Carta da Direção Pagamento do Preço de Aquisição

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3 páginas25–30 min para preencherDificuldade: PadrãoAssinatura exigidaRevisão jurídica recomendada
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LivreCarta da Direção Pagamento do Preço de Aquisição

Em resumo

O que é
A Carta da Direção Pagamento do Preço de Aquisição é um documento legal que coordena o desembolso de fundos de empréstimo e o pagamento do saldo do custo de aquisição de equipamento ou bens. Funciona como instrução conjunta entre credor e mutuário para um intermediário (tipicamente um banco ou entidade de confiança), condicionando o pagamento ao cumprimento de itens de fechamento e condições contratadas. Disponível para download em Word gratuito, editável e exportável em PDF.
Quando você precisa
Utilize este documento quando está finalizando uma operação de aquisição de bens ou equipamento financiada por empréstimo e hipoteca. É essencial em transações onde um terceiro (banco ou sociedade de confiança) detém os fundos até que todas as condições de fechamento sejam confirmadas, garantindo segurança jurídica para ambas as partes.
O que contém
O modelo inclui identificação das partes (credora e mutuária), referência à proposta financeira e contrato de empréstimo, descrição da garantia e cessão de crédito, agenda de itens de fechamento, instrução de depósito condicional, procedimento de confirmação conjunta por escrito, e disposições sobre emissão de cheque e distribuição de juros acumulados.

O que é um modelo de carta da direção pagamento do preço de aquisição?

A Carta da Direção Pagamento do Preço de Aquisição é um documento legal que instrui um intermediário (como um banco ou sociedade de confiança) a desembolsar fundos de empréstimo e pagamento de saldo de custo de aquisição, porém condicionado ao cumprimento prévio de itens e condições de fechamento acordados. Funciona como instrução conjunta da credora (entidade que empresta) e da mutuária (empresa que adquire), garantindo sincronização e segurança jurídica na operação. Este modelo em Word é editável, pronto para descarregar gratuitamente, e exportável em PDF com assinatura digital.

Por que você precisa deste documento

Sem uma carta da direção clara, o intermediário não tem instruções precisas sobre quando e como desembolsar os fundos. Corre-se o risco de desembolsar antes que as condições críticas sejam cumpridas — como registo da hipoteca, revisão legal, ou entrega de garantias — deixando a credora ou a mutuária expostas. Uma carta bem estruturada protege ambas as partes ao condicionar explicitamente o pagamento ao cumprimento de todas as obrigações, evita atrasos desnecessários ao clarificar prazos e procedimentos, e documenta de forma profissional que a operação foi executada em conformidade com os termos acordados. É especialmente crítica em operações de equipamento ou imobiliárias de valor significativo.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Quando há um único empréstimo e um fiador para a operaçãoCarta da Direção - Aquisição com Empréstimo Simples
Quando há mais de um credor ou fonte de financiamentoCarta da Direção - Aquisição com Múltiplos Credores
Quando o bem adquirido é imóvel com hipoteca registadaCarta da Direção - Aquisição Imobiliária
Quando o bem é equipamento com garantia e cessão de créditoCarta da Direção - Aquisição de Equipamento Industrial
Quando há múltiplos itens de fechamento e pós-fechamentoCarta da Direção - Pagamento com Condições Complexas

Erros comuns a evitar

❌ Deixar em branco ou incompletamente preenchido o montante do empréstimo ou do saldo do custo

Por que importa: O intermediário não saberá quanto depositar ou quanto pagar, paralisando a operação.

Fix: Calcule e insira montantes precisos antes de enviar. Circule internamente para confirmação de valores.

❌ Não especificar claramente quais são as condições de fechamento que devem ser cumpridas

Por que importa: Cria ambiguidade sobre quando a confirmação conjunta pode ser dada, podendo resultar em demora ou recusa de pagamento.

Fix: Anexe uma agenda de fechamento clara e detalhada; refira-a na carta com precisão.

❌ Omitir o nome ou contacto correto do intermediário ou beneficiário do cheque

Por que importa: O cheque pode ser emitido para a entidade errada ou o intermediário pode não receber a confirmação.

Fix: Confirme todos os nomes, endereços, números de fax/email com o intermediário e o vendedor antes de finalizar.

❌ Não especificar a jurisdição de constituição das partes ou a moeda dos fundos

Por que importa: Cria dúvida sobre qual lei governa o acordo e pode gerar confusão sobre a moeda de pagamento.

