❌ Deixar placeholders preenchidos ou incompletos
Por que importa: Documento fica inválido legalmente se termos críticos como quantia ou taxa não estão definidos
Fix: Substitua todos os [PLACEHOLDERS] por valores reais antes de assinar
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É um documento formal que documenta a decisão do conselho de diretores de emprestar dinheiro a um colaborador, sócio ou terceiro. Este modelo Word editável contém os elementos legais necessários para formalizar a transação, incluindo identificação das partes, valor do empréstimo, taxa de juros, período de reembolso e aprovação oficial do conselho. Você pode baixar o documento gratuito, preenchê-lo on-line ou exportá-lo em PDF, criando um registro legal vinculativo que protege tanto a empresa quanto o mutuário.
Emprestar dinheiro sem documentação formal cria riscos legais e contábeis. Sem uma resolução de diretoria, a transação pode ser questionada por auditores, interpretada como doação disfarçada para fins fiscais, ou gerar conflitos se houver mudanças na administração. A resolução formaliza que a decisão foi coletiva e deliberada, demonstra capacidade financeira da empresa para o empréstimo, estabelece termos claros que facilitam cobrança futura e cria comprovante para registros contábeis e processos de conformidade. Para PMEs, especialmente as familiares, este documento é essencial para separar finanças pessoais de operações corporativas e evitar questionamentos regulatórios.
| Se sua situação é… | Use este modelo |
|---|---|
| Quando a taxa de juros é definida desde o início e não sofre variações | Empréstimo com juros fixos |
| Quando o mutuário é funcionário ou membro da equipe | Empréstimo para colaborador |
| Quando o beneficiário é sócio ou acionista da empresa | Empréstimo para sócio |
| Quando há prazo antes de iniciar o reembolso | Empréstimo com período de carência |
| Quando a transação é interna a um grupo de empresas | Empréstimo entre matriz e filial |
| Quando há colateral ou penhor de bens como segurança | Empréstimo com garantia |
Por que importa: Documento fica inválido legalmente se termos críticos como quantia ou taxa não estão definidos
Fix: Substitua todos os [PLACEHOLDERS] por valores reais antes de assinar
Por que importa: Auditores ou órgãos reguladores precisam identificar transações entre partes relacionadas
Fix: Sempre indique se é colaborador, sócio, diretor ou outro vínculo
Por que importa: Sem provas de dívida, a empresa tem dificuldade para cobrar ou registrar contabilmente
Fix: Sempre requeira notas promissórias assinadas pelo mutuário
Por que importa: Pode gerar questionamentos fiscais ou ser considerada doação disfarçada
Fix: Estabeleça taxa compatível com mercado ou legislação de juros legais
Por que importa: Resolução pode ser contestada como nula se não houver aprovação adequada
Fix: Verifique estatuto e asegure-se de que todos os assinantes requeridos estejam presentes e assinem
Por que importa: Pode comprometer fluxo de caixa da empresa ou gerar disputas futuras
Fix: Estabeleça prazo realista considerando a receita e capacidade do mutuário
Em linguagem simples: Define o nome da empresa mutuante e do mutuário, bem como sua relação com a corporação
Considerando que [NOME DO MUTUÁRIO], um [DESCREVER RELAÇÃO] da [NOME DA SUA EMPRESA], requisitou para esta Corporação um empréstimo...
Erro comum: Omitir a qualificação do mutuário ou deixar placeholders sem preenchimento
Em linguagem simples: Especifica o valor exato em moeda que será emprestado
um empréstimo na quantia de [QUANTIA]
Erro comum: Usar valores aproximados ou não definir a moeda com clareza
Em linguagem simples: Demonstra que a empresa tem capacidade financeira para realizar o empréstimo sem prejudicar operações
que [NOME DA SUA EMPRESA] possui fontes financeiras suficientes para realizar tal empréstimo, sem que o mesmo cause problemas para o crescimento e rentabilidade
Erro comum: Não demonstrar que o empréstimo é viável financeiramente para a empresa
Em linguagem simples: Define a porcentagem de juros cobrada sobre o saldo não quitado do empréstimo
com os juros de [PORCENTAGEM]% do balanço não quitado
Erro comum: Deixar a taxa de juros em branco ou definir sem considerar legalmente
Em linguagem simples: Estabelece o número de meses para que o mutuário devolva o empréstimo
que será pago em [NÚMERO] de meses
Erro comum: Criar período impossível ou não especificar claramente prazos parciais
Em linguagem simples: Requer que o mutuário emita notas promissórias que evidenciam a dívida
o mutuário executa à [NOME DA SUA EMPRESA] notas promissórias evidenciando tal débito
Erro comum: Não exigir documentação adicional comprovando o débito
Em linguagem simples: Formaliza a decisão do conselho de diretores aprovando o empréstimo nos termos descritos
FICOU RESOLVIDO que [NOME DO MUTUÁRIO] emite um empréstimo para [NOME]...
