Liberação de Foto e Registro de Funcionário

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2 páginas20–25 min para preencherDificuldade: PadrãoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
Saiba mais ↓
LivreLiberação de Foto e Registro de Funcionário

Em resumo

O que é
É um acordo bilateral entre empresa e funcionário que autoriza o uso de fotografias, filmagens e gravações de voz para fins comerciais, publicitários ou de negócio. Disponível para download em Word gratuito e totalmente editável online.
Quando você precisa
Quando sua empresa deseja fotografar, filmar ou gravar funcionários para campanhas de marketing, conteúdo interno, publicidade ou outros fins comerciais. Protege a empresa de futuras reclamações sobre direitos de imagem ou privacidade.
O que contém
O documento inclui identificação das partes (empresa e funcionário), data efetiva, descrição clara da autorização para uso de imagem e voz, escopo de utilização (propaganda, publicidade, fins comerciais), e espaço para assinaturas de ambas as partes.

O que é um modelo de liberação de foto e registro de funcionário?

É um acordo legal entre a empresa e um funcionário que autoriza o uso de fotografias, vídeos e gravações de voz para fins comerciais, publicitários ou de negócio. O documento estabelece claramente o escopo de autorização, proteções do funcionário, e responsabilidades de ambas as partes. Disponível para download em Word gratuito, totalmente editável online, permite que a empresa obtenha consentimento escrito e comprovável antes de usar qualquer imagem ou voz de colaboradores em campanhas de marketing, website, redes sociais, ou materiais corporativos. É ferramenta essencial de conformidade legal e proteção de direitos.

Por que você precisa deste documento

Fotografar ou gravar um funcionário sem autorização escrita expõe a empresa a riscos legais significativos. Em Portugal e Brasil, direitos de imagem e privacidade são protegidos constitucionalmente; usar imagem sem consentimento pode resultar em ação judicial por dano moral, indenização financeira, e reputação corporativa prejudicada. Além disso, regulações de proteção de dados (LGPD no Brasil, RGPD/LPDP em Portugal) exigem consentimento explícito para processamento de dados biométricos. Este modelo fornece prova documentada de que o funcionário consentiu voluntariamente, especificou limites de uso, e compreendeu as implicações. Sem ele, uma recusa posterior do funcionário força a empresa a interromper campanhas, remover conteúdo publicado, e potencialmente pagar indenização. Para empresas que usam marketing baseado em rosto (equipa de vendas, estudos de caso, vídeos corporativos), este documento é proteção essencial e economiza risco legal a longo prazo.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Empresa deseja usar imagem e voz em todos os contextos comerciaisLiberação completa de foto e voz
Autorização limitada a comunicações internas ou intranet corporativaLiberação restrita de foto (apenas interna)
Foco específico em uso em redes sociais, website e campanhas onlineLiberação de foto para marketing digital
Funcionário recebe remuneração adicional pelo uso de sua imagemLiberação com compensação financeira
Autorização temporária com data de expiração definidaLiberação com prazo de validade

Erros comuns a evitar

❌ Usar linguagem vaga sobre o escopo de uso (ex: 'outros fins' sem especificação)

Por que importa: Permite que a empresa use a imagem em contextos que o funcionário nunca antecipou, criando risco de litígio e dano à reputação.

Fix: Enumerate claramente todos os usos previstos: 'site corporativo, LinkedIn, campanhas de email, brochuras impressas, eventos corporativos'.

❌ Deixar em branco ou incompleto os dados de identidade (nome, endereço, data)

Por que importa: Um acordo com dados incompletos pode ser contestado como inválido ou não vinculante perante um tribunal.

Fix: Sempre confirme cada campo contra documento de identidade ou contrato de trabalho; imprima e revise antes de solicitar assinatura.

❌ Não especificar se a autorização continua após o término do emprego

Por que importa: A empresa pode continuar a usar fotos antigas indefinidamente, mesmo após o funcionário sair, causando sentimentos de violação de privacidade.

Fix: Deixe claro: 'Esta autorização permanece válida por 12 meses após rescisão, após o que a Empresa cessará a publicação de novos materiais contendo a imagem'.

