Acordo de Cocnessão

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20 páginas35–45 min para preencherDificuldade: ComplexoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
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LivreAcordo de Cocnessão

Em resumo

O que é
Um acordo de concessão comercial é um contrato que regula a relação entre um proprietário e um inquilino para ocupação e uso de um imóvel comercial. Este modelo em Word é editável e totalmente customizável, permitindo download e exportação em PDF.
Quando você precisa
Quando você aluga um espaço comercial a um terceiro e deseja formalizar os termos de ocupação, pagamento de aluguel, responsabilidades sobre impostos, depósitos de garantia e restrições de uso do imóvel.
O que contém
O documento contém cláusulas essenciais: descrição das premissas, período de locação, determinação do aluguel e forma de pagamento, responsabilidades do inquilino, depósito de caução, cobrança de impostos de propriedade e bem imóvel, restrições de uso, e disposições sobre atrasos na entrega de posse.

O que é um modelo Acordo de Concessão?

Um Acordo de Concessão Comercial é um contrato formal que regula a relação entre um proprietário de imóvel e um inquilino que deseja ocupar e usar o espaço para fins comerciais. O documento define direitos, deveres, condições de pagamento, período de ocupação, restrições de uso e responsabilidades de cada parte. Este modelo em Word é totalmente editável e customizável, permitindo que você preencha os espaços em branco com informações específicas do seu aluguel, e você pode exportar para PDF ou imprimir para assinatura em cartório.

A concessão comercial é diferente de um aluguel residencial porque os termos são livremente negociáveis entre proprietário e inquilino, sem as proteções legais rígidas aplicadas a moradia. Você pode acordar aluguel mensal fixo ou variável, depósito de garantia, reajustes anuais, e cláusulas específicas que protegem sua propriedade contra uso indevido, danos ou atividades ilegais.

Por que você precisa deste documento

Sem um contrato formal e claro, proprietários e inquilinos correm risco de disputas sobre aluguel, período de ocupação, responsabilidade por impostos, danos ao imóvel e motivos de rescisão. Um inquilino pode alegar que entendeu diferente sobre duração, aluguel incluindo ou não condomínio, ou direito de manter o espaço indefinidamente; proprietário pode não conseguir cobrar aluguel atrasado ou despedir inquilino sem processo legal longo e caro.

Este modelo protege você — proprietário — ao estabelecer por escrito: quanto aluguel, quando pagar, qual uso é autorizado (e qual é proibido), quem paga impostos e cobranças, qual depósito é exigido, e como se encerra a relação. Também protege o inquilino ao deixar claro direitos de ocupação, prazo de entrega, e limites de retenção de caução. Um contrato assinado por ambas as partes e reconhecido em cartório é documento legal que você pode apresentar em juízo se precisar cobrar aluguel atrasado, solicitar despejo ou resolver disputa sobre danos.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Aluguel curto prazo sem complexidades adicionaisConcessão comercial simples
Arrendamento com cláusula de extensão automática ou negociadaConcessão com opção de renovação
Quando o proprietário garante exclusividade de ramo ao inquilinoConcessão com cláusula de exclusividade
Aluguel variável baseado em faturamento ou lucro do inquilinoConcessão com partilha de receita
Quando partes precisam de flexibilidade para término contratualConcessão com cláusula de rescisão antecipada
Locação de grande loja em centro comercial com termos especiaisConcessão comercial âncora (shopping center)

Erros comuns a evitar

❌ Deixar datas e valores em branco ou com placeholders genéricos

Por que importa: Contrato inválido ou ambíguo; pode resultar em litígio sobre termos reais de aluguel ou período.

Fix: Sempre preencha todas as datas (DD/MM/AAAA) e valores numéricos com precisão antes de qualquer assinatura.

❌ Não especificar claramente quem paga imposto de bem imóvel (predial)

Por que importa: Inquilino pode descobrir após ocupação que tem obrigação de imposto alto, gerando disputa e conflito.

Fix: Deixe explícito na seção de impostos se inquilino ou proprietário é responsável por imposto predial anual.