Fix: Pesquise e insira a jurisdição correta de cada entidade e a moeda acordada com o credor.

❌ Esquecer de fazer assinarem pela credora e mutuária (e por vezes o intermediário)

Por que importa: O documento pode não ser executório ou o intermediário pode não reconhecer as instruções como válidas.

Fix: Consulte um advogado sobre quem deve assinar e em que ordem; obtenha assinaturas originais ou autenticadas.

❌ Usar placeholders genéricos sem preencher com informações específicas da operação

Por que importa: O documento fica inutilizável e não reflete a operação real, podendo levar a desentendimentos.

Fix: Dedique tempo a preencher cada campo com dados precisos da proposta, contrato e agenda de fechamento.

As 11 cláusulas-chave, explicadas

Identificação das Partes e Data de Efetividade

Em linguagem simples: Define o nome legal, jurisdição de constituição e endereço da credora e da mutuária, bem como a data de entrada em vigor do acordo.

Exemplo de redação
Esta Carta da Direção está efetiva [DATA], ENTRE: [NOME DA CREDORA], uma empresa organizada sob as leis de [Estado/Província], com sede em [SEU ENDEREÇO COMPLETO] E: [NOME DA SUA EMPRESA], uma empresa organizada sob as leis de [Estado/Distrito], com sede em [ENDEREÇO COMPLETO].

Erro comum: Omitir a jurisdição de constituição ou deixar datas em branco, criando incerteza sobre a validade do documento.

Considerandos - Proposta Financeira e Aceitação

Em linguagem simples: Refere a proposta financeira original da credora, a data dessa proposta e a data de aceitação pela mutuária.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE a [CREDORA] fez uma proposta financeira para [MUTUÁRIA] datada de [DATA], que a Mutuária aceitou em [DATA] (a 'Proposta').

Erro comum: Não referenciar as datas corretas da proposta e aceitação, gerando dúvidas sobre o acordo subjacente.

Considerandos - Contrato de Empréstimo e Hipoteca

Em linguagem simples: Identifica o contrato de empréstimo e hipoteca relacionado, o montante dos proventos, o equipamento a adquirir e o vendedor.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE a Credora e a Mutuária entraram em certo Contrato de Empréstimo e Hipoteca prevendo empréstimo de [MONTANTE] para aquisição do equipamento listado em [ESPECIFICAR] da [ESPECIFICAR EMPRESA], sobre os termos do Contrato.

Erro comum: Deixar em branco o montante do empréstimo, a descrição do equipamento ou o nome do vendedor.

Considerandos - Garantia e Cessão de Crédito

Em linguagem simples: Confirma que um fiador executou uma garantia com subordinação de crédito a favor da credora.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE [ESPECIFICAR NOME] executou certa Garantia, Cessão e Prorrogação de Crédito com respeito às obrigações da Mutuária sob o Contrato em favor da Credora (a 'Garantia').

Erro comum: Não especificar o nome do fiador ou omitir referência à garantia e cessão, fragilizando a proteção do credor.

Considerandos - Itens de Fechamento Pendentes

Em linguagem simples: Reconhece que alguns itens da agenda de fechamento e condições da proposta ainda não foram atendidos no momento da carta.

Exemplo de redação
CONSIDERANDO QUE alguns dos itens de fechamento e pós-fechamento estabelecidos na agenda de fechamento anexa e algumas das condições estabelecidas na Proposta ainda não foram atendidos.

Erro comum: Não referenciar a agenda de fechamento, deixando ambiguidade sobre quais condições pendentes existem.

Descrição dos Fundos e Composição

Em linguagem simples: Detalha o montante total dos fundos, sua moeda, e como se compõe entre desembolso do empréstimo e pagamento do saldo do custo.

Exemplo de redação
A Credora propôs depósito de cheque no montante de [MONTANTE] em moeda legal do [PAÍS], representando o agregado do desembolso dos Proventos do Empréstimo de [MONTANTE] e o pagamento do Saldo do Custo pela Mutuária de [MONTANTE].

Erro comum: Não especificar a moeda ou deixar em branco os montantes, criando confusão sobre o valor exato a depositar.

Instrução de Depósito em Conta de Confiança

Em linguagem simples: Instrui o intermediário (banco ou entidade de confiança) a depositar os fundos em sua conta, condicionado à receção da confirmação conjunta.

Exemplo de redação
[ESPECIFICAR] é para depositar os Fundos em sua conta de confiança, pendente o recebimento de Confirmação Conjunta que todos os itens da Agenda tiverem sido realizados e todas as condições atingidas.

