Acordo de Segurança

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11 páginas30–40 min para preencherDificuldade: ComplexoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
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LivreAcordo de Segurança

Em resumo

O que é
Um Acordo de Segurança é um documento legal que estabelece uma garantia de primeira prioridade sobre bens pessoais de um devedor para garantir o reembolso de uma dívida ou empréstimo. O modelo é editável em Word e cobre todas as definições legais e direitos da parte garantida.
Quando você precisa
Você precisa deste documento quando está concedendo um empréstimo e deseja proteger seu investimento através de uma garantia legal sobre ativos do devedor. É essencial quando o crédito é significativo e você necessita de segurança contratual.
O que contém
O documento inclui identificação das partes, condições de pagamento, considerandos jurídicos, definições detalhadas de bens garantidos (equipamento, estoque, recebíveis, propriedade intelectual), concessão de interesse de segurança e estrutura para preservação dos direitos do credor.

O que é um modelo de Acordo de Segurança?

Um Acordo de Segurança é um documento legal que estabelece uma garantia de primeira prioridade sobre bens pessoais de um devedor para proteger um empréstimo ou crédito concedido. O modelo é totalmente editável em Word e cobre todas as definições legais necessárias, categorias de bens (equipamento, estoque, recebíveis, propriedade intelectual) e direitos da parte garantida. É um instrumento essencial para credores que desejam estruturar empréstimos com colateral de forma profissional, reduzindo risco de insolvência do devedor.

Por que você precisa deste documento

Conceder um empréstimo sem garantia legal é um risco financeiro significativo. Se o devedor não conseguir pagar, você fica como credor não-garantido, competindo com outros credores e recebendo pouco ou nada em caso de falência. Um Acordo de Segurança transforma essa dinâmica: ele concede a você um direito prioritário sobre bens específicos do devedor, permitindo-lhe recuperar seu investimento através da venda desses bens caso haja inadimplência. Além disso, ter uma garantia documentada freqüentemente motiva o devedor a cumprir seus compromissos. Para qualquer empréstimo comercial de valor significativo, este documento é a proteção fundamental que separa uma transação segura de uma perda potencial.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Empréstimo comercial com múltiplas categorias de bens como garantiaAcordo de Segurança — Geral
Empréstimo garantido exclusivamente por maquinário ou equipamentosAcordo de Segurança — Equipamento
Financiamento de contas a receber ou factoring com garantiaAcordo de Segurança — Recebíveis
Empréstimo para capital de giro garantido por inventárioAcordo de Segurança — Estoque
Empréstimo a empresa criativa ou de tecnologia com PI como colateralAcordo de Segurança — Propriedade Intelectual

Erros comuns a evitar

❌ Deixar placeholders sem preenchimento ou usar informações incompletas das partes.

Por que importa: Um acordo com lacunas permite que o devedor conteste a validade ou o escopo da garantia em tribunal.

Fix: Preencha todos os campos com informações oficiais e verificadas antes de assinatura.

❌ Não registrar o interesse de segurança no registro apropriado após assinatura.

Por que importa: Sem registro, terceiros credores podem obter direitos superiores sobre os mesmos bens, destruindo sua proteção.

Fix: Submeta a certidão de interesse de segurança ao INPI, registro imobiliário ou cartório competente dentro dos prazos legais.

❌ Incluir categorias de bens demasiado vagas ou que o devedor não realmente possui.

Por que importa: Um juiz pode invalidar partes da garantia se os bens não forem identificáveis ou não existirem.

Fix: Faça uma inspeção dos bens, liste-os especificamente e atualize o acordo se mudanças ocorrerem.

❌ Não esclarecer como rendimentos (receitas de seguro, vendas) serão tratados para satisfazer a dívida.

Por que importa: Disputas surgem sobre se o devedor pode usar rendimentos livremente ou se devem ser segregados para o credor.

Fix: Negocie e documente a política de rendimentos explicitamente; considere uma conta de sequestro se valores forem substanciais.

❌ Confundir o Acordo de Segurança com a nota promissória ou não ter ambos os documentos assinados.

Por que importa: A dívida e a garantia são conceitos separados; sem ambos, o tribunal pode não reconhecer sua segurança ou sua reclamação.