❌ Definir 'uso comercial' de forma vaga, sem descrever ramo específico

Por que importa: Inquilino muda para atividade incompatível (p.ex., depósito, bar) que afeta vizinhança ou seguro, e proprietário não consegue alegar violação clara.

Fix: Descreva com precisão: 'loja de roupas', 'consultório médico', 'agência de viagens', etc., e proíba explicitamente ramos indesejados.

❌ Não mencionar processo de devolução de depósito de garantia

Por que importa: Ao término, surgem disputas sobre quanto do depósito é retido para danos ou atrasos, sem critério claro.

Fix: Especifique que depósito é devolvido integral em até 30 dias após término, desde que não haja danos ou atrasos de aluguel, e descreva como danos serão avaliados.

❌ Deixar prazo de entrega de posse vago ou demasiado tolerante

Por que importa: Se proprietário não conseguir desocupar o imóvel a tempo, inquilino sofre prejuízo e contrato fica em limbo.

Fix: Estabeleça data máxima clara (p.ex., 60 dias) para entrega de posse e estipule redução de aluguel por cada dia de atraso além dessa data.

❌ Não incluir cláusula sobre responsabilidade por seguro e conformidade com apólices

Por que importa: Inquilino mantém atividade que viola cobertura de seguro; quando sinistro ocorre, apólice é cancelada e proprietário fica desprotegido.

Fix: Inclua cláusula explícita proibindo atividades que aumentem risco de seguro ou violem exclusões de cobertura, com direito de inspeção.

As 13 cláusulas-chave, explicadas

Descrição das premissas

Em linguagem simples: Define o endereço exato e a descrição legal do imóvel comercial objeto da concessão.

Exemplo de redação
O Proprietário aluga ao Inquilino as premissas localizadas em [ENDEREÇO], [CIDADE], [ESTADO], descrito como [INSIRA DESCRIÇÃO LEGAL].

Erro comum: Ser vago na localização do imóvel, causando disputas sobre qual espaço exatamente é alugado.

Garantia de concessão

Em linguagem simples: Cláusula em que o proprietário confirma que aluga o imóvel e o inquilino aceita recebê-lo nas condições descritas, incluindo benfeitorias.

Exemplo de redação
Proprietário aluga ao Inquilino e o Inquilino aluga e toma do Proprietário a propriedade descrita, junto com toda melhoria localizada ali.

Erro comum: Omitir a inclusão ou exclusão de benfeitorias existentes, gerando conflitos sobre o que integra o aluguel.

Período de locação

Em linguagem simples: Estabelece a data de início e a data de término da concessão, bem como a duração total.

Exemplo de redação
O período desta Concessão deve começar em [DATA] e terminar em [DATA], totalizando [DURAÇÃO].

Erro comum: Deixar datas em branco ou usar datas ambíguas, causando incerteza sobre quando começa e termina o contrato.

Extensões (renovações)

Em linguagem simples: Permite que as partes renovem o contrato por períodos adicionais mediante acordo escrito assinado antes do vencimento.

Exemplo de redação
As partes podem eleger a extensão deste Acordo em tais termos e condições que possam ser acordados por escrito e assinado no momento de tal extensão.

Erro comum: Não especificar processo, prazo ou condições para renovação, deixando incerteza sobre como se renova o contrato.

Determinação do aluguel

Em linguagem simples: Define o valor anual do aluguel, forma e periodicidade de pagamento, e multa por atraso.

Exemplo de redação
Aluguel anual para o período da Concessão deve ser de [QUANTIA], pago mensalmente em doze parcelas iguais de [QUANTIA] no primeiro dia de cada mês. Taxa de atraso de [QUANTIA] se não pago até o décimo dia do mês.

Erro comum: Deixar ambíguo se o aluguel inclui ou não taxas de condomínio, serviços ou tributos, causando disputas sobre valor efetivo.

Uso exclusivo da propriedade

Em linguagem simples: Especifica qual é o propósito comercial autorizado do inquilino e proíbe outros usos ou sublocação sem consentimento.

Exemplo de redação
As Premissas Alugadas podem ser ocupadas e usadas pelo Inquilino exclusivamente como [DESCREVER], e o Inquilino não pode sublocar, atribuir ou licenciar a propriedade a terceiros.

