Cessão de Prioridade de Acordo de Rank

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3 páginas20–30 min para preencherDificuldade: PadrãoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
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LivreCessão de Prioridade de Acordo de Rank

Em resumo

O que é
Um Acordo de Cessão de Prioridade de Acordo de Rank é um documento legal que formaliza a subordinação dos direitos de um credor em relação a garantias colaterais, permitindo que outro credor (geralmente uma instituição bancária) tenha prioridade na cobrança. Este modelo Word editável está pronto para download e personalização conforme sua jurisdição.
Quando você precisa
Quando uma empresa que já cedeu garantias a um credor concede nova garantia a um banco ou outro credor e precisa formalizar qual credor tem prioridade. Também é necessário quando refinancia empréstimos ou reestrutura suas obrigações financeiras.
O que contém
O documento inclui identificação das partes (credor original, devedor e banco), descrição detalhada das garantias existentes, cláusula de subordinação que estabelece a prioridade do banco sobre o credor original, registro de hipotecas móveis e efeitos legais da renúncia de prioridade sobre a propriedade do devedor.

O que é um modelo de cessão de prioridade de acordo de rank?

Um Acordo de Cessão de Prioridade de Acordo de Rank é um documento legal que formaliza a renúncia de direitos prioritários por um credor em favor de outro. Quando uma empresa já tem uma garantia (hipoteca móvel) registrada com um credor, e quer obter novo empréstimo de um banco, o banco frequentemente exige que o credor original concorde em subordinar seus direitos — ou seja, o banco passa a ter prioridade na cobrança sobre os bens do devedor. Este modelo Word editável permite que as três partes (credor original, devedor e banco) formalizem essa subordinação de forma estruturada e legal, pronto para download e registro junto às autoridades competentes.

Por que você precisa deste documento

Sem um acordo formal de cessão de prioridade, o banco corre riscos ao emprestar: se o devedor falir, o credor original pode reivindicar primeira prioridade sobre os bens e impedir que o banco cobre sua dívida. Um acordo assinado e registrado protege o banco, garantindo que sua hipoteca é executável antes da hipoteca do credor original, aumentando a segurança do empréstimo e reduzindo a taxa de juros exigida. Para o credor original, formalizar a subordinação demonstra boa-fé e cooperação, o que frequentemente resulta em melhores termos quando quer renovar seu próprio crédito. Para o devedor, o documento agiliza a aprovação do novo financiamento, liberando capital de giro essencial para operações. Sem este acordo, negociações de reestruturação de dívida ou refinanciamento podem emperrar ou falhar completamente, prejudicando o crescimento da empresa.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Quando apenas um banco tem prioridade sobre garantias existentesCessão simples (um banco)
Quando há vários credores e é necessário estabelecer ordem de prioridadeCessão com múltiplos credores
Quando a subordinação é condicional à quitação de determinado créditoCessão com cláusula de liberação
Quando apenas parte das garantias é subordinada ao novo credorCessão de prioridade parcial
Quando o credor original reserva direitos após quitação da dívida prioritáriaRenúncia com direitos de subrogação

Erros comuns a evitar

❌ Nomes ou endereços incompletos das partes

Por que importa: O documento pode ser considerado inválido ou não ser registrado se os dados não corresponderem aos registros públicos.

Fix: Copie nomes e endereços diretamente de documentos de constituição ou registros comerciais atualizados.

❌ Não especificar exatamente qual propriedade é subordinada

Por que importa: Deixa abertura para disputas: o credor original pode alegar que certos bens não estão subordinados.

Fix: Descreva com precisão (ex.: 'todos os equipamentos descritos no anexo A', 'todo o estoque de [PRODUTO]').

❌ Esquecer de registrar o acordo no órgão competente

Por que importa: O acordo é válido entre as partes, mas ineficaz contra terceiros — o banco não tem prioridade real.

Fix: Envie o documento assinado imediatamente para registro e obtenha confirmação escrita.

❌ Deixar dúvida sobre se a subordinação é permanente ou temporária

Por que importa: Gera conflito quando a dívida do banco é quitada e as partes discordam sobre quando cessa a subordinação.

Fix: Explique claramente: 'permanente enquanto houver saldo devedor' ou 'até [data]' ou 'até quitação integral'.

❌ Misturar nomes de empresas ou usar abreviaturas não-padronizadas

Por que importa: O registro pode rejeitar ou registrar de forma incompleta se o nome não corresponder aos registros.

Fix: Use nomes comerciais completos e oficiais; evite apelidos ou acrônimos não-registrados.

❌ Não obter assinatura de representante com autoridade legal

Por que importa: O documento é assinado mas não vinculativo — a empresa pode alegar falta de autoridade do signatário.

Fix: Confirme que o signatário é diretor, CEO ou gestor com poderes; obtenha cópia de ata ou procuração se necessário.

