Acordo de Confiança do Código Fonte

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20 páginas30–40 min para preencherDificuldade: ComplexoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
Saiba mais ↓
LivreAcordo de Confiança do Código Fonte

Em resumo

O que é
Um acordo jurídico que protege o código fonte de uma aplicação software durante o compartilhamento controlado com terceiros. Estabelece termos de confidencialidade, responsabilidades de armazenamento e limites de uso. Download Word gratuito e editável.
Quando você precisa
Quando uma empresa desenvolvedora de software precisa compartilhar seu código fonte com um depositário (terceiro independente) ou licenciado para manutenção, suporte ou avaliação técnica, mantendo a propriedade intelectual protegida.
O que contém
Definições de termos, atribuição de confiança dos materiais, obrigações de sigilo e armazenamento seguro, garantia de licença, descrição dos materiais depositados (código fonte e documentação), e procedimentos em caso de incumprimento.

O que é um modelo de Acordo de Confiança do Código Fonte?

Um Acordo de Confiança do Código Fonte é um contrato jurídico que protege código-fonte proprietário durante o compartilhamento controlado com terceiros. A empresa detentora do código transfere cópias em confiança a um depositário (terceiro independente ou parceiro) ou a um licenciado (entidade autorizada a usar e manter o código), estabelecendo termos rígidos de confidencialidade, segurança física, uso restrito e responsabilidades em caso de falta. Este modelo Word editável é próprio para empresas de software, consultores de TI e desenvolvedoras que precisam guardar código-fonte em segurança sem ceder propriedade intelectual. Download gratuito; exportável em PDF.

Por que você precisa deste documento

Código-fonte é um ativo intangível de elevadíssimo valor — contém algoritmos, segredos comerciais e anos de investimento da empresa. Quando precisa ser compartilhado com parceiros, clientes ou depositários para manutenção, suporte ou escrow, o risco de vazamento, cópia não autorizada, ou perda é crítico. Sem um Acordo de Confiança formal, você não tem fundação jurídica para processar quem divulga o código, nem pode exigir danos por perda ou dano aos ficheiros. Este acordo documenta que a empresa agiu com cautela razoável para proteger segredo (requisito legal em muitas jurisdições para danos de propriedade intelectual), define responsabilidades do depositário de forma clara, e estabelece procedimentos de devolução ou destruição. Protege você contra roubo interno, negligência, e reclamações futuras de propriedade sobre o código.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Depositário (terceiro neutro) que apenas armazenaAcordo básico de confiança de código
Parceiro que precisa manter e melhorar o códigoAcordo com licenciado
Especialista externo avaliando ou migrando códigoAcordo com consultor técnico
Depositário profissional com obrigações reguladasAcordo com instituição de escrow
Proteção reforçada com certificados de autorizaçãoAcordo com credencial de segurança
Armazenamento em mídia com condições de temperatura/umidadeAcordo com controle ambiental

Erros comuns a evitar

❌ Deixar indefinidos os Materiais Confiados no inventário anexo.

Por que importa: Sem descrição precisa, é impossível verificar se o depositário guarda o correto ou se há furto/dano.

Fix: Anexe Inventário detalhado com lista completa, versões, datas e formato de cada ficheiro.

❌ Não limitar claramento o uso do código pelo licenciado a manutenção e suporte.

Por que importa: O licenciado pode reivindicar direito de desenvolver produtos derivados ou licenciar a terceiros, diluindo o monopólio da empresa.

Fix: Declare explicitamente: «unicamente para manter e suportar o Software para uso interno»; proíba modificações não autorizadas.

❌ Transferir propriedade intelectual ao depositário ou licenciado por omissão.

Por que importa: A empresa perde direitos autorais e controlo sobre o código, podendo não poder reavê-lo após rescisão.

Fix: Inclua cláusula expressa: «transferência de título físico não implica cessão de propriedade intelectual ou direitos autorais».

❌ Não especificar responsabilidade por dano ou perda dos materiais.

Por que importa: Se o código for danificado ou destruído, a empresa fica sem recurso e sem cópia de backup.

Fix: Defina que o depositário assume risco total; exija apólice de seguro ou caução; mantenha cópia independente.

