Local Privado Lista de Requisição de Devida Diligência

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LivreLocal Privado Lista de Requisição de Devida Diligência

Em resumo

O que é
Uma lista de requisição de devida diligência (due diligence) estruturada para emissões privadas de títulos. O documento é um checklist editorial em formato Word, editável e exportável em PDF, que organiza de forma sistemática as informações e documentação que uma empresa deve fornecer aos assessores jurídicos durante o processo de levantamento de capital privado.
Quando você precisa
Quando uma empresa planeia realizar uma emissão privada de títulos ou outras operações de levantamento de capital e necessita de um instrumento padronizado para solicitar documentação corporativa, financeira e legal à empresa emitente. Essencial para advogados, investidores e consultores financeiros que conduzem procedimentos de due diligence.
O que contém
A lista cobre estrutura corporativa (incorporação, acionistas, capital social), empréstimos e endividamento (contas bancárias, créditos, garantias), e emprego e previdência (pessoal-chave, salários, benefícios). Cada seção detalha os itens específicos de documentação e informação a ser fornecida, com instruções para referencias cruzadas e notas sobre aplicabilidade.

O que é um modelo de lista de requisição de devida diligência?

Uma lista de requisição de devida diligência é um instrumento estruturado que o advogado ou assessor jurídico do investidor utiliza para solicitar de forma sistemática toda a documentação corporativa, financeira e legal necessária para avaliar uma empresa durante uma emissão privada de títulos. O modelo é um documento editável em Word, com seções claras sobre estrutura corporativa, endividamento, emprego e conformidade, que pode ser customizado conforme a complexidade da operação. O documento explica o contexto (de que se trata a emissão, quem é o assessor), estabelece expectativas sobre prazos e aplicabilidade de itens, e oferece espaço para adicionar requisições específicas conforme surjam durante a análise.

Por que você precisa deste documento

Sem uma lista de requisição estruturada, o risco é que informação crítica seja omitida, respostas fiquem incompletas ou inconsistentes, e o investidor tome uma decisão baseada em análise inadequada. Uma lista bem preparada garante que todas as áreas de risco material (estrutura de propriedade, passivos ocultos, litígios, conformidade regulatória) sejam investigadas de forma consistente e documentada. Para o advogado ou assessor, a lista oferece um framework testado que acelera o processo, reduz tempo de coordenação com a empresa emitente e melhora a qualidade do relatório final de due diligence. Para a empresa emitente, uma lista clara também acelera a compilação de documentação e reduz idas e vindas. Além disso, em caso de litígio futuro sobre representações falsas, a documentação reunida através da lista fornece prova de que a due diligence foi conduzida com rigor profissional.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Emissão privada de obrigações ou ações sem complexidade adicionalLista de requisição padrão
Emissão com múltiplas subsidiárias ou estrutura corporativa complexaLista de requisição expandida
Sector regulado que requer ênfase em licenças e autorizaçãoLista focada em conformidade
Pequena emissão privada ou levantamento de menor escalaLista simplificada
Empresa com ativos intangíveis ou propriedade intelectual significativaLista com foco em propriedade intelectual

Erros comuns a evitar

❌ Omitir estruturas corporativas complexas (subsidiárias, holdings, trusts de acionistas)

Por que importa: Investidor pode desconhecer riscos de cascata de responsabilidades ou exposição de activos através de relacionadas.

Fix: Solicite organograma completo e detalhado, incluindo todas as entidades controladas e percentagens de participação cruzadas.

❌ Não detalhar endividamento subordinado ou empréstimos entre sócios

Por que importa: Pode comprometer a capacidade de serviço da dívida ou esconder dependência excessiva de crédito sócio.

Fix: Separe empréstimos bancários de dívidas não formalizadas; para cada um solicite contrato, taxa de juro, cronograma de amortização e garantias.

❌ Aceitar respostas genéricas ou 'não aplicável' sem investigação

Por que importa: Empresa pode estar omitindo riscos materiais ou dados sensíveis; investidor fica exposto a revelações posteriores.