❌ Não obter assinatura de representante autorizado da empresa (ex: uso de carimbo sem autógrafo)

Por que importa: Sem autógrafo do gerente ou executivo autorizado, o acordo pode não vincular a pessoa jurídica (empresa).

Fix: Sempre solicite assinatura manuscrita (ou digital autenticada) de gerente, diretor ou CEO; carimbo sozinho é insuficiente.

❌ Copiar o modelo genérico sem adaptar para a situação específica (ex: incluir cláusulas sobre compensação quando não há)

Por que importa: Termos inaplicáveis confundem o funcionário e podem ser interpretados contra a empresa se surge litígio.

Fix: Revise cada seção e delete ou adapte conforme a situação real; se não há pagamento extra, deixe claro que é parte das obrigações de trabalho.

❌ Não separar autorização de voz de autorização de imagem (quando apenas uma é necessária)

Por que importa: O funcionário pode objetar a uso de voz em comerciais ou vídeos mesmo após aprovar fotos estáticas, criando conformidade parcial.

Fix: Ofereça checkboxes separadas: '☐ Autorizo uso de fotografia' e '☐ Autorizo uso de gravação de voz' para granularidade.

As 9 cláusulas-chave, explicadas

Definição das partes

Em linguagem simples: Identifica claramente a empresa (proprietária dos direitos) e o funcionário (titular da imagem), com endereços completos e datas.

Exemplo de redação
ENTRE: [NOME DA SUA EMPRESA], uma corporação organizada sob as leis de [ESTADO/PROVÍNCIA], com sede em [SEU ENDEREÇO COMPLETO], e [NOME DO FUNCIONÁRIO], um indivíduo residente em [ENDEREÇO COMPLETO].

Erro comum: Deixar dados incompletos ou imprecisos (nome, endereço ou qualificação jurídica) causa invalidade do acordo.

Consideração (motivação legal)

Em linguagem simples: Estabelece a razão pela qual o funcionário consente, seja compensação financeira ou como parte das obrigações contratuais de trabalho.

Exemplo de redação
Em consideração ao meu trabalho com a Empresa e como parte dos serviços sendo prestados, ou em consideração à [MONTANTE], venho dar meu consentimento.

Erro comum: Omitir a consideração deixa o acordo vago e potencialmente ineficaz legalmente.

Autorização de fotografia e gravação

Em linguagem simples: Cláusula central que autoriza explicitamente a empresa a fotografar, filmar e gravar a voz do funcionário.

Exemplo de redação
Autorizo-me a fotografar minha imagem e gravar minha voz, bem como permitir que estas sejam utilizadas pela Empresa.

Erro comum: Ser demasiado vago sobre quais elementos (rosto, corpo, voz, nome) são autorizados causa clareza insuficiente.

Escopo de uso permitido

Em linguagem simples: Define explicitamente os contextos em que a imagem pode ser usada: propaganda, publicidade, fins comerciais, redes sociais, etc.

Exemplo de redação
A Empresa está autorizada a usar a referida fotografia, filmagem ou gravação de voz para propaganda, publicidade, fins comerciais ou outros negócios.

Erro comum: Não delimitar o escopo permite que a empresa use a imagem em contextos que o funcionário não antecipava.

Combinação com outros materiais

Em linguagem simples: Autoriza ou restringe a edição, montagem ou combinação das imagens/voz com outros elementos visuais ou sonoros.

Exemplo de redação
As fotografias e/ou gravações podem ser usadas isoladamente ou em conjunto com outras fotografias, vídeos ou gravações de voz.

Erro comum: Permitir montagens sem limitação pode resultar em contextos inapropriados ou enganosos para a imagem do funcionário.

Direitos morais e patrimoniais

Em linguagem simples: Clarifica se o funcionário cede todos os direitos ou se retém algum direito moral (como direito ao crédito ou objeção a uso ofensivo).

Exemplo de redação
[Variável] O funcionário renuncia a qualquer direito moral ou exige que seja creditado em toda publicação da imagem.

Erro comum: Transferir todos os direitos sem exceções pode impedir que o funcionário se oponha a usos prejudiciais futuros.