Erro comum: Ser demasiado vago sobre o uso (p.ex., apenas 'comércio' em vez de 'loja de roupas'), permitindo mudança para ramo indesejado.

Restrições de uso e seguro

Em linguagem simples: Proíbe atividades que aumentem o risco de seguro, violem cobertura ou causem cancelamento de apólices.

Exemplo de redação
O Inquilino não deve usar as premissas de forma que aumente os riscos cobertos pelo seguro ou resulte em aumento de taxa, nem deve manter coisa proibida pela apólice de incêndio.

Erro comum: Não mencionar especificamente proibições para produtos inflamáveis, explosivos ou atividades de alto risco, deixando brecha para interpretação.

Proibição de atividades ilegais e desordem

Em linguagem simples: Cláusula que veda uso do imóvel para propósitos ilegais, acúmulo de lixo ou ruídos excessivos.

Exemplo de redação
O Inquilino não pode permitir lixo ou barulho nas premissas, nem usar ou permitir que as premissas sejam usadas para qualquer propósito ilegal.

Erro comum: Não definir o que constitui 'barulho excessivo' ou 'lixo', dificultando enforcement e gerar disputas subjetivas.

Atraso na entrega de posse

Em linguagem simples: Estabelece que atrasos do proprietário em entregar o imóvel não anulam o contrato, mas reduzem aluguel durante o período de atraso, até limite específico.

Exemplo de redação
Se o Proprietário atrasar na entrega da posse, o aluguel do período de atraso será reduzido do total. Proprietário não é responsável por perdas, desde que entregue não mais tarde de [DATA].

Erro comum: Deixar aberto quanto tempo proprietário pode atrasar sem consequências, criando incerteza e potencial para disputa.

Depósito de garantia (caução)

Em linguagem simples: Valor depositado pelo inquilino como garantia do cumprimento integral dos termos. Devolvido ao final se inquilino cumpriu tudo.

Exemplo de redação
O Inquilino depositou [QUANTIA] como garantia de desempenho completo e de boa fé. Será devolvido após expiração da concessão se todos os termos forem cumpridos.

Erro comum: Não especificar se a caução rende juros, se pode ser aplicada a danos ou atrasos, ou a data exata de devolução.

Impostos de propriedade pessoal e bem imóvel

Em linguagem simples: Define quem paga impostos sobre o imóvel, propriedade pessoal do inquilino e qualquer ajuste de comércio no local.

Exemplo de redação
O Inquilino é responsável por impostos sobre propriedade pessoal e colocada nas Premissas. Proprietário entrega cópia de impostos de bem imóvel, e Inquilino paga em até [DIAS] dias após vencimento.

Erro comum: Deixar ambíguo se inquilino paga imposto de bem imóvel (predial) — o que pode resultar em grande custo inesperado.

Controvérsia de impostos

Em linguagem simples: Autoriza o inquilino a contestar judicialmente a avaliação fiscal do imóvel, com possibilidade de retenção de pagamento durante contestação.

Exemplo de redação
Inquilino pode, à seu custo, contestar a quantia de imposto de bem imóvel por processos apropriados e reter pagamento se estatuto permitir, desde que Proprietário concorde em participar dos procedimentos.

Erro comum: Não deixar claro se inquilino pode reter pagamento de imposto durante contestação, ou se paga tudo e pede reembolso depois.

Pagamento de cobranças ordinárias

Em linguagem simples: Inquilino paga todas as cobranças extraordinárias (além de aluguel) atribuíveis ao imóvel, em até número de dias após vencimento.

Exemplo de redação
O Inquilino deve pagar toda cobrança ordinária e extraordinária atribuível às Premissas Alugadas em até [DIAS] dias após vencimento, podendo parcelar conforme permitido por lei.

Erro comum: Não especificar que 'cobranças' incluem taxas de condomínio, água, luz e outras utilidades, deixando ambiguidade sobre quem paga.

Como preencher

  1. 1

    Preencha os dados das partes

    Insira o nome legal completo e endereço do proprietário (pessoa física ou jurídica) e do inquilino. Certifique-se de que o nome corresponde ao documento oficial registrado.