Fix: Para cada 'não aplicável', confirme por escrito com advogado da empresa e documentar a validação.

❌ Negligenciar revisão de inadimplências e litígios pendentes

Por que importa: Disputas ocultas podem resultar em condenas financeiras ou congelamento de activos após investimento.

Fix: Solicite certidões de processo e de protesto; revise comunicações de credores; confirme com advogado externo da empresa sobre qualquer contencioso.

❌ Não validar informações contra fontes externas (registos comerciais, bases de dados públicas)

Por que importa: Empresa pode declarar informação que diverge de registos públicos; cria risco de litígio ou fraude.

Fix: Cruze nomes de administradores contra registos de insolvência; valide endereços; confirme estatuto regulatório e licenças.

❌ Falhar na actualização de informação até data de fecho

Por que importa: Situação pode mudar entre data de due diligence e data de subscrição; risco de representação imprecisa.

Fix: Solicite 'bring-down letter' (carta de atualização) do advogado da empresa na data de fecho, confirmando que nenhuma mudança material ocorreu.

As 10 cláusulas-chave, explicadas

Estrutura corporativa

Em linguagem simples: Requisição de documentação completa sobre a constituição, órgãos de administração e capital social da empresa.

Exemplo de redação
Forneça uma descrição detalhada da estrutura corporativa, incluindo subsidiárias e um organograma da organização corporativa e identifique quaisquer alterações para esta estrutura nos últimos [NÚMERO] anos financeiros.

Erro comum: Omitir subsidiárias ou ramos operacionais, ou não fornecer documentos atualizados de constituição e estatutos.

Capital social e acionistas

Em linguagem simples: Detalhe completo do capital autorizado, emitido e integralizado, com lista de acionistas e histórico de alterações.

Exemplo de redação
Forneça detalhes de seu capital social autorizado e emitido e capital social integralizado (classes e denominações) e a lista de acionistas, qualquer criação e emissão de ações (incluindo datas, beneficiários e consideração) nos últimos [NÚMERO] anos.

Erro comum: Não declarar acionistas ocultos ou não atualizar a lista após transferências de ações entre sócios.

Documentos constituintes

Em linguagem simples: Cópias certificadas de atos constitutivos, certificados de incorporação, estatutos e resoluções de alteração.

Exemplo de redação
Estatutos atualizados e quaisquer documentos constituintes, juntamente com quaisquer resoluções/acordos ou outras alterações respectivas.

Erro comum: Apresentar cópias antigas ou não certificadas de estatutos, impedindo validação legal.

Acordos entre acionistas

Em linguagem simples: Cópias de acordos de acionistas, joint venture, parcerias e direitos de conversão ou opção sobre ações.

Exemplo de redação
Detalhes e cópias de qualquer joint venture, parceria, acordos de acionistas ou similares relacionado à Empresa ou para os quais a Empresa for parte, bem como qualquer fideicomisso ou ação conjunta em relação das ações da Empresa.

Erro comum: Não divulgar acordos secundários entre acionistas ou direitos de preferência que afetam a estrutura de propriedade.

Contas auditadas e documentação financeira

Em linguagem simples: Demonstrações financeiras auditadas dos últimos anos, incluindo balanço, conta de resultados e fluxo de caixa.

Exemplo de redação
As contas auditadas da Empresa pelos últimos [NÚMERO] anos ou (se menor) desde a incorporação.

Erro comum: Fornecer contas não auditadas ou com atraso, comprometendo a avaliação financeira do investidor.

Empréstimos e endividamento

Em linguagem simples: Lista completa de créditos bancários, empréstimos subordinados, arrendamentos e outras obrigações de dívida.

Exemplo de redação
Contas bancárias (incluindo crédito atual aproximado ou saldos de débito) e saldo bancário negativo, outros bancos e facilidades; capital de empréstimo (incluindo capital de empréstimo subordinado); arrendamentos financeiros e operacionais.