❌ Usar jurisdição incorreta ou conflituosa.

Por que importa: Em caso de disputa, custos e duração legal aumentam; pode haver contradição com leis locais.

Fix: Escolha jurisdição onde ambas as partes têm presença; para Brasil-Portugal, considere lei neutra ou mediação.

❌ Não definir eventos de falta claros e período de aviso razoável.

Por que importa: O depositário não sabe quando deve notificar; a empresa fica cega a riscos até descobrir por acaso.

Fix: Liste eventos específicos (acesso não autorizado, falha ambiental, solicitação legal); dê 5–10 dias úteis de aviso.

As 9 cláusulas-chave, explicadas

Definições

Em linguagem simples: Lista abrangente de termos-chave do acordo, incluindo Programa, Código Fonte, Documentação do Software, Depositário, Licenciado e Eventos de Falta.

Exemplo de redação
«Código Fonte» é qualquer cópia completa do código fonte da versão do Programa, apropriadamente identificada para denotar a versão de liberação desta, em forma legível por máquina e em forma legível para humanos com anotações na língua [INGLESA].

Erro comum: Deixar termos-chave vagos ou não definir o escopo exato do que constitui Código Fonte e Documentação.

Atribuição da confiança

Em linguagem simples: A empresa transfere o código fonte e documentação ao depositário sob confiança, sem ceder direitos autorais ou propriedade intelectual.

Exemplo de redação
A Companhia transfere ao Confiado, em confiança, todo título legal e cópia física dos Materiais Confiados. É reconhecido que tal transferência não é na intenção de transferir qualquer direito autoral ou propriedade intelectual intangível.

Erro comum: Não deixar claro que a transferência física não implica transferência de propriedade intelectual.

Obrigações de sigilo e confidencialidade

Em linguagem simples: O depositário concorda em manter os materiais em segredo estrito, sem copiar, usar ou divulgar a terceiros sem consentimento prévio escrito.

Exemplo de redação
O Confiado reconhece e concorda que o Material Confiado são bens valiosos e informação proprietária e confidencial da Companhia e concorda em mantê-los em estrito segredo e tomar todas as ações razoáveis e apropriadas para preservar sua confidencialidade.

Erro comum: Permitir exceções vagas a sigilo (p.ex., «quando necessário») sem definir circunstâncias específicas e aprovação prévia.

Armazenamento seguro e segregado

Em linguagem simples: O depositário concorda em armazenar o código e documentação em local segregado e seguro, com condições controladas de temperatura e umidade, protegido de acesso não autorizado.

Exemplo de redação
O Confiado não deve manter e preservar o Material Confiado de maneira salva e segura apropriada pelos valiosos ativos de natureza similar em um contêiner separado, apropriadamente segregado dos materiais que não fazem parte do assunto deste Acordo em um local dentro dos limites do [ESTADO].

Erro comum: Não especificar padrões físicos de segurança (localização, mídia, controlo ambiental) esperados do depositário.

Responsabilidades de risco e dano

Em linguagem simples: O depositário assume o risco de dano aos materiais durante o armazenamento, incluindo falhas de controlo ambiental, e é responsável por compensação.

Exemplo de redação
O Confiado concorda que ambas, temperatura e umidade, do ambiente do depósito são controladas dentro dos parâmetros definidos no Inventário [ESPECIFICAR], e concorda em suportar todos os riscos de dano aos Materiais Confiados vindo da falta de tal controle.

Erro comum: Assumir riscos de forma ilimitada sem definir padrões específicos ou limites de responsabilidade.

Garantia de licença ao licenciado

Em linguagem simples: A empresa garante ao licenciado uma licença pessoal, não-exclusiva e intransferível do código para manutenção e suporte interno apenas.

Exemplo de redação
A Companhia garante ao Licenciado uma licença pessoal, não-exclusiva e intransferível dos Materiais Confiados, unicamente para manter e suportar o Software para uso interno.

Erro comum: Não limitar claramente o escopo de uso do código (apenas manutenção, não desenvolvimento novo ou comercialização).

