Acordos de Contratos Restritivos para Emprego

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LivreAcordos de Contratos Restritivos para Emprego

Em resumo

O que é
Um conjunto de cláusulas restritivas pré-redigidas que pode integrar em contratos de emprego para proteger a empresa. Inclui acordos de não concorrência, confidencialidade, não-solicitação e não competição com clientes. Disponível em formato Word editável e pronto para adaptar com dados específicos da sua organização.
Quando você precisa
Quando contrata um novo funcionário que terá acesso a informações confidenciais, contatos comerciais ou clientes da empresa. Também importante ao renovar contratos com colaboradores existentes que lidam com informação sensível ou propriedade intelectual da organização.
O que contém
O documento contém cláusulas de não contratação de funcionários, confidencialidade e revelação, solicitação de clientes, não competição com clientes da corporação, e independência dos acordos restritivos. Cada seção protege um aspecto diferente do patrimônio intelectual e comercial da empresa.

O que é um modelo de acordos de contratos restritivos para emprego?

É um conjunto de cláusulas pré-redigidas e testadas legalmente que pode integrar em contratos de emprego para proteger a sua empresa. Inclui disposições sobre não concorrência, confidencialidade, não-solicitação de clientes e propriedade intelectual. O documento está disponível em formato Word totalmente editável, pronto para customizar com o nome da sua empresa, períodos específicos e adaptar ao cargo do funcionário. Pode usá-lo como base antes de revisão por advogado, reduzindo significativamente o custo de redação profissional.

Por que você precisa deste documento

Sem cláusulas restritivas claras, um funcionário pode sair e competir directamente com a sua empresa, levar carteira de clientes, revelar segredos comerciais ou contratar colega. Os custos são altos: perda de clientes, roubo de propriedade intelectual, danos à reputação, ou necessidade de ação cara em tribunal sem documentação clara. Empresas que trabalham com informação confidencial, tecnologia proprietária, ou relações comerciais valiosas enfrentam risco significativo sem proteção contratual. Este modelo oferece estrutura robusta, legalmente sólida, que funciona como dissuasão clara e como fundação para ação legal se violação ocorrer. Implementar contratos restritivos desde o início da relação laboral é forma mais económica de proteger o que a empresa construiu.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Quando contrata funcionário com acesso a várias áreas sensíveisContrato completo com todas as cláusulas
Quando risco principal é funcionário competir com empresa após saídaApenas cláusula de não concorrência
Quando principal preocupação é proteção de segredos comerciaisApenas cláusula de confidencialidade
Quando risco é funcionário levar carteira de clientesApenas cláusula de não-solicitação de clientes
Quando pretende evitar que ex-funcionário contrate equipaApenas cláusula de não contratação
Quando funcionário desenvolve produtos ou designs para empresaContrato com criações proprietárias

Erros comuns a evitar

❌ Períodos restritivos excessivamente longos (mais de 3 anos)

Por que importa: Tribunais frequentemente invalidam cláusulas consideradas excessivamente restritivas ou que impeçam injustamente o funcionário de exercer profissão.

Fix: Mantenha períodos entre 1 e 3 anos, dependendo da criticidade do cargo e da informação a proteger.

❌ Falta de consideração recíproca clara no contrato

Por que importa: Contrato sem benefício tangível para o funcionário (salário, bónus, acesso a informação) pode ser considerado unilateral e inválido.

Fix: Confirme que o contrato menciona claramente os benefícios que o funcionário recebe em troca da aceitação das restrições.

❌ Definição vaga de informação confidencial

Por que importa: Se a informação protegida não estiver claramente definida, é difícil provar violação e a cláusula pode ser considerada inútil em tribunal.

Fix: Seja específico: mencione clientes, listas, preços, procedimentos, planos estratégicos ou dados que deseja proteger.

❌ Não revisar a cláusula com advogado da jurisdição local

Por que importa: Leis sobre restrições diferem significativamente entre países; uma cláusula válida em Brasil pode ser inválida em Portugal ou vice-versa.

Fix: Sempre consulte advogado com experiência em direito laboral da jurisdição onde o funcionário trabalha.

❌ Não documentar que o funcionário recebeu e compreendeu o contrato

Por que importa: Sem confirmação clara, o funcionário pode argumentar em tribunal que não compreendia as restrições ou que foi pressionado a assinar.