Erro comum: Omitir empréstimos de sócios, créditos comerciais pendentes ou compromissos de capital não realizados.

Garantias e colaterais

Em linguagem simples: Detalhamento de todas as garantias hipotecárias, penhor de ativos, cartas de comodidade e compromissos de segurança.

Exemplo de redação
Hipotecas, encargos, embargos ou outras garantias ou regimes equivalentes.

Erro comum: Não revelar gravames ocultos sobre ativos ou garantias pessoais dadas por administradores.

Dívidas com relacionadas e administradores

Em linguagem simples: Informação sobre empréstimos, créditos e débitos entre a empresa e sócios, administradores ou empresas afiliadas.

Exemplo de redação
Empréstimo, conta corrente e outras dívidas (incluindo montantes e taxas de juros) para ou por qualquer diretor, administrador, empregado ou agente, ou qualquer relacionado ou afiliado da empresa.

Erro comum: Considerar créditos comerciais normais como irrelevantes ou não contabilizar avanços de sócios como dívida formal.

Pessoal-chave e emprego

Em linguagem simples: Lista de colaboradores com salários acima de limite especificado, incluindo data de admissão, cargo, salário, benefícios e advertências.

Exemplo de redação
Uma lista das pessoas com salários acima de [MONTANTE] atualmente empregados pela Empresa, incluindo: nome completo e data de nascimento; data de início do trabalho; cargo, função e horas trabalhadas; salário anual atual, data do aumento mais recente.

Erro comum: Omitir executivos em regime de consultoria ou não detalhar pacotes de compensação que incluem benefícios não monetários.

Inadimplências e disputas

Em linguagem simples: Detalhamento de qualquer violação de obrigações contratuais, atrasos em pagamentos ou disputas legais pendentes.

Exemplo de redação
Detalhes (incluindo cópia correspondente) a respeito de inadimplências reais, potenciais ou alegadas ou desistência sob quaisquer acordos ou instrumentos.

Erro comum: Minimizar ou ocultar litígios pendentes ou protestos de dívida que possam afectar o investimento.

Como preencher

  1. 1

    Identificar as partes e a operação

    Preencha os campos [NOME DA EMPRESA] com a entidade emitente, [NOME DA SUA EMPRESA] com o nome do advogado ou assessor que emite a lista, e [NÚMERO] com o período de análise (ex.: 3 ou 5 anos).

    💡 Use a mesma nomenclatura ao longo do documento para evitar confusões entre empresa emitente, subsidiárias e assessores.

  2. 2

    Customizar conforme o sector e complexidade

    Revise cada seção (estrutura corporativa, empréstimos, emprego) e elimine itens que não se aplicam à operação específica. Adicione seções para riscos regulatórios se relevante.

    💡 Se a empresa tem operações internacionais, amplie a secção de jurisdições e adapte requisitos locais.

  3. 3

    Distribuir aos contactos internos e advogado

    Envie a lista à empresa emitente e ao seu co-assessor jurídico. Defina prazo claro para resposta (ex.: 14–21 dias) e designar contacto responsável.

    💡 Forneça instruções escritas sobre como preencher e onde enviar as respostas para evitar atrasos.

  4. 4

    Compilar e validar as respostas

    Conforme receba documentação, organize-a por seção e valide a integridade (certificados, assinaturas, datas). Identifique lacunas ou inconsistências.

    💡 Use planilha auxiliar para rastrear recebimento e status de cada item solicitado.

  5. 5

    Conduzir a análise de due diligence

    Com base na documentação recebida, analise estrutura corporativa, endividamento, litígios e conformidade. Documente constatações e riscos.

    💡 Identifique se há garantias ocultas, atrasos em pagamentos ou conflitos de interesse entre sócios.

  6. 6

    Preparar relatório e recomendações

    Resuma os achados principais, riscos identificados e recomendações para o investidor. Especifique quaisquer condições precedentes necessárias antes do fecho.