Duração e vigência

Em linguagem simples: Especifica se a autorização é permanente ou válida por período determinado após o término do contrato de trabalho.

Exemplo de redação
Esta liberação permanece em vigência perpétua a partir da data de assinatura, mesmo após a rescisão do contrato de trabalho.

Erro comum: Não especificar a duração gera incerteza sobre se a empresa pode usar imagens antigas indefinidamente.

Rescisão e revogação

Em linguagem simples: Estabelece se e como o funcionário pode revogar a autorização, e em que condições a empresa deve deixar de usar a imagem.

Exemplo de redação
O Funcionário pode solicitar por escrito a cessação do uso de sua imagem; a Empresa interromperá o uso em materiais novos, mas poderá manter publicações já distribuídas.

Erro comum: Permitir revogação unilateral irrestrita coloca a empresa em risco de cumprir pedidos de cessação para materiais já publicados.

Isenção de responsabilidade

Em linguagem simples: A empresa não é responsável por contexto, edição, legenda ou qualidade técnica da imagem, desde que não seja ofensiva.

Exemplo de redação
A Empresa não é responsável pela qualidade técnica, composição ou contexto editorial das fotografias ou gravações, desde que não sejam usadas de forma difamatória.

Erro comum: Isentar-se totalmente permite usos abusivos ou desonestos sem recourse legal para o funcionário.

Como preencher

  1. 1

    Preencha os dados da empresa

    Insira o nome legal completo da empresa, estado/província de constituição e endereço completo do escritório principal. Use o mesmo endereço que aparece no contrato de trabalho.

    💡 Verifique o contrato de constituição da empresa para obter a denominação e jurisdição exatas.

  2. 2

    Preencha os dados do funcionário

    Insira o nome completo do funcionário e seu endereço residencial atual. Confirme que o nome corresponde ao documento de identidade.

    💡 Se o funcionário trabalha remoto, use o endereço onde está legalmente residente.

  3. 3

    Insira a data efetiva

    Preencha a data em que o acordo entra em vigor. Geralmente, esta é a data da assinatura ou a data de início do trabalho.

    💡 Use o formato DD de [mês] de AAAA para clareza em ambas as jurisdições (Portugal e Brasil).

  4. 4

    Escolha a consideração legal

    Selecione se a autorização é em troca de compensação financeira específica (ex: 'R$ 500') ou como parte das obrigações de trabalho gerais. Preencha o campo [MONTANTE] se aplicável.

    💡 Deixar vago ('ou em consideração') enfraquece o acordo; seja específico sobre o que motiva o consentimento.

  5. 5

    Defina o escopo de uso

    Revise as finalidades listadas (propaganda, publicidade, fins comerciais, redes sociais, etc.) e adicione ou remova conforme necessário. Seja explícito: 'uso em site corporativo' é melhor que 'fins comerciais' genéricos.

    💡 Se a imagem será usada em contextos sensíveis (políticos, religiosos, de saúde), lista-os explicitamente e obtenha confirmação do funcionário.

  6. 6

    Estabeleça duração e direitos morais

    Escolha se a autorização é perpétua ou por período definido. Determine se o funcionário retém direitos morais (direito ao crédito, direito a objetar a uso ofensivo).

    💡 Para contratados de curto prazo, considere expiração automática 12 meses após rescisão.

  7. 7

    Assinaturas e testemunhas

    Ambas as partes (representante autorizado da empresa e funcionário) devem assinar e datar. Considere adicionar testemunhas se a empresa está numa jurisdição que exige.

    💡 Em Portugal, algumas situações requerem apostila ou reconhecimento de firma perante notário; verifique com seu advogado.

  8. 8

    Arquivo e distribuição

    Mantenha uma cópia assinada no arquivo de pessoal do funcionário e forneça cópia autenticada ao funcionário. Armazene digitalmente em local seguro.

    💡 Scan o documento original e armazene em servidor seguro; não dependa apenas de cópias digitais para fins probatórios.

Perguntas frequentes

Este modelo protege a empresa legalmente se o funcionário depois se recusar a permitir o uso da imagem?