Erro comum: Não nomear o intermediário ou não explicar claramente a condição de depósito, deixando o terceiro sem instrução clara.

Condições para Confirmação Conjunta

Em linguagem simples: Estabelece quais condições devem ser cumpridas (itens da agenda, condições da proposta, registo do contrato, dispensas de banqueiros, revisão do advogado) antes de liberar os fundos.

Exemplo de redação
A Confirmação Conjunta deverá confirmar que todos os itens da Agenda tiverem sido realizados, todas as condições da Proposta atingidas, o Contrato registado sem entradas adversas, dispensas e subordinações de banqueiros recebidas, e o advogado da Credora tenha revisado e declarado satisfatório.

Erro comum: Ser vago sobre as condições, não listando especificamente o que deve ser confirmado, criando possibilidade de desentendimento.

Procedimento de Entrega da Confirmação Conjunta

Em linguagem simples: Define os meios e prazos para entrega da confirmação conjunta ao intermediário (correio registado, entrega em mão, telecópia) e a data efetiva de receção.

Exemplo de redação
A Confirmação Conjunta deverá ser entregue a [ESPECIFICAR] por correio registado ou entregue em mão, e será considerada recebida [NÚMERO] dias após colocação no correio ou no recebimento se entregue em mão.

Erro comum: Não especificar o contacto correto ou os meios de entrega, resultando em confirmação não recebida ou perdida.

Emissão de Cheque para Pagamento do Custo de Aquisição

Em linguagem simples: Instrui o intermediário a emitir cheque, após confirmação conjunta, pelo montante do saldo do custo em favor da entidade especificada.

Exemplo de redação
Mediante receção da Confirmação Conjunta, [ESPECIFICAR] deverá emitir cheque no montante de [MONTANTE] em moeda legal do [PAÍS] a pagar para a ordem de [ESPECIFICAR] na [ENDEREÇO] em pagamento do custo de aquisição do Equipamento.

Erro comum: Deixar em branco o nome do beneficiário ou o endereço, impedindo que o cheque seja emitido corretamente.

Distribuição de Juros Acumulados

Em linguagem simples: Especifica que juros acumulados sobre os fundos atribuíveis ao empréstimo vão para a credora e os atribuíveis ao saldo do custo vão para a mutuária.

Exemplo de redação
Todos os juros acumulados sobre os Fundos atribuíveis aos Proventos do Empréstimo serão pagos à Credora e todos os juros atribuíveis ao Balanço do Custo serão pagos à Mutuária.

Erro comum: Não separar a distribuição de juros, causando disputas sobre a quem pertence o interesse acumulado.

Como preencher

  1. 1

    Identifique as partes contratantes

    Preencha o nome legal completo, jurisdição de constituição e endereço da credora e da mutuária. Confirme que ambas são entidades legalmente constituídas.

    💡 Copie os dados diretamente dos certificados de constituição ou registos comerciais para evitar erros.

  2. 2

    Insira as datas da proposta financeira

    Registre a data da proposta financeira original da credora e a data em que a mutuária a aceitou.

    💡 Estas datas devem corresponder aos documentos de proposta e aceitação que já possui.

  3. 3

    Detalhe o contrato de empréstimo e hipoteca

    Especifique o montante exato do empréstimo, a descrição do equipamento ou bem a adquirir, o vendedor, e a data do contrato de empréstimo.

    💡 Consulte o contrato de empréstimo para preencher montantes e datas com precisão.

  4. 4

    Nomear o fiador e referência à garantia

    Identifique o nome completo do fiador e confirme que a garantia, cessão e prorrogação de crédito foram executadas e aceites.

    💡 Certifique-se de que a garantia foi realmente assinada antes de preencher este campo.

  5. 5

    Complete os montantes dos fundos

    Calcule e insira o montante total dos fundos, a moeda, o desembolso do empréstimo e o saldo do custo que a mutuária pagará.

    💡 Soma = Desembolso Empréstimo + Saldo Custo. Confirme com o intermediário qual é o montante exato a depositar.

  6. 6

    Designe o intermediário e conta de confiança

    Especifique o nome da entidade que receberá e depositará os fundos em confiança (tipicamente um banco ou sociedade de confiança).

    💡 Obtenha confirmação do intermediário sobre a conta de confiança antes de preencher.

  7. 7

    Defina as condições de confirmação conjunta

    Liste os itens específicos da agenda de fechamento, condições da proposta, requisitos de registo e revisão legal que devem ser cumpridos.

