1
Preencha a identificação das partes
Digite o nome completo, endereço e dados de contato do proprietário (Locador) e do inquilino (Locatário). Se for pessoa jurídica, inclua número de inscrição estadual ou CNPJ.
💡 Use documentos oficiais para garantir nomes exatos.
2
Descreva o imóvel com precisão
Informe o endereço completo, metragem, número de cômodos, amenidades (garagem, varanda, piscina) e qualquer informação que diferencie a propriedade. Anexe fotos ou planta do imóvel se necessário.
💡 Quanto mais detalhado, menos dúvidas futuras sobre qual é o imóvel.
3
Defina as datas de locação
Indique a data exata de início (entrada do inquilino) e término do contrato. Use formato consistente (dia/mês/ano).
💡 Sincronize com calendário de pagamentos para evitar confusão sobre períodos.
4
Especifique o valor e a forma de pagamento
Digite o aluguel mensal exato, data de vencimento, e método de pagamento (PIX, TED, cheque, dinheiro). Se houver caução, indique o valor e condições de devolução.
💡 Alinhamento sobre valores evita 90% dos conflitos de aluguel.
5
Estabeleça responsabilidades e manutenção
Deixe claro quem paga reparos estruturais, quem cuida da limpeza, e quem arca com utilities (água, energia, internet). Evite ambiguidades.
💡 Proprietários geralmente cobrem estrutura; inquilinos cobrem uso e contas.
6
Adicione restrições e normas de uso
Indique se permite animais, reformas, subaluguel, atividade comercial, ou número máximo de ocupantes. Seja específico sobre comportamento esperado.
💡 Restrições bem definidas reduzem desgastes futuros.
7
Configure rescisão e penalidades
Defina prazo de aviso prévio para encerramento (típico: 30 dias), multas por rescisão antecipada, e condições de saída (limpeza, devolução de chaves).
💡 Prazos claros protegem ambas as partes.
8
Assine e arquive
Imprima, assine em pessoa ambas as partes, preferencialmente com testemunhas. Cada parte fica com uma cópia. Considere notarização para maior validade.
💡 Assinatura digital (eletrônica) também é válida em muitos jurisdições modernas.