Identificação dos materiais depositados

Em linguagem simples: Listagem detalhada do código, versão de liberação, documentação e data, constando num Inventário anexo ao acordo.

Exemplo de redação
Software é a qualquer momento a versão do programa de computador então licenciado, incluindo aquela versão ou qualquer programa compilado, descritos no Inventário [ESPECIFICAR] deste.

Erro comum: Não anexar um inventário específico e datado, tornando indeterminado o que está efectivamente depositado.

Eventos de falta e período de aviso

Em linguagem simples: Define eventos que acionam notificação (p.ex., acesso não autorizado, falta de armazenamento seguro) e prazo para o depositário informar antes de agir.

Exemplo de redação
«Evento de Falta» é um ou mais eventos definidos no parágrafo [ESPECIFICAR]; «Período de Aviso» são os [NUMERO] Dias Úteis começando na data que o Confiado notificar a Companhia de um Evento de Falta que ocorreu.

Erro comum: Não especificar quais eventos constituem falta, deixando dúvida sobre obrigações de divulgação.

Jurisdição e direito aplicável

Em linguagem simples: O acordo é regido pelas leis do estado ou país especificado, e qualquer disputa será resolvida nos tribunais locais.

Exemplo de redação
«Corte» é a Corte do [ESTADO]; este Acordo será interpretado conforme as leis do [ESTADO/PAÍS].

Erro comum: Não especificar jurisdição clara, causando incerteza sobre qual lei governa e qual tribunal é competente.

Como preencher

  1. 1

    Identificar as três partes

    Preencha nome legal completo, estado/país de constituição e endereço da Companhia (detentora do código), do Depositário (terceiro que armazena) e do Licenciado (que usa o software).

    💡 Certifique-se de que os nomes legais correspondem exatamente aos documentos corporativos.

  2. 2

    Descrever o programa de software

    Indique o nome, versão e data de liberação do programa cuja código-fonte está sendo depositada.

    💡 Use a designação oficial interna; isso facilita identificação posterior.

  3. 3

    Definir data e datas de depósito

    Preencha a data de assinatura do acordo e, se houver múltiplos depósitos, datas de depósitos subsequentes.

    💡 Deixe em branco se o acordo for aberto a depósitos futuros; defina depois por aditivo.

  4. 4

    Anexar inventário detalhado

    Crie um Inventário com lista completa de ficheiros de código-fonte, versão, data, documentação técnica e mídia (digital ou papel).

    💡 Seja específico: inclua nomes de ficheiros, diretórios e formato de armazenamento (CD, servidor, pasta de rede).

  5. 5

    Especificar padrões de armazenamento

    Defina localização (estado/país), parâmetros de temperatura/umidade, tipo de contentor e medidas de segurança física.

    💡 Se o depositário for profissional (escrow), exija certificação de conformidade com padrões da indústria.

  6. 6

    Definir eventos de falta e período de aviso

    Liste eventos que acionam notificação obrigatória (p.ex., acesso não autorizado, dano, roubo) e prazo (dias úteis) para o depositário avisar.

    💡 Seja realista: 5 a 10 dias úteis é típico para aviso; muito curto torna impraticável.

  7. 7

    Revisar com conselheiro jurídico

    Submeta o acordo preenchido a um advogado local antes de assinatura para validar conformidade com leis de direitos autorais, confidencialidade e propriedade intelectual.

    💡 Especialmente importante se as partes estão em jurisdições diferentes (Brasil, Portugal, UE).

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre depositário e licenciado neste acordo?

O depositário (Confiado) é um terceiro neutro que apenas armazena o código em cofre seguro, sem o executar ou modificar. O licenciado é a empresa que recebe direito de usar, manter e suportar o código em operação. Ambos têm obrigações de sigilo, mas o licenciado tem maior acesso operacional. Este acordo governa ambos os papéis simultaneamente.

Este acordo protege o código-fonte contra furto ou cópia?

Sim, parcialmente. O acordo impõe obrigações jurídicas de sigilo e segurança física sobre o depositário. No entanto, não é prova contra ameaças internas ou falhas técnicas graves. Recomenda-se complementar com criptografia de ficheiros, auditoria de acesso e cópias de segurança independentes. Consulte um advogado de propriedade intelectual para estratégia integrada.