Fix: Tenha tanto a nota promissória quanto o Acordo de Segurança assinados pelas mesmas partes na mesma data.

❌ Não consultar um advogado sobre conformidade com leis de crédito e garantia locais.

Por que importa: Leis sobre interesse de segurança diferem significativamente entre jurisdições; um erro pode invalidar o acordo.

Fix: Peça a um advogado licenciado na jurisdição do devedor que revise e adapte o modelo para conformidade local.

As 11 cláusulas-chave, explicadas

Identificação das partes e data efetiva

Em linguagem simples: Estabelece quem são o devedor, a parte segurada e a data a partir da qual o acordo é válido.

Exemplo de redação
Este Acordo de Garantia está concluído e eficaz [Data], ENTRE: [NOME DA PARTE SEGURADA] (a 'Parte Segurada') [...] E: [NOME DA SUA EMPRESA] (o 'Devedor') [...]

Erro comum: Deixar placeholders em branco ou usar nomes incompletos/incorretos das entidades.

Condições de empréstimo

Em linguagem simples: Define o valor do empréstimo, taxa de juros, cronograma de pagamento e data de cada prestação.

Exemplo de redação
O Devedor promete pagar [MONTANTE], com juros à taxa de [%] ao ano em prestações mensais iguais de [MONTANTE], pagáveis em [DIA] de cada mês.

Erro comum: Não especificar claramente a taxa de juros ou deixar as datas de pagamento vagas.

Considerandos

Em linguagem simples: Apresenta o contexto do empréstimo (nota promissória) e a intenção das partes de garantir a dívida.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE a Parte Segurada ampliou ao Devedor certo empréstimo [...]; CONSIDERANDO QUE o Devedor deseja conceder um interesse de garantia de primeira prioridade [...]

Erro comum: Omitir referência à nota promissória ou outro documento de dívida original.

Definições — Contratos e direitos

Em linguagem simples: Define 'Contratos' como todos os acordos do devedor e 'Direitos de Contrato' como direitos a pagamento sob esses contratos.

Exemplo de redação
'Contratos' deverá significar todos os contratos entre o Devedor e uma ou mais partes adicionais. 'Direitos de Contrato' deverá significar todos os direitos do Devedor (incluindo sem limitação, todos os direitos a pagamento) sob cada Contrato.

Erro comum: Interpretar estas definições como limadas apenas a contratos específicos em vez de toda a carteira.

Definições — Propriedade intelectual

Em linguagem simples: Especifica que a garantia inclui direitos autorais, marcas registradas, patentes e outras propriedades intangíveis do devedor.

Exemplo de redação
'Direitos Autorais' deverá significar qualquer direito autoral [...]; 'Marcas' deverá significar quaisquer marcas registradas [...]; 'Patentes' deverá significar qualquer patente [...]

Erro comum: Não registrar adequadamente patentes e marcas no Escritório competente antes de oferecer como garantia.

Definições — Equipamento e bens tangíveis

Em linguagem simples: Inclui maquinário, equipamento, mobiliário, utensílios, veículos e todas as adições ou substituições futuras como bens garantidos.

Exemplo de redação
'Equipamento' deverá significar [...] todo maquinário, equipamento, mobiliário, utensílios e veículos agora ou no futuro pertencidos pelo Devedor e todas e quaisquer adições, substituições e reposições [...]

Erro comum: Limitar a definição a equipamento específico sem cobrir substituições futuras ou adições.

Definições — Estoque

Em linguagem simples: Cobre matérias-primas, produtos em processo, estoque finalizado e todos os documentos de título relacionados.

Exemplo de redação
'Estoque' deverá significar todas as matérias-primas, produtos em processo e estoque finalizado do Devedor [...] agora ou no futuro pertencido pelo Devedor.

Erro comum: Esquecer de incluir documentos de título ou não atualizar a garantia conforme o estoque muda.

Definições — Recebíveis

Em linguagem simples: Inclui contas a receber, direitos de pagamento, garantias relacionadas, livros e registros contábeis do devedor.

Exemplo de redação
'Recebíveis' deverá significar [...] todos os direitos de pagamento do Devedor dos produtos vendidos [...], juntamente com [...] toda garantia prometida, atribuída, hipotecada [...]