Fix: Obtenha assinatura datada, considere pedir confirmação por email de que o funcionário leu e compreendeu o contrato.

❌ Aplicar mesmas restrições a todos os funcionários, independentemente de cargo

Por que importa: Cláusulas de não concorrência rigorosas são justificáveis para vendedores mas podem ser inválidas para assistentes administrativos sem acesso a clientes.

Fix: Customize as restrições conforme o cargo; quanto maior o acesso a informação sensível ou clientes, mais restrições são justificáveis.

As 7 cláusulas-chave, explicadas

Cláusula de não contratação

Em linguagem simples: O funcionário concorda em não tentar recrutar ou contratar outros funcionários ou contratados da empresa durante o emprego e por um período definido após saída.

Exemplo de redação
O Funcionário não tentará contratar qualquer outro funcionário ou contratado independente da Corporação durante o emprego e por [NUMERO] anos após o término do Acordo, independentemente de ter sido voluntário ou involuntário.

Erro comum: Não especificar claramente o período pós-emprego ou deixar período aberto indefinidamente, o que pode tornar a cláusula inexequível perante tribunal.

Cláusula de confidencialidade e informação proprietária

Em linguagem simples: O funcionário reconhece que informações sobre clientes, listas, fornecedores, dados financeiros e comerciais são valiosos ativos da empresa e aceita manter sigilo permanente.

Exemplo de redação
O Funcionário concorda que toda informação confidencial obtida durante emprego não será revelada a qualquer pessoa, firma ou corporação, direta ou indiretamente, durante ou após o término do Acordo.

Erro comum: Definir circunstância de informação confidencial demasiado aberta, incluindo informação pública ou já conhecida, o que enfraquece a proteção legal da cláusula.

Cláusula de não-solicitação de clientes

Em linguagem simples: O funcionário concorda em não solicitar, contactar ou encorajar clientes, parceiros comerciais ou fornecedores da empresa a cessar negócios ou transferir para a sua empresa.

Exemplo de redação
O Funcionário não irá solicitar ou encoraja qualquer cliente, associado de negócio ou fonte de referencial da Corporação de cessar ou reduzir negócios com a Corporação durante [NUMERO] anos após cessação do emprego.

Erro comum: Não distinguir entre clientes ativos no momento da saída e clientes potenciais, o que pode resultar em cláusula excessivamente restritiva e inválida.

Cláusula de não competição com clientes

Em linguagem simples: O funcionário concorda em não oferecer produtos ou serviços competitivos a clientes da empresa durante emprego e por período determinado após término.

Exemplo de redação
O Funcionário não irá oferecer qualquer serviço competitivo ou dar ajuda para qualquer cliente da Corporação durante emprego e por [NUMERO] anos após cessação do relacionamento.

Erro comum: Definir período pós-emprego excessivamente longo sem justificação comercial, tornando a cláusula potencialmente inválida ou desencorajadora para contratação.

Cláusula de reconhecimento de benefício

Em linguagem simples: O funcionário reconhece que recebeu benefícios valiosos da empresa, como treinamento, experiência e acesso a contatos, em contrapartida pelos quais aceita as restrições.

Exemplo de redação
O Funcionário reconhece que a Corporação, através do emprego, fornecerá informações confidenciais, contatos de negócio, treinamento e experiência valiosos, pelos quais concorda em aceitar as restrições deste Acordo.

Erro comum: Omitir reconhecimento claro de consideração por ambas as partes; contratos sem consideração mútua podem ser considerados inválidos em tribunal.

Cláusula de independência dos acordos

Em linguagem simples: Cada cláusula restritiva funciona independentemente; se uma for declarada inválida, as outras permanecem válidas e executáveis.

Exemplo de redação
Cada acordo restritivo deve ser construído como independente de qualquer outro acordo; a invalidade de uma cláusula não invalida as demais cláusulas deste Acordo.

Erro comum: Não incluir cláusula de severância, o que pode resultar em invalidação de todo o acordo se uma única cláusula for contestada com sucesso.

Cláusula de criações proprietárias

Em linguagem simples: Todas as criações, invenções, desenhos ou propriedade intelectual desenvolvidas pelo funcionário no curso do emprego pertencem à empresa, não ao funcionário.