    💡 Se o proprietário ou inquilino for empresa, use o nome exato como aparece na inscrição municipal ou CNPJ.

  2. 2

    Descreva as premissas com precisão

    Indique o endereço completo do imóvel (rua, número, complemento, cidade, estado) e insira uma descrição legal ou referência catastral se disponível. Seja específico sobre qual unidade ou espaço é alugado.

    💡 Mencione andares, números de salas ou lojas, e qualquer exclusão (p.ex., 'excluindo banheiro comum').

  3. 3

    Estabeleça datas de início e término

    Defina a data efetiva do contrato, a data em que o inquilino começa a ocupar o imóvel (não deve ultrapassar o número de dias pós-assinatura indicado) e a data exata de término da concessão.

    💡 Use formato DD/MM/AAAA e considere alinhamento com ciclos contábeis ou períodos comerciais.

  4. 4

    Defina o valor do aluguel e forma de pagamento

    Insira o aluguel anual total e o valor da parcela mensal (geralmente 1/12 do anual). Especifique data de vencimento (p.ex., primeiro dia do mês), local de pagamento e multa por atraso (normalmente 10% ou percentual negociado).

    💡 Acrescente cláusula de reajuste anual (IPCA, índice específico) se contrato for longo prazo.

  5. 5

    Especifique o uso autorizado do imóvel

    Descreva o ramo comercial ou atividade autorizada (p.ex., 'loja de vestuário', 'consultório odontológico'). Deixe claro se há exclusividade ou restrições a certos tipos de negócio.

    💡 Quanto mais específico, menor o risco de o inquilino mudar para atividade indesejada ou problemática.

  6. 6

    Determine o depósito de garantia

    Insira o valor do depósito (geralmente 1 a 3 meses de aluguel). Especifique se rende juros, como será aplicado a danos ou atrasos, e a data exata de devolução após término.

    💡 Deixe registrado que depósito é liberado apenas após inspeção final do imóvel e comprovação de que não há danos.

  7. 7

    Defina prazos para pagamento de impostos e cobranças

    Indique número de dias (p.ex., 30, 45, 60) para o inquilino pagar impostos de bem imóvel, cobranças de condomínio e outros encargos, após receber aviso do proprietário.

    💡 Deixe claro se inquilino é responsável por imposto de bem imóvel (predial) — esse é um ponto de negociação crítico.

  8. 8

    Revise e obtenha assinatura

    Releia o contrato completo, confirme que todos os placeholders foram preenchidos corretamente e datas são consistentes. Solicite que ambas as partes assinem e, idealmente, façam reconhecimento de firma em cartório.

    💡 Considere consultoria jurídica antes de assinatura, especialmente se há termos complexos ou atípicos.

Perguntas frequentes

O inquilino pode sublocar o imóvel ou parte dele?

Não, a menos que o contrato autorize explicitamente. Este modelo proíbe sublocação sem consentimento escrito prévio do proprietário. Se o inquilino desejar sublocar, as partes devem assinar emenda ao contrato autorizado, e a responsabilidade legal primária permanece com o inquilino original. Verificar legislação local, pois alguns estados têm limitações sobre sublocação mesmo com consentimento.

Quem paga impostos e taxas do imóvel — proprietário ou inquilino?

Este modelo estabelece que o inquilino paga impostos sobre propriedade pessoal e atividade colocada nas premissas, bem como cobranças extraordinárias atribuíveis ao imóvel. Imposto de bem imóvel (predial) é geralmente negociável — o proprietário recebe cópia e o inquilino paga em até o prazo definido. Essa é uma cláusula crítica de negociação; em alguns casos, proprietário retém o pagamento de imposto predial. Consulte advogado para decidir adequadamente.

Como é calculado o depósito de garantia?

Geralmente, o depósito é 1 a 3 meses de aluguel, negociado entre as partes. Este modelo permite flexibilidade — você preenche o valor em acordo com o inquilino. O depósito é reembolsado integralmente após término do contrato, desde que o inquilino tenha cumprido todos os termos e não haja danos ao imóvel além do desgaste normal. Se houver danos, o proprietário pode reter parte para reparo, mas deve justificar e reembolsar o saldo.