Erro comum: Não incluir garantias prometidas pelo devedor ou não atualizar registros de recebíveis regularmente.

Obrigações garantidas

Em linguagem simples: Define todas as dívidas, obrigações, somas adiantadas e despesas de execução/cobrança que a garantia protege.

Exemplo de redação
'Obrigações' deverá significar: (i) todas as dívidas, obrigações e responsabilidades [...] incluindo mas não limitado à Nota; (ii) todas e quaisquer somas adiantadas [...]; (iii) [...] despesas razoáveis de retomada, venda [...]

Erro comum: Limitar as obrigações apenas à dívida principal, ignorando despesas de cobrança e juros.

Concessão de interesse de segurança

Em linguagem simples: Formalmente concede à parte segurada um interesse de segurança contínuo de primeira prioridade sobre todos os bens identificados no acordo.

Exemplo de redação
O Devedor por meio deste concede à Parte Segurada um interesse de garantia contínuo de primeira prioridade em todos dos direitos, títulos e interesses do Devedor [...] em toda a seguinte propriedade [...]

Erro comum: Não registrar o interesse de segurança no registro de negócios competente (arquivo UCC ou equivalente local).

Rendimentos e produtos

Em linguagem simples: A garantia se estende a todos os rendimentos dos bens garantidos, incluindo seguro, indenizações e receitas de venda.

Exemplo de redação
'Rendimentos' deverá ter o significado [...] incluindo (i) todos e quaisquer rendimentos de qualquer seguro, indenização [...], (ii) todos e quaisquer pagamentos [...] em conexão com confisco ou condenação [...]

Erro comum: Não esclarecer se rendimentos de seguro automaticamente satisfazem a dívida ou se devem ser reinvestidos.

Como preencher

  1. 1

    Preencha as informações das partes

    Insira o nome legal, tipo de entidade, jurisdição de constituição e endereço completo da parte segurada (credor) e do devedor. Use documentos oficiais para confirmar nomes exatos.

    💡 Verifique o certificado de constituição da empresa para garantir a forma legal correta (Ltda, S.A., etc.).

  2. 2

    Especifique os termos de empréstimo

    Preencha o montante principal, taxa de juros anual, valor das prestações mensais, dia de vencimento e data de início dos pagamentos. Consulte a nota promissória para coerência.

    💡 Se o empréstimo incluir múltiplas tranches, documente claramente cada uma.

  3. 3

    Identifique a dívida original

    Mencione a nota promissória ou instrumento de dívida original pelo qual o empréstimo foi documentado, incluindo data e montante.

    💡 Certifique-se de que a nota promissória já está assinada pelas mesmas partes antes de executar o Acordo de Segurança.

  4. 4

    Defina os bens garantidos

    Lista detalhadamente todas as categorias de propriedade oferecidas como garantia: equipamento, estoque, recebíveis, propriedade intelectual, contratos, etc. Seja específico sobre cada categoria.

    💡 Se o devedor possua ativos valiosos como marcas ou patentes, registre-os oficialmente no país relevante antes de usar como garantia.

  5. 5

    Customize as definições conforme necessário

    Adapte as definições de 'Equipamento', 'Estoque', 'Recebíveis' e 'Propriedade Intelectual' para refletir exatamente quais bens estão sendo garantidos. Remova definições não aplicáveis.

    💡 Se a garantia se aplica apenas a equipamento, remova ou reduza as definições de estoque e recebíveis.

  6. 6

    Confirme as obrigações cobertas

    Verifique que a seção de 'Obrigações' inclui toda a dívida principal, juros, despesas de administração e possíveis custos de execução/cobrança.

    💡 Consulte seu advogado sobre limites de despesas reembolsáveis para cobrança, conforme a jurisdição local.

  7. 7

    Registre o interesse de segurança

    Após ambas as partes assinarem, apresente uma certidão de interesse de segurança (ou UCC-1 nos EUA, ou equivalente no Brasil/Portugal) ao registro competente no prazo especificado por lei.

    💡 No Brasil, contate o Registro de Imóveis ou o INPI conforme o tipo de bem; em Portugal, consulte o Conservatória local.