As 9 cláusulas-chave, explicadas

Identificação das partes

Em linguagem simples: Define o credor original, o devedor e o banco (novo credor prioritário) com seus dados completos e jurisdição de constituição.

Exemplo de redação
[NOME DA SUA EMPRESA] (o "Credor"), uma empresa organizada sob as leis de [Estado/Província], com sede em [SEU ENDEREÇO COMPLETO].

Erro comum: Omitir a jurisdição ou incluir nomes incompletos, causando dificuldades no registro e execução.

Considerandos

Em linguagem simples: Apresenta o contexto: que o credor já possui hipoteca móvel, que o devedor concedeu hipoteca ao banco, e que as partes acordam em subordinar.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE, [NOME DA EMPRESA] concedeu ao Banco uma hipoteca sobre bens móveis, datado de [DATA], sendo que tal hipoteca deve ser registrada em [ESPECIFICAR REGISTRO].

Erro comum: Deixar vago ou incompleto o registro anterior, dificultando a identificação da garantia a ser subordinada.

Cláusula de cessão de prioridade

Em linguagem simples: Estabelece formalmente que o credor cede e subordina seus direitos em relação à propriedade do devedor em favor do banco.

Exemplo de redação
O Credor cede e concede prioridade sobre a [ESPECIFICAR], no que diz respeito à Propriedade apenas, para e em favor do Banco.

Erro comum: Não descrever com clareza qual propriedade específica é subordinada, deixando dúvida sobre o escopo da renúncia.

Efeito legal da renúncia

Em linguagem simples: Confirma que a garantia do banco é considerada executada e registrada antes da garantia original do credor.

Exemplo de redação
A Segurança do Banco deverá ser considerada, para todos os efeitos legais, como executada e registrada no Registro antes da execução e registro da [ESPECIFICAR].

Erro comum: Omitir a data ou número de registro esperado, impedindo que o banco verifique a prioridade efetiva.

Descrição de bens e direitos

Em linguagem simples: Detalha especificamente quais bens (equipamento, estoque, propriedade intelectual) são objeto da subordinação.

Exemplo de redação
Propriedade em Estoque, Propriedade Intelectual e direitos, títulos e interesses de todos os créditos de investimento fiscal do Devedor.

Erro comum: Ser muito genérico, incluindo bens que não existem ou que o devedor planeja vender, causando conflitos futuros.

Limite temporal da subordinação

Em linguagem simples: Especifica se a subordinação é permanente ou se há condições de liberação (por exemplo, após quitação da dívida bancária).

Exemplo de redação
[OPCIONAL: A subordinação permanece em vigor até a quitação integral da dívida do Devedor ao Banco, documentada em [DATA ESPERADA ou EVENTO]].

Erro comum: Não definir se a subordinação é perpétua ou temporária, levando a disputas quando o banco quite sua dívida.

Assinaturas e testemunhas

Em linguagem simples: Autoriza o credor, devedor e banco a assinar o acordo, frequentemente com testemunhas ou notário.

Exemplo de redação
[ASSINADO em [DATA] por [NOME E CARGO] em nome de [EMPRESA], com testemunhas presentes.]

Erro comum: Assinar sem testemunhas ou sem poder legal, invalidando o documento ou impedindo seu registro.

Registro e efetividade

Em linguagem simples: Obriga as partes a registrarem o acordo no órgão competente de registro de hipotecas móveis.

Exemplo de redação
As partes concordam em registrar este Acordo no Registro de [ESPECIFICAR REGISTRO] do Estado/Província de [ESTADO/PROVÍNCIA] dentro de [NÚMERO] dias.

Erro comum: Esquecer de registrar formalmente, deixando o acordo ineficaz perante terceiros e prejudicando o credor.

Cláusula de não-contestação

Em linguagem simples: O credor declara que não contestará a prioridade do banco e não tomará ações contra a execução da hipoteca bancária.

Exemplo de redação
O Credor concorda em não contestar ou impugnar a execução e cobrança da Segurança do Banco sobre a Propriedade.

Erro comum: Deixar aberto direito de contestação, permitindo que o credor original interfira na cobrança do banco.

Como preencher

  1. 1

    Reúna informações sobre as partes

    Obtenha nome completo, razão social, CNPJ/NIF, endereço e jurisdição de constituição do credor original, devedor e banco. Confirme que cada uma é uma entidade legal constituída validamente.

    💡 Verifique documentos de constituição ou registros comerciais públicos para garantir nomes e jurisdições precisos.

  2. 2

    Identifique as garantias existentes

    Localize a hipoteca móvel original: data, número de registro, órgão de registro, e descrição exata dos bens garantidos. Anote também a hipoteca bancária: data, número e bens cobertos.

    💡 Solicite cópias certificadas dos registros ao órgão de registro para evitar erros de transcrição.