    💡 Refira-se à agenda de fechamento anexa e ao contrato de empréstimo para listar todas as condições relevantes.

  8. 8

    Preencha contacto e procedimento de confirmação

    Forneça o nome completo, endereço, país, estado/distrito, número de fax/email da entidade que receberá a confirmação conjunta.

    💡 Confirme estes dados com o intermediário para garantir que a confirmação será recebida no local correto.

Perguntas frequentes

O que é uma carta da direção de pagamento do preço de aquisição?

É um documento legal que instrui um intermediário (tipicamente um banco ou sociedade de confiança) a depositar e desembolsar fundos de empréstimo e pagamento de saldo de custo, condicionado ao cumprimento de condições de fechamento acordadas. Funciona como instrução conjunta da credora e mutuária, garantindo que o pagamento só ocorre quando todas as condições forem atingidas. É comum em operações de aquisição de equipamento, imóveis e bens financiados.

Quando preciso usar este documento?

Use esta carta sempre que está finalizando uma operação de aquisição financiada onde há um contrato de empréstimo, uma garantia ou hipoteca, e um terceiro (intermediário) vai deter os fundos. É especialmente importante quando há itens de fechamento pendentes (como registo de hipoteca, revisão legal, dispensas de banqueiros) que devem ser cumpridos antes do desembolso. Protege ambas as partes ao condicionar o pagamento ao cumprimento de obrigações.

Quem são as partes envolvidas?

As partes principais são a credora (entidade que empresta os fundos), a mutuária (que recebe o empréstimo e adquire o bem), um fiador (que garante as obrigações da mutuária), e um intermediário (banco ou sociedade de confiança que detém os fundos). Por vezes há um vendedor do equipamento ou bem. Cada uma tem um papel específico no processo de fechamento e desembolso.

Como funciona o depósito condicional dos fundos?

O intermediário recebe instruções de depositar os fundos em conta de confiança (não os libera imediatamente). Ambas as partes (credora e mutuária) devem emitir uma confirmação conjunta por escrito ao intermediário confirmando que todas as condições de fechamento foram atingidas (registo, garantia, revisão legal, etc.). Apenas após receber esta confirmação é que o intermediário liberta os fundos e emite cheque para pagamento.

O que é uma agenda de fechamento e por que é importante?

A agenda de fechamento é uma lista detalhada de itens e condições que devem ser cumpridos antes do desembolso. Inclui: registo da hipoteca/garantia no registo público, revisão legal pela credora, dispensas de banqueiros, entrega de documentos, etc. É importante porque especifica exatamente o que deve ser feito para que o pagamento seja autorizado, evitando ambiguidades e atrasos.

Quem paga o saldo do custo do equipamento?

A mutuária (a empresa que está a adquirir o bem) paga o saldo do custo. Este é o montante que fica depois de subtrair o desembolso do empréstimo do custo total da aquisição. O intermediário, após confirmação conjunta, emite um cheque pelo saldo do custo em favor do vendedor ou entidade designada.

Como é feita a confirmação conjunta?

A confirmação conjunta é uma comunicação escrita conjunta (assinada ou aprovada pela credora e mutuária) ao intermediário. Pode ser enviada por correio registado, entregue em mão, ou por telecópia, conforme estabelecido na carta. Deve referenciar especificamente a carta da direção e confirmar que todas as condições de fechamento foram atingidas. Apenas após receção desta confirmação é que os fundos são liberados.

O que acontece se as condições de fechamento não forem cumpridas no prazo?

Se as condições não forem cumpridas, a confirmação conjunta não pode ser emitida e o intermediário não liberta os fundos. A operação fica suspensa até que as condições sejam atingidas. É por isso que é crucial ter uma agenda clara e acompanhar de perto o cumprimento de cada item. Se há dúvida sobre o cumprimento, recomenda-se consultar um advogado.

Preciso de um advogado para preparar esta carta?

Enquanto este modelo fornece uma estrutura sólida, recomenda-se que um advogado revise a carta, especialmente se a operação é complexa, envolve múltiplas jurisdições, ou montantes significativos. Um advogado pode garantir que todas as condições específicas da sua operação estão incluídas e que o documento cumpre a lei aplicável.