  8. 8

    Arquive e notifique as partes

    Mantenha cópias assinadas do acordo, comprovante de registro e documentação de qualquer seguro sobre os bens. Notifique o devedor sobre qualquer alteração nas obrigações.

    💡 Estabeleça um processo para renovar o interesse de segurança antes de sua expiração conforme a lei local.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre um Acordo de Segurança e uma nota promissória?

Uma nota promissória é o instrumento de dívida que documenta o empréstimo, o montante e os termos de reembolso. Um Acordo de Segurança é um documento separado que oferece bens específicos como colateral para garantir o reembolso dessa dívida. Você precisa de ambos: a nota promissória cria a obrigação de pagar; o Acordo de Segurança protege o credor caso o devedor não pague.

O que significa 'primeira prioridade' em um Acordo de Segurança?

Primeira prioridade significa que seu direito sobre os bens é superior a qualquer outro credor. Se o devedor tiver múltiplos credores com garantia, você será pago primeiro a partir da venda desses bens. Sem primeira prioridade, você corre o risco de ficar atrás de outros credores e receber pouco ou nada.

Preciso registrar o Acordo de Segurança em algum lugar após assinatura?

Sim, é essencial. Na maioria das jurisdições, você deve apresentar um aviso de interesse de segurança (como o UCC-1 nos EUA) a um registro central ou ao cartório. No Brasil, isso pode envolver o INPI (para propriedade intelectual) ou um registro imobiliário. Em Portugal, contate a Conservatória. Sem registro, seu interesse pode não ser reconhecido contra terceiros ou em caso de falência do devedor.

Quais tipos de bens podem ser garantidos com este acordo?

O modelo cobre uma gama ampla: equipamento, maquinário, veículos, estoque, contas a receber, propriedade intelectual (patentes, marcas, direitos autorais), direitos contratuais e até rendimentos futuros (como seguro ou indenizações). Você pode adaptar o acordo para incluir ou excluir categorias conforme o empréstimo específico.

O que acontece se o devedor deixar de pagar?

Se ocorrer um evento de inadimplência (falta de pagamento), o Acordo de Segurança lhe concede o direito de recuperar, vender ou arrendar os bens garantidos para satisfazer a dívida. O procedimento exato depende da lei local, mas geralmente envolve notificação formal, período de cura e depois venda em leilão ou privado. Custos de execução (honorários advocatícios, custas de venda) são cobertes.

Posso garantir propriedade intelectual como marcas ou patentes?

Sim, o modelo inclui definições específicas para marcas, patentes, direitos autorais e propriedade intangível. Porém, é crítico registrar essas propriedades oficialmente (no INPI ou órgão equivalente) antes de usá-las como garantia, e o Acordo de Segurança deve fazer referência clara aos certificados de registro.

Este modelo é válido em Portugal e no Brasil?

Este modelo fornece uma base, mas leis sobre garantia pessoal diferem entre Brasil e Portugal. O Brasil usa código comercial e legislação específica; Portugal usa direito civil adaptado. Recomenda-se fortemente que um advogado licenciado na jurisdição do devedor adapte e revise o modelo antes de execução.

Quanto custa registrar um interesse de segurança?

As taxas variam conforme a jurisdição. Nos EUA, geralmente custam entre $10–50 por registro UCC. No Brasil, taxas cartoriais variam por estado e tipo de bem. Em Portugal, as taxas conservatoriais também variam. Consulte o registro local ou seu advogado para obter uma estimativa precisa.

Se a empresa devedor for adquirida, a garantia permanece válida?

Depende dos termos do Acordo de Segurança e da lei local. Em geral, o interesse de segurança se "cola" aos bens, não à empresa. Se a empresa é adquirida mas os bens permanecem propriedade do devedor original, sua garantia permanece. Porém, se os bens são transferidos para a nova entidade como parte da aquisição, pode haver complicações; por isso, o Acordo de Segurança deve conter cláusulas sobre notificação de transferências.

