pela primeira vez. Um refinanciamento reformula uma dívida que já estava parcelada, alterando termos como taxa ou prazo. O acordo é para primeira negociação; o refinanciamento é para renegociação. Use o modelo de acordo quando a dívida é nova para parcelamento; use refinanciamento quando há acordo anterior que precisa mudar.

Considerações por setor

Varejo e comércio

Formalizar acordos de pagamento com clientes que atrasaram faturas ou saldos de conta aberta.

Prestação de serviços

Regularizar saldos pendentes de projetos ou contratos com clientes que pediram flexibilização de prazo.

Financeiro e cobrança

Estruturar propostas de parcelamento em negociações de débitos para evitar processos judiciais.

Construção e engenharia

Formalizar acordos de pagamento para atrasos em faturas de materiais ou serviços prestados.

Saúde e consultoria

Documentar parcelamento de honorários ou despesas médicas/profissionais com clientes solventes.

Educação e treinamento

Estabelecer cronogramas de pagamento para mensalidades ou programas oferecidos parceladamente.

Notas jurisdicionais

No Brasil, acordos de parcelamento estão sujeitos ao Código de Defesa do Consumidor se uma das partes é consumidor. Juros devem obedecer à taxa máxima legal (Taxa de Juros de Pessoa Física — TJPF). Recomenda-se notarização para valores acima de R$ 5.000 e sempre consultar um advogado antes de cobrança judicial.

Em Portugal, contratos de parcelamento são regulados pelo Código Civil (artigos sobre obrigações e contratos). A Lei sobre Crédito ao Consumidor limita juros em transações de consumo. Acordos com pessoas singular ou empresa têm regimes diferentes. Recomendamos validação por advogado para montantes significativos e conformidade com regulações de crédito.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloAcordo simples entre partes conhecidas, sem garantias complexas ou montantes muito elevados.Gratuito ou custo nominal do modelo.15–30 minutos para preencher, imprimir e assinar.
Modelo + revisão jurídicaAcordos de valor moderado onde quer confiança adicional sem custo legal completo.€100–€300 (revisão rápida de advogado) ou R$ 500–R$ 1.500.1–3 dias (tempo de resposta do advogado) + 15 minutos para incorporar sugestões.
Redigido sob medidaAcordos complexos, valores altos, múltiplas parcelas, garantias associadas ou partes comerciais desconhecidas.€500–€2.000+ (Portugal) ou R$ 2.000–R$ 10.000+ (Brasil), conforme complexidade.1–2 semanas (entrevista, redação, revisão, ajustes).

Glossário

Parcela
Cada prestação mensal do valor total devido, calculada e paga em data específica.
Saldo pendente
Montante total que o devedor se compromete a pagar de forma parcelada.
Taxa de juros
Percentual mensal cobrado sobre o saldo devedor, compensação pelo adiamento do pagamento.
Principal
Parte da parcela que reduz o saldo devedor original, após aplicação dos juros.
Liquidação total
Quando o saldo pendente, acrescido de todos os juros, é integralmente pago.
Juros acumulados
Montante de juros devido até a data de pagamento da parcela.
Cronograma de pagamento
Calendário com datas e valores de cada parcela a ser paga ao longo do tempo.
Devedor
Pessoa ou empresa que contrai a dívida e se compromete a pagar em parcelas.
Credor
Pessoa ou empresa que concede o crédito e recebe os pagamentos parcelados.
Admissão da dívida
Reconhecimento formal pelo devedor de que a quantia é legítima e deve ser paga.

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