O que acontece se o proprietário atrasar na entrega da posse?

Este modelo estabelece que o atraso não anula o contrato, mas reduz o aluguel proporcionalmente ao período de atraso. O proprietário não é responsável por perdas ou danos sofridos pelo inquilino durante tal atraso, mas não pode exceder determinada data limite (você especifica — geralmente 60 ou 90 dias). Após esse limite, o inquilino tem direito a rescindir o contrato sem penalidade. Sempre deixe claro o prazo máximo.

Posso aumentar o aluguel durante o termo do contrato?

Não, a menos que o contrato inclua cláusula de reajuste. Este modelo fixo não inclui reajuste automático, mantendo aluguel constante pelo período. Se você deseja permitir reajuste anual, adicione cláusula específica (p.ex., "reajuste anual pelo IPCA"). Para aumento fora da fórmula, ambas as partes devem assinar emenda ou aguardar renovação do contrato.

Como funciona a renovação ou extensão do contrato?

Este modelo permite que as partes negociem termos de extensão por escrito no momento próximo ao vencimento, mas não inclui renovação automática. Recomenda-se que você abra negociação com o inquilino 60 a 90 dias antes do término, para discutir se há interesse em renovar e em quais termos (aluguel, duração, mudanças). Se ambas concordam, assinam aditivo ou novo contrato. Se não, inquilino deve desocupar na data de término.

O que devo fazer se o inquilino não pagar aluguel no prazo?

O contrato prevê multa por atraso (valor que você especifica — geralmente 10%). Se aluguel não é pago até data limite (p.ex., 10º dia do mês), você pode aplicar multa automaticamente. Se atraso persiste por 30+ dias, você pode iniciar processo de despejo conforme legislação local. Recomenda-se enviar aviso formal por escrito e, se ainda não pagar em prazo adicional (p.ex., 15 dias), consultar advogado para iniciar ação legal.

Posso inspecionar o imóvel durante a concessão?

Este modelo não inclui cláusula de inspeção, mas é prática comum proprietários visitarem imóvel periodicamente (com aviso prévio). Recomenda-se adicionar parágrafo permitindo inspeção com 24 ou 48 horas de aviso, para confirmar que inquilino não usa imóvel para atividade proibida ou causa danos. Estabeleça frequência razoável (p.ex., máximo 1 vez por trimestre) para não prejudicar o negócio do inquilino.

Este modelo funciona para Brasil e Portugal?

Este modelo é neutro em estrutura, mas contém referências genéricas (ex.: 'Estado'). Para Brasil, é recomendável: substituir 'Estado' por estado específico (SP, RJ, etc.), verificar lei de locação comercial estadual (Lei do Inquilinato pode não se aplicar a comércios em alguns estados), e incluir conformidade com códigos municipais. Para Portugal, você precisa revisar com advogado português, pois lei de arrendamento comercial português (Lei n.º 06/2006) tem requisitos específicos. Em ambos os casos, consulte especialista local antes de usar em transação real.

Como se compara com alternativas

vs Contrato de aluguel residencial

O contrato de aluguel residencial é regido por leis específicas de proteção ao inquilino (ex.: Lei do Inquilinato no Brasil), com limites a reajustes e prazos legais rígidos. A concessão comercial é negociável livremente entre proprietário e inquilino, permitindo termos mais flexíveis, aluguel variável, e uso específico do imóvel. Use aluguel residencial para moradia; use concessão comercial para loja, escritório, consultório ou qualquer negócio.

vs Contrato de parceria comercial ou franquia

Uma franquia estabelece relacionamento onde franqueador fornece marca, sistema e suporte ao franqueado, com divisão de lucros ou royalties. Uma concessão comercial é simples aluguel de espaço — inquilino é livre para operar qualquer negócio autorizado, sem suporte ou supervisão do proprietário. Use concessão para aluguel simples; use franquia se pretende envolver o proprietário na gestão ou controlar operação.

vs Contrato de comodato (empréstimo de bem imóvel)

Comodato é empréstimo gratuito de um bem a terceiro, sem pagamento. A concessão comercial é aluguel — inquilino paga aluguel mensal em troca de direito de uso. Use comodato se ceder espaço gratuitamente a amigo ou organização sem fins lucrativos; use concessão se espera receber remuneração pelo aluguel.

vs Contrato de venda com pacto de retrovenda

Venda com retrovenda é venda de propriedade com cláusula de recompra futura pelo vendedor. A concessão é aluguel — inquilino nunca fica proprietário, apenas ocupa por período definido. Use venda com retrovenda se pretende vender com opção de recompra; use concessão se quer apenas alugar espaço.