    💡 Facilite a compreensão do investidor destacando riscos materiais e sugerindo mitigações (representações adicionais, ajustes de preço, garantias).

Perguntas frequentes

O que é devida diligência numa emissão privada?

Devida diligência é a investigação sistemática da situação financeira, legal, operacional e comercial da empresa emitente antes de o investidor subscrever títulos. O objetivo é identificar riscos, validar informação fornecida e informar a decisão de investimento. Uma lista de requisição estrutura o que o advogado ou assessor deve solicitar à empresa para conduzir essa investigação de forma completa e consistente.

Quem prepara a lista de requisição de due diligence?

Tipicamente, o advogado ou consultor jurídico que representa o investidor ou o fundo prepara a lista. Em alguns casos, o advogado da empresa emitente pode preparar uma versão antecipada para acelerar o processo. A lista deve ser customizada para o tipo de título, o sector de actividade e a complexidade da estrutura corporativa.

Quanto tempo leva compilar a documentação solicitada?

O tempo varia conforme o tamanho da empresa, complexidade da estrutura e estado de organização dos registos. Empresas bem organizadas podem responder em 2–3 semanas; estruturas complexas podem levar 4–8 semanas. Recomenda-se estabelecer prazo claro (ex.: 14–21 dias) e designar contacto único responsável pela compilação.

Posso usar uma lista genérica ou devo customizar?

Deve customizar. Embora uma lista padrão forneça estrutura, cada transação tem características únicas. Elimine itens inaplicáveis (ex.: se a empresa não tem subsidiárias, reduza secção de estrutura), amplie áreas de risco específico (ex.: conformidade regulatória num banco) e ajuste períodos de análise conforme o histórico da empresa.

O que fazer se a empresa se recusa a fornecer um documento solicitado?

Isso é um sinal de alerta. Investigue o motivo: pode ser legitimamente inaplicável, ou a empresa pode estar ocultando informação. Documente a recusa por escrito. Como assessor, considere escalalar para advogado da empresa e informar o investidor do risco. Pode ser motivo para impor representações adicionais, reduzir preço ou retirar do investimento.

Como validar a informação fornecida?

Cruze contra fontes externas: registos comerciais públicos (para confirmação de incorporação e administradores), bases de dados de insolvência, processos judiciais, licenças regulatórias e endereços. Peça certificações de advogado externo da empresa. Para informação financeira, valide contra contas auditadas e, se possível, contra declarações fiscais. Não confie unicamente em auto-relato.

Qual é a diferença entre uma lista de due diligence e um questionário?

Uma lista de requisição é um checklist editorial que detalha documentos específicos a fornecer (ex.: certificado de incorporação, contratos de empréstimo). Um questionário é um conjunto de perguntas abertas sobre tópicos (ex.: 'Descreva qualquer litígio pendente'). Muitas vezes ambos são usados em conjunto: a lista garante documentação completa; o questionário obtém contexto e explicação.

Que acontece com a documentação recolhida após o fecho?

Documentação é mantida no file do investimento como suporte para representações feitas no prospecto ou contrato de subscrição. Se surgir disputa posterior sobre representação (ex., passivo oculto descoberto após subscrição), a documentação de due diligence serve como prova do que foi investigado e o que a empresa declarou. Recomenda-se arquivo seguro e gestão conforme a política de retenção do fundo.