Como se compara com alternativas

vs Nota promissória

Uma nota promissória documenta a dívida e os termos de reembolso, mas não oferece segurança sobre bens específicos. Um Acordo de Segurança é sempre usado em conjunto com uma nota promissória para proteger o credor com garantia. Se o devedor for insolvente, uma nota promissória sem garantia deixa você competindo com outros credores; com garantia, você tem prioridade sobre bens específicos.

vs Hipoteca

Uma hipoteca é uma garantia específica sobre bens imóveis (terras e edifícios). Um Acordo de Segurança cobre propriedade pessoal (equipamento, estoque, recebíveis, propriedade intelectual). Se você deseja garantir um empréstimo com ativos imóveis, use hipoteca; se com ativos pessoais, use Acordo de Segurança. Muitos empréstimos usam ambos.

vs Penhor

Um penhor tradicional envolve o transferência de posse do bem para o credor (por exemplo, deixar um relógio com um penhorista). Um Acordo de Segurança permite que o devedor retenha posse dos bens enquanto concede um direito legal de venda ao credor em caso de inadimplência. Acordos de Segurança são mais práticos para bens de produção contínua (estoque, equipamento operacional).

vs Fiança pessoal

Uma fiança pessoal é uma promessa de um terceiro (por exemplo, sócio ou familiar) de pagar a dívida se o devedor não pagar. Um Acordo de Segurança é uma garantia sobre bens do próprio devedor. Você pode usar ambos: a fiança cria responsabilidade pessoal adicional; a garantia oferece um direito prioritário sobre bens específicos.

Considerações por setor

Financeiro e empréstimos

Instituições de crédito, bancos privados e fundos de investimento usam este modelo para estruturar empréstimos garantidos a empresas.

Retalho e comércio

Varejistas usam para garantir empréstimos de capital de giro com estoque e equipamento como colateral.

Manufatura

Fabricantes oferecem maquinário, equipamento e produtos em processo como garantia de linhas de crédito.

Tecnologia e propriedade intelectual

Startups e empresas de software usam patentes, marcas e direitos de autor como bens garantidos.

Agronegócio

Agricultores e produtores rurais garantem empréstimos com equipamentos, colheitas e direitos de contrato de fornecimento.

Saúde e serviços profissionais

Consultórios, clínicas e escritórios de advocacia garantem empréstimos com equipamentos, móvel e recebíveis de pacientes/clientes.

Notas jurisdicionais

No Brasil, um interesse de segurança sobre bens pessoais é regulado pelo Código Civil e pela Lei de Execução. Você deve registrar a garantia junto ao INPI (para propriedade intelectual) ou ao Cartório de Registro de Imóveis (para bens imóveis). Juros, despesas de cobrança e cláusulas de inadimplência devem estar em conformidade com a Resolução do Banco Central e normas de protecção ao consumidor. Recomenda-se adaptação por advogado licenciado em São Paulo ou outra jurisdição do devedor.

Em Portugal, a garantia é regulada pelo Código Civil português e pela Lei de Execução. Você deve registar o interesse de segurança na Conservatória do Registo Predial ou, para propriedade intelectual, no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Taxas de juro devem cumprir com a lei de usura portuguesa. Contratos entre empresas têm menos restrições de cláusulas de inadimplência que contratos com consumidores. Consulte um advogado português para conformidade com normas locais e registos.

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Glossário

Interesse de segurança
Direito legal do credor sobre bens do devedor para garantir o pagamento da dívida.
Primeira prioridade
Posição legal que assegura que o credor tem direito preferencial sobre os bens em caso de insolvência.
Devedor
Pessoa ou empresa que contrai a dívida e oferece os bens como garantia.
Parte segurada
Credor ou instituição que recebe a garantia sobre os bens do devedor.
Bens garantidos
Propriedades pessoais (equipamento, estoque, recebíveis, direitos) oferecidas como colateral.
Obrigações
Todas as dívidas e responsabilidades do devedor perante a parte segurada, incluindo a dívida principal e despesas relacionadas.
Evento de inadimplência
Situação em que o devedor deixa de cumprir suas obrigações de pagamento ou outras condições contratuais.
Rendimentos
Valores obtidos do seguro, indenização ou venda dos bens garantidos.
Propriedade intelectual
Direitos sobre patentes, marcas, direitos autorais e propriedade intangível do devedor.
Penhor
Ato de colocar bens como garantia de uma obrigação.

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