1
Identifique as duas partes contratantes
Obtenha a razão social exata, número de registo, jurisdição de constituição e endereço completo de ambas as empresas. Certifique-se de que as informações correspondem aos documentos de constituição oficial.
💡 Para empresas internacionais, inclua a jurisdição de constituição (p. ex., 'empresa constituída sob as leis de São Paulo, Brasil').
2
Defina a data de vigência e duração
Insira a data em que o acordo entra em vigor (geralmente a data de assinatura) e, se aplicável, a data de término ou condição de expiração.
💡 Se o acordo é perpétuo, escreva 'até rescisão por qualquer Parte com [X] dias de notificação prévia'.
3
Especifique o escopo da indenização
Liste claramente quais cenários, riscos ou tipos de dano estão cobertos pela indenização mútua. Seja específico: p. ex., 'violação de confidencialidade', 'inadimplemento contratual', 'lesão a terceiro'.
💡 Considere os riscos principais de cada parte e certifique-se de que ambas têm cobertura equilibrada.
4
Estableça limitações e exclusões
Defina o valor máximo de indenização (se houver) e liste claramente as exceções (p. ex., 'carve-out: negligência grosseira não está isenta'). Isso protege ambas as partes contra exposição ilimitada.
💡 Converse com seu conselheiro legal sobre qual teto de valor é razoável para o seu sector e transação.
5
Defina o procedimento de reclamação
Insira prazos para notificação de dano (p. ex., '30 dias após descoberta'), formato de notificação (escrita, email registado, correio) e informações que devem ser incluídas na reclamação.
💡 Prazos muito curtos podem prejudicar a parte prejudicada; prazos muito longos criam incerteza. 30–60 dias é comum.
6
Escolha a lei aplicável e mecanismo de resolução
Selecione a jurisdição (Brasil ou Portugal, ou outra se relevante), decida entre litigância ou arbitragem, e especifique qual tribunal ou árbitro teria competência.
💡 Arbitragem é mais confidencial e rápida, mas litigância oferece mais recursos de apelação. Alinhe com a prática comercial do seu setor.
7
Revise com conselheiro legal
Antes de assinar, solicite revisão por advogado qualificado na jurisdição aplicável. A indenização mútua envolve risco legal considerável e requer análise especializada.
💡 Forneça ao seu advogado uma descrição clara da transação, riscos principais e qualquer precedente contratual.
8
Obtenha assinaturas autorizadas
Certifique-se de que a pessoa que assina tem autoridade legal para vincular a empresa (p. ex., gerente geral, presidente). Considere notarização se a transação envolve valor significativo.
💡 Em Portugal e Brasil, assinatura digital qualificada é amplamente aceita; mantenha cópia digitalizada assinada para registos.