Como se compara com alternativas

vs Memorando de due diligence

Um memorando é um documento executivo que resume os achados da due diligence após conclusão da investigação. A lista de requisição é o instrumento que organiza ANTES da investigação o que solicitar. Usa-se ambos em sequência: primeiro lista (para recolher informação), depois memorando (para sintetizar resultados e recomendações).

vs Questionário de risco

Um questionário foca em riscos específicos (ex., compliance, litígios, relacionadas) com perguntas abertas. A lista de requisição é mais estruturada e abrangente, pedindo documentação concreta. Tipicamente, um processo de due diligence começa com questionário (identificar riscos) e depois usa lista de requisição (validar com documentação).

vs Prospecto de emissão

Um prospecto é o documento público ou confidencial que a empresa emitente prepara para apresentar a oferta ao investidor. A lista de requisição é anterior e privada, usada para validar as claims do prospecto. O prospecto resulta, em parte, da informação reunida através da lista de requisição.

vs Contrato de subscrição

O contrato de subscrição é o documento final assinado entre empresa e investidor que formaliza a compra dos títulos e inclui representações e garantias. A lista de requisição é anterior e ajuda o investidor a fundamentar com confiança essas representações e a identificar que representações solicitar no contrato.

Considerações por setor

Serviços financeiros e bancário

Emissões privadas de obrigações e instrumentos híbridos requerem due diligence reforçada sobre capital, liquidez e conformidade regulatória.

Tecnologia e software

Ênfase em propriedade intelectual, licenças de software e risco de litígios relacionados a patentes e direitos de autor.

Imobiliário e construção

Focado em títulos de propriedade, hipotecas, garantias sobre terrenos e conformidade com regulamentações de construção.

Saúde e farmacêutica

Requisitos reforçados sobre licenças regulatórias, conformidade clínica e pendência de aprovações de medicamentos.

Varejo e distribuição

Análise de contas a receber, inventários, acordos com fornecedores e risco operacional de cadeias de abastecimento.

Energia e utilidades

Ênfase em contratos de fornecimento de longo prazo, conformidade ambiental e permissões regulatórias de operação.

Notas jurisdicionais

No Brasil, a due diligence segue normas CVM para emissões privadas e requerimentos de compliance da Lei das Sociedades Anónimas. A lista deve incluir verificação de conformidade fiscal (IRPJ, CSLL) e registos junto ao banco central para operações cambiais.

Em Portugal, a due diligence é regida pelo Código das Sociedades Comerciais e normas da CMVM para valores mobiliários. Incluir validação junto ao Banco de Portugal para instituições de crédito e conformidade com regulamentações de combate ao financiamento do terrorismo (AML/CFT).

Modelo ou profissional — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloEquipa interna com conhecimento de due diligence que quer estrutura e rapidez.Apenas custo do modelo (sem assessoria adicional).Preparação imediata; análise de respostas exige investimento significativo de tempo.
Modelo + revisão profissionalOperação de média complexidade onde equipa interna prepara, mas assessor revê e complementa.Modelo + honorários de revisão parcial do assessor (redução vs. full legal).1–2 semanas de preparação conjunta com assessor.
Redigido sob medidaOperação complexa, multi-jurisdicional ou com estrutura corporativa incomum.Honorários completos de assessor jurídico especializado (mais alto).3–4 semanas (assessor customiza, coordena, analisa e reporta).

Glossário

Devida diligência (due diligence)
Investigação minuciosa e sistemática da situação financeira, legal e operacional de uma empresa antes de uma transação ou investimento.
Emissão privada
Colocação de valores mobiliários (ações ou títulos de dívida) junto de investidores privados sem oferta pública.
Estrutura corporativa
Organização hierárquica da empresa, incluindo subsidiárias, participações e relações entre entidades.
Capital social
Montante investido pelos acionistas na empresa, dividido em ações de acordo com classes e denominações.
Endividamento
Total de obrigações de crédito e empréstimos que a empresa contraiu junto a terceiros.
Garantia
Bem ou direito oferecido como segurança para garantir o cumprimento de uma obrigação financeira.
Arrendamento financeiro
Contrato de locação de longo prazo em que o arrendador transfere os riscos e benefícios do bem ao arrendatário.
Assessor jurídico
Profissional ou firma legal que fornece aconselhamento e representa os interesses de uma das partes na transação.
Acionista
Pessoa física ou jurídica que detém ações (participação) em uma empresa.
Indenização
Compromisso de compensar uma terceira parte por perdas, danos ou despesas incorridas.

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