1
Identifique as partes legais com precisão
Obtenha o nome legal exato, estado de constituição e endereço completo de ambas as organizações. Confirme com os registros públicos ou certificados de constituição. Erros nesta etapa podem invalidar o contrato.
💡 Use o CNPJ e o endereço do estatuto social de cada entidade.
2
Preencha as datas e marcos financeiros
Defina a data de assinatura, a data de encerramento da campanha, e as datas intermediárias com as quantias específicas a atingir em cada fase. Coordene com os calendários fiscais e ciclos de construção ou projeto.
💡 Trabalhe para trás a partir da data de conclusão do projeto para estabelecer marcos realistas.
3
Estabeleça as obrigações de arrecadação de cada parte
Defina quanto cada parte se compromete a levantar, quais fontes (doadores locais, fundações, governo, etc.) e os prazos. Seja específico: diferencie entre doadores governamentais e não-governamentais se necessário.
💡 Considere a capacidade de cada organização; obrigações injustas levarão a conflitos.
4
Descreva o histórico e contexto (Considerações)
Resuma brevemente os projetos anteriores, contratos de patrocínio, acordos de gestão e qualquer entidade legal conjunta (LLC) envolvida. Isso protege ambas as partes caso surjam questões sobre a continuidade legal.
💡 Anexe cópias dos acordos anteriores como apêndices para referência.
5
Defina a estratégia de cooperação e coordenação
Especifique como as partes vão comunicar, quando vão realizar reuniões, como vão coordenar contactos com doadores e quem é responsável por cada tipo de material (brochuras, apresentações, etc.).
💡 Atribua um coordinador de campanha de cada lado para garantir comunicação clara.
6
Esclareça o tratamento de custos
Defina quais custos cada parte paga. Se a Primeira Parte cobre custos da Segunda Parte, especifique o limite de montante ou o critério de 'razoabilidade'.
💡 Mantenha um registro de despesas compartilhado e aprovado regularmente para evitar surpresas.
7
Adicione disposições de confidencialidade e governança
Incluir cláusulas sobre sigilo de informações dos doadores, restrições de publicidade e como disputas serão resolvidas (mediação, arbitragem, jurisdição).
💡 A confidencialidade é especialmente importante se doadores solicitarem anonimato.
8
Revise com aconselhamento jurídico
Antes de assinar, tenha um advogado especializado em organizações sem fins lucrativos revisar o documento, particularmente as cláusulas de obrigações financeiras e jurisdição aplicável (Brasil ou Portugal).
💡 Não assine sem revisar; um acordo defeituoso pode resultar em litígio custoso entre as partes.