Como se compara com alternativas

vs Contrato de empréstimo e hipoteca

O contrato de empréstimo e hipoteca estabelece os termos, taxa de juro, período de reembolso e a hipoteca/garantia do empréstimo. A carta da direção é um documento posterior que instrui especificamente o intermediário como e quando desembolsar os fundos. O contrato é o acordo principal; a carta é a instrução operacional de execução. Ambos são necessários.

vs Proposta de financiamento

A proposta de financiamento é a oferta inicial da credora com termos gerais e montante. A carta da direção é o documento executório que incorpora essa proposta e instrui o desembolso condicional. A proposta precede a carta e é referenciada nela. A carta adiciona a componente de instrução e condições de fechamento.

vs Nota de dívida ou pagaré

Uma nota de dívida ou pagaré é um instrumento de crédito que formalmente reconhece a dívida e os termos de reembolso. A carta da direção é um documento de instrução de pagamento que coordena a libertação de fundos. A nota de dívida documenta a obrigação; a carta coordena a execução operacional.

vs Garantia e cessão de crédito

A garantia e cessão de crédito é um documento onde o fiador assume responsabilidade e cedencia direitos de crédito. A carta da direção refere a existência dessa garantia mas não a substitui. Ambas são necessárias: a garantia protege o credor contra falta de pagamento; a carta coordena o desembolso condicional ao cumprimento de todas as obrigações.

Considerações por setor

Imobiliário e construção

Usado em operações de compra de propriedade com financiamento hipotecário, onde registo e revisão legal são condições críticas de fechamento.

Equipamento industrial e maquinaria

Aplicável na aquisição de equipamento ou máquinas financiadas, onde o vendedor requer confirmação de cumprimento antes de entregar o bem.

Comércio e distribuição

Utilizado em compra de instalações comerciais ou equipamento de distribuição com empréstimo e garantia corporativa.

Tecnologia e telecomunicações

Aplicável em aquisição de infraestrutura ou equipamento tecnológico significativo com financiamento estruturado.

Financeiro e bancário

Crítico para intermediários (bancos, sociedades de confiança) que precisam executar instruções condicionais de desembolso com clareza legal.

Manufatura e produção

Usado na compra de linhas de produção ou equipamento fabril financiado, onde o cumprimento de condições técnicas é essencial.

Notas jurisdicionais

No Brasil, esta carta deve estar alinhada com o Código Civil (artigos de contratos) e o registo em cartório (para hipotecas em imóveis). Recomenda-se que um advogado brasileiro revise a condição de registo e o procedimento de confirmação conjunta. O Contrato de Empréstimo e Hipoteca relacionado deve cumprir as exigências do Sistema de Registos Imobiliários do estado relevante.

Em Portugal, esta carta deve conformar-se ao Código Civil (contratos e hipotecas) e às exigências do Conservatória do Registo Predial para bens imóveis, ou de Registo Comercial para bens móveis. A confirmação conjunta deve ser documentada com clareza para ser reconhecida pelo intermediário. Recomenda-se revisão por advogado português para assegurar que todas as condições de fechamento cumprem a lei aplicável e os procedimentos de registo.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloOperações simples, com uma única credora, mutuária e intermediário, onde todas as partes têm experiência em operações similares.Gratuito (modelo)2–4 horas para preencher e enviar
Modelo + revisão jurídicaOperações típicas de aquisição com empréstimo hipotecário onde se pretende assegurar conformidade legal antes de assinar.€500–€1500 (revisão jurídica)5–7 dias (incluindo revisão)
Redigido sob medidaOperações complexas com múltiplos credores, jurisdições, condições condicionais ou montantes muito elevados.€2000–€5000+ (drafting completo)7–14 dias (drafting, negociação, finalisação)

Glossário

Credora
Entidade financeira que empresta os fundos e assume o papel de credor hipotecário ou sob garantia.
Mutuária
Empresa ou pessoa que recebe o empréstimo e adquire o equipamento ou bem.
Fiador
Pessoa ou entidade que garante as obrigações da mutuária perante a credora.
Proventos do Empréstimo
Montante de dinheiro desembolsado pela credora à mutuária para financiar a aquisição.
Saldo do Custo
Diferença entre o custo total do equipamento e o montante do empréstimo, pago pela mutuária.
Agenda de Fechamento
Lista de itens e condições que devem ser cumpridos antes do desembolso dos fundos.
Confirmação Conjunta
Comunicação escrita da credora e mutuária ao intermediário confirmando que todas as condições foram atingidas.
Registro para Direitos Pessoais e de Imóveis
Sistema de registo público onde se inscrevem hipotecas e direitos reais sobre bens.

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