Sim, desde que o acordo seja assinado e preenche todos os requisitos de consentimento informado. Um acordo assinado oferece prova de que o funcionário consentiu voluntariamente. No entanto, se o funcionário conseguir provar que foi coagido ou enganado, um tribunal pode invalidar o acordo. Recomendamos legal review para situações de alto risco (ex: comerciais de televisão). A proteção máxima exige que o funcionário tenha tido tempo para ler, compreender e fazer perguntas antes de assinar.

O funcionário pode revogar a autorização depois de assinar?

Depende de como o acordo está redigido. Se disser que a autorização é perpétua e irrevogável, o funcionário teoricamente não pode revogar. Porém, em muitas jurisdições (especialmente Portugal), direitos sobre a própria imagem têm proteção constitucional e não podem ser cedidos totalmente. A prática recomendada é permitir revogação por notificação escrita, mas estabelecer que materiais já publicados podem continuar em distribuição existente. Isso equilibra os interesses: protege a empresa contra custos de retirada retrospectiva, mas oferece ao funcionário controle futuro.

Posso usar a imagem de um funcionário antigo ou desligado?

Apenas se a liberação original autorizar claramente o uso contínuo após rescisão. Se o acordo expirou ou o funcionário revogou por escrito, você não pode usar imagens novas. Imagens antigas já publicadas em sites arquivados ou redes sociais podem estar sob proteção de "uso justo" dependendo do contexto, mas a segurança máxima é obter nova autorização ou remover. Consulte um advogado antes de continuar usando imagens de funcionários desligados em campanhas ativas.

Preciso de liberação separada para cada tipo de uso (website vs. LinkedIn vs. cartazes)?

Não necessariamente, mas é recomendado listar os canais específicos no documento para evitar ambiguidade. Uma cláusula que diz 'propaganda, publicidade e fins comerciais' cobre geralmente website, redes sociais, cartazes e email. Porém, se o uso é especializado (ex: comercial de TV, venda de mercadoria com o rosto do funcionário), considere liberação adicional explícita ou consulta com o funcionário. A clareza evita litígio.

O funcionário tem direito a ser creditado (ex: 'Foto de João Silva') na imagem usada?

Não automaticamente. O acordo pode incluir uma cláusula que exija crédito ou deixe claro que crédito é opcional. Em algumas jurisdições (especialmente artes), existe direito moral ao reconhecimento. A prática corporativa típica é usar a imagem sem crédito em publicidade, mas oferecer crédito em conteúdo editorial (artigos, estudos de caso). Inclua uma cláusula explícita: 'O funcionário não tem direito ao crédito, a menos que acordado por escrito em cada caso'.

Posso vender a imagem do funcionário para terceiros (agência de fotos, banco de imagens)?

Apenas se a liberação original autorizar explicitamente a sublicença a terceiros. Uma cláusula padrão ('propaganda, publicidade, fins comerciais') geralmente não autoriza venda ou redistribuição de direitos. Se a intenção é monetizar imagens de funcionários, inclua: 'A Empresa pode vender ou sublicenciar direitos a terceiros comerciais'. Sem isto, você está limitado a uso interno. Funcionários frequentemente se opõem a isto, então aborde separadamente se necessário.

Preciso revisar este modelo com um advogado antes de usar?

Recomendamos legal review se o funcionário é figura pública, a imagem será usada em contextos sensíveis (políticos, médicos) ou o valor comercial é alto (ex: modelo de campanha de TV). Para fotos internas de staff para website corporativo, este modelo templates fornece proteção razoável. Porém, diferentes jurisdições (Brasil, Portugal) têm sutilezas legais; um advogado pode adaptar para sua situação específica por custo relativamente baixo. Se a empresa trabalha frequentemente com imagens de funcionários, investir em revisão única vale a pena.