  3. 3

    Defina o escopo da subordinação

    Decida qual propriedade do devedor será subordinada. Pode ser toda a universalidade de bens ou apenas bens específicos (equipamento, estoque, marcas).

    💡 Quanto mais específico, melhor. Evite ambiguidades que permitam disputas sobre quais bens estão subordinados.

  4. 4

    Preencha as datas e números de registro

    Substitua os espaços [DATA], [NÚMERO], [ESPECIFICAR REGISTRO] com valores reais. Confirme todas as datas com os registros originais.

    💡 Erros em números de registro invalidam o documento. Copie diretamente dos certificados de registro.

  5. 5

    Revise os considerandos

    Releia os parágrafos de contexto (CONSIDERANDO QUE) para garantir que refletem com exatidão a situação das três partes e os empréstimos existentes.

    💡 Qualquer discrepância entre os considerandos e a realidade pode ser usada para contestar o acordo em tribunal.

  6. 6

    Adicione cláusulas condicionais (se aplicável)

    Se a subordinação tem prazo ou condições (por exemplo, liberação após quitação bancária), insira essas cláusulas antes da assinatura.

    💡 Deixe bem claro se a subordinação é permanente ou temporária, e quem tem direito de liberá-la.

  7. 7

    Obtenha assinaturas autorizadas

    Cada parte deve assinar por representante legal com poder (CEO, diretor, gestor). Se exigido pela jurisdição, use notário ou testemunhas.

    💡 Verifique a lei local — alguns registros exigem notarização ou assinatura em presença de autoridade.

  8. 8

    Registre no órgão competente

    Envie o acordo assinado ao órgão de registro de hipotecas móveis (ou equivalente na sua jurisdição) com qualquer taxa necessária.

    💡 Conserve cópia do recibo de registro — este é o comprovante de que a subordinação é vinculante perante terceiros.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre cessão de prioridade e subordinação?

Tecnicamente, cessão de prioridade é o ato formal de renunciar à prioridade, enquanto subordinação é o resultado (o direito fica subordinado a outro). Na prática, são usados como sinônimos neste contexto. O documento formaliza que o credor original abre mão de sua posição prioritária em favor do banco, permitindo que o banco cobre primeiro.

Este acordo protege o banco se o devedor falir?

Sim, parcialmente. O registro correto do acordo de subordinação garante que o banco tenha prioridade sobre o credor original na distribuição do produto da realização dos bens. No entanto, em insolvência, existem credores com prioridade legal superior (impostos, salários) — o acordo subordina apenas o credor original, não o Estado.

O devedor precisa consentir? Pode ser forçado?

O devedor não é signatário obrigatório deste acordo entre credor original e banco. O credor original renuncia voluntariamente à sua prioridade. Se o devedor se recusar a cooperar no registro, o processo pode ser atrasado — por isso é recomendado obter consentimento formal do devedor.

Quanto tempo leva para registrar o acordo?

Varia por jurisdição. No Brasil, o registro de hipotecas móveis no Registro de Títulos e Documentos ou Sistema de Registro de Móveis geralmente leva 5 a 15 dias úteis. Em Portugal, o Registro Predial pode levar 2 a 8 semanas. Solicite informação ao órgão competente local.

E se o credor original se recusar a assinar?

Sem a assinatura do credor original, o banco não consegue subordinação formal. O banco pode recusar o empréstimo ou exigir como condição. Alternativamente, o devedor pode tentar refinanciar com novo credor e negociar com o antigo. Não há forma legal de forçar a subordinação sem consentimento.

Posso subordinar apenas parte da minha propriedade?

Sim. O documento permite especificar exatamente quais bens são subordinados. Por exemplo, apenas equipamento, mas não estoque. Isso é comum quando o devedor quer manter prioridade sobre certos ativos. Descreva com clareza no campo 'Propriedade' quais bens se aplicam.

Preciso de um advogado para preencher este modelo?

Depende da complexidade e da sua jurisdição. Se é uma subordinação simples, uma para-legal ou você mesmo pode preencher. Se há múltiplos credores, ativos complexos ou questões de insolvência, é recomendável revisão de advogado. Qualquer erro pode prejudicar direitos legais.

Este acordo é válido em múltiplas jurisdições?

Não automaticamente. Cada jurisdição tem leis próprias sobre hipotecas móveis e subordinação. Um acordo válido no Brasil pode não ser válido em Portugal. Se o devedor opera em múltiplas jurisdições, prepare documentos separados conforme a lei local ou obtenha parecer jurídico especializado.

E se o devedor vender os bens subordinados?

A hipoteca (banco e credor original) viaja com os bens — a venda não desobriga as garantias. O novo proprietário assume os bens sujeitos às hipotecas existentes. O banco pode executar a hipoteca sobre os bens vendidos, e o produto da venda é distribuído conforme a prioridade registrada.