Considerações por setor

Imobiliária e gestão de propriedades

Proprietários e gestoras imobiliárias usam este modelo para padronizar aluguéis de espaços comerciais em portfólio diverso.

Varejo e comércio

Donos de lojas e shopping centers usam para alugar pontos comerciais a varejistas, garantindo conformidade com zoneamento e seguro.

Serviços profissionais

Consultórios, agências e escritórios alugam espaço comercial sob este modelo para exercício de profissão.

Alimentação e bebidas

Proprietários alugam espaço para restaurante ou café, com cláusulas específicas sobre lixo, barulho e higiene.

Educação e saúde

Escolas, clínicas e laboratórios alugam espaço comercial sob termos definidos neste acordo.

Startups e espaços coworking

Proprietários de edifícios comerciais alugam espaço a startups e profissionais autónomos mediante termos simples e flexíveis.

Notas jurisdicionais

No Brasil, contratos comerciais são regulados por lei geral (Código Civil, Lei de Locação Residencial não se aplica automaticamente a comércios). Recomenda-se incluir cláusula de eleição de foro e lei aplicável, especificando estado. Consulte advogado local para conformidade com código de zoneamento municipal e legislação ambiental de atividade específica.

Em Portugal, arrendamento comercial é regulado pela Lei do Arrendamento Urbano (Lei n.º 06/2006, com alterações). Contrato deve estar em português, incluir cláusula de duração mínima (normalmente 5–10 anos), e respeitar direitos do inquilino para renovação. Consulte advogado português para certificar conformidade com códigos tributários e municipal.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

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Use o modeloAluguel comercial simples, montante menor, termos padronizados, inquilino confiável.Gratuito; apenas tempo para preenchimento.30–60 minutos para preencher e assinar.
Modelo + revisão jurídicaAluguel de montante médio ou longo prazo; você deseja validação jurídica sem custo total de contrato feito do zero.300–700 EUR/USD; honorário de advogado para revisão.2–4 semanas (incluindo revisão jurídica e ajustes).
Redigido sob medidaAluguel complexo (uso específico, partilha de receita, cláusulas especiais), montante alto, jurisdição particular, partes sofisticadas.1.500–5.000+ EUR/USD; contrato feito integralmente por advogado.4–8 semanas; múltiplas rodadas de negociação.

Glossário

Concessão comercial
Contrato de aluguel de um espaço comercial entre proprietário e inquilino, definindo direitos, deveres e condições de uso.
Proprietário (locador)
Pessoa física ou jurídica que possui o imóvel e autoriza seu uso mediante aluguel.
Inquilino (locatário)
Pessoa física ou jurídica que ocupa e usa o imóvel comercial mediante pagamento de aluguel.
Premissas alugadas
O espaço comercial específico, descrito no contrato, que é objeto da concessão.
Depósito de garantia (caução)
Quantia em dinheiro entregue pelo inquilino ao proprietário como segurança do cumprimento dos termos do contrato.
Aluguel anual
Valor total a ser pago pelo inquilino ao longo de um ano pela ocupação do imóvel.
Data de início
Data em que o inquilino começa efetivamente a ocupar e usar as premissas alugadas.
Impostos de propriedade
Tributos municipais ou estaduais cobrados sobre imóvel ou atividade comercial realizada nele.
Extensão (renovação)
Acordo entre partes para prorrogar o termo original do contrato por período adicional.
Rescisão
Término antecipado do contrato antes da data de vencimento prevista.
Arrendamento
Sinônimo de aluguel; contrato em que uma parte cede uso de bem em troca de remuneração periódica.
Sublocação
Quando o inquilino aluga parte ou todo o espaço a terceiro, geralmente proibida sem consentimento do proprietário.

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