Que acontece se o licenciado violar os termos de confidencialidade?

O acordo não especifica remédios (indenização, medida cautelar, rescisão), mas esses são direitos comuns em lei. A empresa pode processar por violação de contrato e pedir ressarcimento de danos, incluindo danos punitivos se houver má fé. Para execução eficaz, mantenha registos de acesso e inclua cláusula de penalidade contratual específica. Consulte advogado antes de ação judicial.

É possível adicionar novos depósitos de código após a assinatura inicial?

Sim. Este modelo contempla «Depósitos Subsequentes» além do inicial. Basta preencher datas e criar novo Inventário anexado, assinado pelas mesmas partes. Inclua referência clara ao acordo original e à data do novo depósito. Recomenda-se formalizar via aditivo escrito para evitar ambiguidade.

O acordo é válido em Portugal e Brasil simultaneamente?

Não automaticamente. Este modelo usa linguagem e estrutura adaptáveis, mas direito autoral, confidencialidade e propriedade intelectual diferem entre Brasil, Portugal e UE. Para uso binacional, recomenda-se: (1) escolher uma única jurisdição (Brasil é mais comum em contratos internacionais), (2) incluir cláusula de mediação ou arbitragem internacional, ou (3) ter duas versões do contrato, cada uma regida por lei local. Consulte advogado em cada jurisdição antes de assinar.

O que devo fazer com o código-fonte após rescisão do acordo?

Este modelo não especifica, mas é prática padrão: (1) o depositário retorna ou destrói os materiais conforme instruído; (2) o licenciado cessa uso, exceto se adquirir direitos permanentes de manutenção; (3) ambos confirmam destruição via atestado escrito. Recomenda-se adicionar cláusula de «rescisão e devolução» ao contrato, com prazos e procedimentos claros. Consulte advogado para evitar disputas de propriedade posterior.

Preciso de revisão jurídica antes de assinar?

Sim, fortemente recomendado. Este modelo fornece estrutura genérica, mas código-fonte e propriedade intelectual são ativos críticos. Um advogado pode: (1) validar conformidade com lei local, (2) adaptar jurisdição e cláusulas de execução, (3) revisar Inventário técnico, (4) incluir seguros ou caução se apropriado. O custo da revisão é insignificante comparado ao risco de perda ou vazamento de código.

Como defino o que vai no Inventário anexo?

O Inventário deve listar: (1) nome de cada ficheiro ou pasta de código-fonte, (2) versão de liberação, (3) data, (4) formato de armazenamento (CD-ROM, servidor, disco externo), (5) documentação técnica incluída (manuais, anotações), (6) localização de armazenamento físico. Seja específico: em vez de «todo o código do Programa X», liste «Programa X v2.3.1, released 15-Mar-2025, source files in /src/ directory, 245 MB, on encrypted USB drive, stored in climate-controlled vault at [Endereço]». Mais detalhe = menos disputa depois.

Como se compara com alternativas

vs Acordo de confidencialidade (NDA) genérico

Um NDA genérico protege informação confidencial (incluindo código), mas é amplo e não detalha obrigações específicas de armazenamento físico, segurança ambiental ou devolução de ativos digitais. Um Acordo de Confiança de Código-Fonte é especializado: inclui inventário técnico detalhado, padrões de mídia e armazenagem, eventos de falta específicos a dados digitais, e procedimentos de devolução ou destruição. Use NDA genérico para comunicações preliminares; use este modelo quando código físico mudar de mãos.

vs Acordo de licença de software padrão

Um Acordo de Licença governa direitos de uso do software compilado (executável); este Acordo de Confiança governa o código-fonte não compilado. Complementam-se: o Acordo de Licença dita o que o licenciado pode fazer com o software funcionando; este Acordo dita como o código-fonte está guardado, quem pode vê-lo e sob que condições de segurança. Ambos devem ser usados juntos quando há compartilhamento de código.

vs Contrato de escrow profissional (de terceiro)