Como se compara com alternativas

vs Contrato de trabalho padrão com cláusula genérica de imagem

Um contrato de trabalho pode incluir cláusula genérica ('funcionário autoriza uso de imagem'), mas é menos explícita e o funcionário geralmente não lê com cuidado. Este modelo separado força atenção focada, permite rejeição seletiva (ex: voz sim, imagem não), e oferece prova clara de consentimento informado. A desvantagem é processo adicional (dois documentos em vez de um). Recomendamos modelo separado para empresas que frequentemente usam imagens; para situações raras, cláusula em contrato é suficiente.

vs Contrato de modelo (modelo profissional contratado)

Contratos de modelo profissional são muito mais extensos e detalhados, incluindo direitos patrimoniais, compensação, atributos de concessão de direitos autorais e cláusulas de exclusividade. Este modelo é para funcionários internos e cenários corporativos simples. Se você contrata modelo externo ou figura pública, use contrato de modelo específico; este modelo não oferece proteção suficiente para comercialização significativa.

vs Formulário de consentimento de foto (informal / curto)

Formulários informais ('Você autoriza fotos?') com uma ou duas linhas de assinatura carecem de rigor legal e são facilmente contestados. Este modelo fornece estrutura profissional, enumera específicos de uso, e deixa claro as expectativas de ambas as partes. O modelo é mais formal e protetor; use para qualquer uso corporativo significativo. Formulários informais servem apenas para ocasião de uma vez (ex: foto para boletim interno).

vs Política de privacidade e privacidade de dados

Uma política de privacidade delineia como a empresa coleta, armazena e protege dados pessoais (nome, email, endereço) conforme regulações de proteção de dados (LGPD, GDPR, Lei da Proteção de Dados). Este modelo autoriza o uso específico de imagem/voz. Os dois são complementares: a política explica conformidade de dados, o modelo de liberação exibe consentimento para uso específico. Ambos são necessários para empresa com presença forte em marketing."

Considerações por setor

Agências de marketing e publicidade

Necessário para campanhas que destacam clientes ou modelos internos; protege a agência contra reclamações de direito de imagem.

Tecnologia e startups

Essencial para conteúdo de redes sociais, estudos de caso, vídeos de produto que destacam funcionários ou usuários.

Varejo e comércio

Usado em campanhas em loja, fotos de pessoal para treinamento ou website, e conteúdo de eventos corporativos.

Recursos humanos e recrutamento

Protege candidatos durante processo de seleção (filmagem de entrevistas, fotos para galeria de talentos internos).

Educação e treinamento

Necessário para vídeos de formação, testemunhos de alunos/instrutores, documentação de cursos online.

Saúde e bem-estar

Requer especial cuidado com privacidade; usado para antes/depois em clínicas, depoimentos de pacientes (com anonimato quando necessário).

Notas jurisdicionais

No Brasil, direitos de imagem estão protegidos pela Constituição (art. 5º, X) e pela Lei 9.610/1998 (direitos autorais). Consentimento deve ser livre e informado; qualquer coação invalida o acordo. A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) também exige consentimento explícito para processamento de dados biométricos. Recomenda-se revisão com advogado especializado se uso comercial é significativo.

Em Portugal, direitos de imagem e privacidade estão protegidos pela Constituição (art. 26º) e Código Civil (art. 79º). Consentimento deve ser obtido previamente por escrito; direitos morais não podem ser cedidos totalmente. Lei de Proteção de Dados (LPDP) e conformidade RGPD também se aplicam. Em alguns casos, notarização ou apostila pode ser exigida; consulte advogado local para conformidade completa.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

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Glossário

Liberação de direitos
Documento onde uma pessoa autoriza outra a usar sua imagem, voz ou semelhança para fins específicos.
Consentimento informado
Autorização dada livremente, após compreensão clara dos termos e contexto de uso.
Direitos de imagem
Direito legal que toda pessoa possui sobre sua aparência, rosto e representação visual.
Gravação de voz
Registro áudio das palavras ou sons emitidos por uma pessoa.
Fins comerciais
Qualquer uso que gere lucro, vantagem financeira ou benefício econômico direto ou indireto.
Propaganda e publicidade
Material promocional ou anúncio destinado a divulgar a empresa, produto ou serviço.
Assinante/contratante
A pessoa jurídica (empresa) que solicitará ou realizará o uso da imagem.
Partes contratantes
Ambos os signatários do acordo: a empresa e o funcionário.

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