Como se compara com alternativas

vs Acordo de não-oposição

Um acordo de não-oposição é mais simples — o credor original apenas promete não contestar a execução do banco. A cessão de prioridade é mais formal e vinculante — estabelece prioridade legal registrada. Use cessão quando é necessário prioridade registrada perante terceiros; use não-oposição quando as partes confiam uma na outra e prioridade registrada não é crítica.

vs Hipoteca de primeira linha (novo credor)

A hipoteca do novo credor naturalmente seria de segunda linha se o credor original já tem registro. A cessão de prioridade move o novo credor para primeira linha formalmente. Compare custos: a cessão exige acordo com o credor original, enquanto o novo credor pode registrar como segunda linha sem consentimento. Use cessão se o banco exige ser primeiro; registre segunda linha se é mais barato.

vs Quitação e liberação

Quitação liberta o devedor da garantia quando a dívida é paga. Cessão mantém a garantia subordinada mesmo após quitação. Use quitação quando quer remover completamente a garantia; use cessão quando quer permitir novo crédito mas manter o credor original como salvaguarda secondary.

vs Procuração para representação

Procuração permite que uma pessoa assine em nome de outra. Cessão é um contrato entre credores. Uma procuração não vincula credores — cada credor precisa assinar o próprio acordo de cessão. Use procuração apenas para autorização de assinatura interna; use cessão para direitos entre credores.

Considerações por setor

Instituições financeiras e bancos

Usam este documento para formalizar prioridade de garantias quando refinanciam empréstimos corporativos ou reestrutura planos de crédito.

Equipamentos e máquinas industriais (leasing)

Fornecedores de equipamento em leasing usam subordinação quando o cliente precisa de financiamento adicional com outro banco.

Varejo e comércio

Lojistas subordinam garantia de credor original para obter capital de giro de novo banco, mantendo operações em funcionamento.

Construção e imóveis

Empresas construtoras subordinam hipotecas a fornecedores quando contratam novo financiamento para novos projetos.

Manufatura e produção

Fabricantes usam subordinação para refinanciar equipamentos e maquinário enquanto mantêm relações com credores originais.

Agronegócio

Produtores rurais subordinam garantias sobre safras e máquinas agrícolas para obter crédito adicional para plantio ou colheita.

Notas jurisdicionais

No Brasil, a subordinação de hipotecas móveis é registrada no Registro de Títulos e Documentos (RTD) ou no Sistema de Registro de Móveis (SRM), conforme a natureza do bem. O acordo deve nomear a unidade de federação e o órgão específico. Recomenda-se consultar a lei do Registro Público local e a Lei de Registro de Móveis (Lei 10.931/2004).

Em Portugal, as hipotecas sobre bens móveis são registadas no Conservatória do Registro Predial ou em registo especial conforme o tipo de bem. O acordo deve conformar-se ao Código Civil Português (artigos sobre hipoteca e subordinação). Verifica a exigência de notarização, que pode ser obrigatória para certas transações.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloSubordinação simples, uma para-legal, devedor cooperativo, jurisdição familiar.€15–50 (modelo)2–3 horas (preenchimento e registro)
Modelo + revisão jurídicaSubordinação com cláusulas condicionais, múltiplos credores, ou falta de familiaridade com legislação local.€200–600 (modelo + revisão jurídica local)3–7 dias (revisão) + 2–3 horas de sua parte
Redigido sob medidaSubordinação complexa, insolvência próxima, múltiplas jurisdições, ou ativos intelectuais especiais.€800–2500+ (advogado especializado em crédito)1–2 semanas (análise completa e redação personalizada)

Glossário

Cessão de prioridade
Ato formal pelo qual um credor abre mão de sua posição de prioridade em relação a garantias, permitindo que outro credor tenha preferência.
Subordinação
Colocação de um direito ou garantia em posição inferior a outro, estabelecendo ordem de prioridade no recebimento.
Hipoteca móvel
Garantia constituída sobre bens móveis (equipamentos, estoque, direitos) em favor de um credor.
Devedor
Pessoa ou empresa que deve e oferece garantias colaterais para assegurar o cumprimento da obrigação.
Credor
Pessoa ou instituição que tem direito a receber quantia do devedor, garantida por bens do mesmo.
Propriedade colateral
Bens oferecidos como garantia para assegurar o pagamento de uma dívida ou obrigação.
Registro de hipoteca
Ato de inscrever a hipoteca no órgão competente de registro de bens móveis ou imóveis.
Classificação de prioridade
Ordem estabelecida entre credores quanto aos direitos sobre o produto da realização da garantia.
Segurança bancária
Garantia constituída em favor de instituição bancária para assegurar empréstimos ou créditos concedidos.
Universalidade de bens
Conjunto de todos os bens, direitos e propriedades intelectuais pertencentes ao devedor.

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