Um contrato de escrow profissional é assinado com uma empresa especializada de escrow (p.ex., Iron Mountain, Escrow Tech) e inclui cláusulas reguladas, seguros, certificações ISO 27001 e procedimentos legais de liberação. Este modelo é mais flexível e adequado para terceiro informal ou parceiro. Se usar escrow profissional, o contrato deles substitui este; se usar colega de confiança ou departamento interno, este modelo é mais apropriado.

vs Acordo de depósito em cofre tradicional

Um Acordo de Depósito em Cofre (para documentos físicos) é genérico e foca segurança física. Este Acordo de Confiança de Código-Fonte é especializado em ativos digitais: aborda mídia de armazenagem (USB, CD, servidor), compatibilidade com sistemas do licenciado, compilação verificável do código, anotações técnicas em linguagem específica e recuperabilidade. Use este para código digital; use cofre tradicional se armazenar apenas documentos em papel impressos.

Considerações por setor

Desenvolvimento de software

Empresas de software precisam proteger código-fonte ao licenciar para parceiros, clientes ou ao usar serviços de escrow.

Consultoria de TI

Consultores que acessem código cliente para manutenção ou migração devem assinar acordo de confiança para proteger propriedade intelectual.

Fintech

Plataformas fintech com código proprietário crítico para segurança usam acordo de confiança com depositários certificados (compliance).

SaaS (Software como Serviço)

Provedores SaaS depositam código em escrow como garantia ao cliente em caso de insolvência ou cessação de serviço.

Outsourcing de desenvolvimento

Empresas de outsourcing offshore recebem código-fonte em depósito seguro com cláusulas de sigilo e repatriação.

Educação e investigação

Universidades e centros de I&D depositam código de projetos colaborativos para proteger propriedade intelectual conjunta.

Notas jurisdicionais

No Brasil, código-fonte é protegido por Lei 9.610/1998 (Direitos Autorais). Accord de confiança deve citar lei brasileira e permitir ação na justiça federal ou estadual competente. Inclua cláusula de sigilo conforme Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) se dados pessoais forem envolvidos.

Em Portugal, Código do Direito de Autor e Direitos Conexos (DL 63/85 e posteriores) e Código da Propriedade Industrial protegem código-fonte. Acordo deve conformar-se a direito português; recomenda-se competência nos Tribunais da Relação de Lisboa ou Porto. Inclua conformidade com RGPD se dados pessoais estiverem em depósito.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloAcordo simples entre duas partes de boa fé (p.ex., empresa e depositário interno) com escopo de código limitado.Grátis (download modelo + 1–2 horas de sua leitura).1–2 dias para preenchimento e assinatura.
Modelo + revisão jurídicaAcordo com terceiro externo, código de valor moderado ou múltiplas jurisdições (Brasil + Portugal).€400–€900 (revisão jurídica local).5–10 dias (revisão + ajustes).
Redigido sob medidaCódigo de elevadíssimo valor, múltiplas partes, jurisdições complexas ou quando acordo futuro de transferência de propriedade é possível.€2.000–€5.000+ (advogado especializado em propriedade intelectual).3–4 semanas (negociação, redação, execução).

Glossário

Código fonte
Instruções legíveis por humanos e máquinas que formam a base programável de uma aplicação software.
Depositário (Confiado)
Terceiro neutro que recebe e armazena o código fonte sob confidencialidade.
Licenciado
Entidade que recebe direito de uso e manutenção do software sob licença.
Materiais confiados
Código fonte, documentação técnica e materiais relacionados depositados sob sigilo.
Segredo comercial
Informação proprietária que confere vantagem competitiva e é mantida confidencial.
Propriedade intelectual
Direitos legais sobre invenções, código, marcas e criações da empresa.
Escrow
Depósito em poder de terceiro imparcial, liberado sob condições pré-acordadas.
Evento de falta
Ocorrência que ativa obrigações de aviso ou liberação do depósito.
Documentação do software
Manuais, anotações técnicas e especificações que explicam funcionamento e manutenção.
Período de aviso
Prazo durante o qual o depositário comunica falhas detectadas antes de agir.
Transferência de direitos
Passagem de propriedade intelectual (não ocorre neste acordo; código permanece do detentor).

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