Erro comum: Não usar linguagem de resolução ou deixar ambígua a aprovação
Em linguagem simples: Registra a data em que o conselho aprovou formalmente a resolução
DEVIDAMENTE APROVADO EM [DATA]
Erro comum: Deixar a data em branco ou inconsistente com a assinatura
Insira o nome completo da empresa, do mutuário e a relação dele com a corporação (por exemplo: diretor, colaborador, sócio)
💡 Verifique os documentos oficiais da empresa para nomes e títulos precisos
Especifique o valor exato do empréstimo em reais, euros ou outra moeda aplicável
💡 Escreva por extenso e em algarismos para evitar ambiguidades
Defina a porcentagem de juros conforme política interna e legislação aplicável
💡 Consulte o banco de dados da empresa para taxas praticadas em empréstimos anteriores
Estabeleça o número de meses para devolução completa, considerando capacidade financeira do mutuário
💡 Períodos de 12 a 36 meses são comuns; ajuste conforme o caso
Confirme que a empresa possui fundos suficientes e que o empréstimo não compromete operações
💡 Consulte o departamento financeiro ou CFO antes de preencher
Coloque a data em que a resolução foi discutida e aprovada pelo conselho
💡 Deve corresponder à data da reunião de diretores
Obtenha assinaturas do presidente, diretor financeiro e outros membros do conselho conforme estatuto
💡 Assegure-se de que os signatários têm autoridade legal para aprovar empréstimos
Em geral, empréstimos a colaboradores e terceiros podem ser aprovados por resolução de diretores, conforme poder delegado no estatuto. Porém, empréstimos a sócios ou que envolvam valores muito altos podem requerer aprovação em assembleia de acionistas. Verifique seu estatuto social ou consulte um advogado para confirmar o procedimento aplicável na sua situação.
A taxa deve ser compatível com as práticas do mercado e a legislação. Alguns países estabelecem limites legais de juros. Recomenda-se consultar com contador ou advogado para determinar a taxa apropriada. Taxas muito baixas podem ser questionadas por auditores como doação disfarçada.
Notas promissórias são documentos que formalizam a obrigação do mutuário de pagar o empréstimo. Elas servem como comprovação do débito e facilitam cobranças futuras. Devem ser assinadas pelo mutuário e mantidas em arquivo seguro pela empresa.
Sim, é possível emprestar para sócios, mas esses empréstimos precisam estar formalizados por resolução e podem ter implicações fiscais específicas. Empréstimos a sócios às vezes requerem aprovação em assembleia. Consulte legislação fiscal e seu advogado.
O empréstimo deve ser registrado como ativo circulante ou não circulante, dependendo do prazo. Os juros são receita financeira. Seu contador deve estruturar o lançamento contábil conforme as normas contábeis aplicáveis na sua jurisdição.
A resolução deve contemplar cláusulas sobre atrasos e possíveis consequências. Recomenda-se incluir taxa de juros por atraso e direito a ações de cobrança. Consulte um advogado para estruturar cláusulas de inadimplência.
A resolução documenta a aprovação da diretoria, mas não substitui integralmente um contrato de empréstimo formal. Para transações de grande valor ou com duração prolongada, é recomendável acompanhar esta resolução com contrato detalhado de empréstimo.
Prepare pelo menos três cópias: uma para o arquivo da empresa, uma para o mutuário e uma para manter com a correspondência da reunião. Se há notas promissórias, anexe cópias também.
A resolução é documento de aprovação formal pela diretoria, enquanto o contrato de empréstimo é acordo bilateral detalhado entre empresa e mutuário. Para empréstimos simples entre partes conhecidas, a resolução pode ser suficiente. Para transações complexas, longo prazo ou valores altos, use ambos: a resolução documenta a decisão corporativa e o contrato especifica todas as condições, garantias e procedimentos de cobrança.
Um memorando é comunicação informal dentro da empresa. A resolução é documento formal e legal que cria obrigações vinculantes. Se você precisa apenas informar internamente sobre um empréstimo, um memorando serve. Se precisa criar registro legal e facilitar cobrança futura, use a resolução.
Uma carta de empréstimo é formato mais simples e informal que uma resolução. A resolução é mais adequada para decisões do conselho que afetam múltiplos acionistas ou quando há necessidade de quórum e votação. Use carta se o empréstimo é entre partes privadas; use resolução se representa decisão corporativa oficial.
A nota promissória é instrumento de débito que o mutuário assina. A resolução é documentação da aprovação e autorização pela empresa. Use ambas em conjunto: a resolução documenta a decisão da diretoria e a nota promissória documenta a obrigação do mutuário de pagar.
Ferramenta essencial para formalizar empréstimos internos entre empresa e equipe de forma legal
Documenta empréstimos entre sócios e familiares, evitando conflitos e questões fiscais
Permite oferecer suporte financeiro a gerentes ou sócios minoritários com registro formal
Facilita transações entre sócios ou entre empresa e consultores associados
Autoriza empréstimos operacionais internos quando há fluxo de caixa disponível
Documenta adiantamentos ou empréstimos a diretores e principais colaboradores
No Brasil, empréstimos entre partes relacionadas devem cumprir a Lei das Sociedades por Ações (Lei 6404/76) e considerar normas do Banco Central sobre operações de crédito. A taxa de juros pode ser limitada por lei. Consulte legislação tributária sobre implicações de empréstimos para fins de IR.
Em Portugal, empréstimos corporativos estão regulados pelo Código das Sociedades Comerciais e Código Civil. Verifique se há restrições a empréstimos a órgãos sociais conforme Lei das Sociedades e regulações de banca privada.
| Caminho | Melhor para | Custo | Tempo |
|---|---|---|---|
| Use o modelo | Empréstimos simples entre empresa e colaborador com termos diretos e baixo valor | Apenas o custo do modelo (uma única vez) | 30 minutos para preencher placeholders e assinar |
| Modelo + revisão jurídica | Empréstimo moderado com juros ou período longo; deseja-se validação legal | Modelo mais revisão jurídica: tipicamente €150–400 (dependendo do advogado) | 1–2 dias para envio a advogado, revisão e retorno |
| Redigido sob medida | Empréstimo complexo, multimídia, entre sócios, ou com garantias colaterais | Contrato inteiramente redatado: €400–1500 (depende de complexidade e jurisdição) | 1–2 semanas de negociação e rascunhos |
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