Exemplo de redação
Toda criação proprietária, invenção, design ou propriedade intelectual desenvolvida pelo Funcionário durante emprego é propriedade exclusiva da Corporação, sem compensação adicional.

Erro comum: Não especificar se criações fora do horário de trabalho estão incluídas, causando disputa sobre propriedade de projetos pessoais do funcionário.

Como preencher

  1. 1

    Identifique qual cláusula é relevante para cada função

    Analise o cargo do funcionário para determinar quais cláusulas se aplicam. Um assistente administrativo pode não precisar de não-solicitação de clientes, enquanto um vendedor sim. Um analista de software deve ter cláusula de propriedade intelectual clara.

    💡 Consulte o seu advogado sobre quais cláusulas são mais críticas para a sua indústria e jurisdição.

  2. 2

    Substitua os espaços [NUMERO] com períodos específicos

    Determine o período pós-emprego apropriado para cada restrição. Geralmente varia de 1 a 3 anos, conforme criticidade do cargo. Períodos mais longos enfrentam maior escrutínio judicial.

    💡 Períodos menores são mais facilmente executáveis; não use períodos superiores a 3 anos sem razão comercial justificada.

  3. 3

    Customize as referências a 'Corporação' com o nome exacto da empresa

    Substitua a palavra genérica 'Corporação' pelo nome legal preciso da sua empresa, conforme documento de constituição ou inscrição comercial.

    💡 Use o nome exacto registado nas autoridades fiscais para maior validade legal.

  4. 4

    Defina claramente qual informação é considerada 'confidencial'

    Adicione exemplos específicos de informação que deseja proteger, como lista de clientes, procedimentos internos, preços ou planos estratégicos, para deixar claro o escopo.

    💡 Quanto mais específica a definição, mais fácil será executar a cláusula em tribunal.

  5. 5

    Considere adicionar limitações geográficas

    Se relevante, especifique se as restrições aplicam apenas na região onde a empresa opera ou nacionalmente. Algumas jurisdições exigem limitação geográfica para validade.

    💡 Limitações geográficas aumentam a probabilidade de cláusula ser considerada razoável e executável.

  6. 6

    Revise com advogado antes de implementação

    Dado o carácter legal complexo, é essencial que um advogado revise o contrato conforme a lei local antes de apresentar ao funcionário para assinatura.

    💡 Leis de não concorrência variam significativamente entre Brasil e Portugal; ajuste conforme jurisdição aplicável.

  7. 7

    Obtenha assinatura do funcionário

    Apresente o contrato ao funcionário, esclareça suas obrigações e obtenha assinatura datada. Manter cópia assinada em arquivo seguro.

    💡 Considere pedir ao funcionário que confirme por escrito que compreendeu as restrições.

Perguntas frequentes

Por quanto tempo posso restringir um funcionário de trabalhar para concorrentes?

O período típico é entre 1 a 3 anos. Períodos mais curtos são mais facilmente executáveis em tribunal. A duração apropriada depende do setor, da criticidade da informação a proteger e do cargo do funcionário. Vendedores com acesso a carteira de clientes podem justificar 2-3 anos; funcionários administrativos podem ter períodos mais curtos. Sempre inclua justificação comercial clara para o período escolhido e consulte advogado sobre o que é considerado razoável na sua jurisdição.

Que acontece se um funcionário viola uma cláusula restritiva?

A empresa pode pedir ao tribunal uma ordem para cessar a violação (injunção) e pode reclamar indenização pelos danos causados. Porém, a empresa deve provar que o funcionário violou a cláusula e que isto causou prejuízo mensurável. Se a cláusula for considerada demasiado restritiva, o tribunal pode invalidá-la completamente. É por isto que é crucial revisar com advogado antes de implementar.

O funcionário pode assinar após já estar empregado?

Sim, mas o contrato perde força se o funcionário não receber algo em troca (consideração recíproca). Se implementar restrições para um funcionário existente, ofereça benefício tangível como aumento de salário, bónus, acesso a benefícios adicionais ou promoção. Sem isto, o funcionário pode argumentar que o contrato é inválido porque não há reciprocidade.

Devo incluir cláusula de criações proprietárias para todos os funcionários?

Depende. Para funcionários que criam produtos, software, designs ou propriedade intelectual (como desenvolvedores, designers ou investigadores), a cláusula é essencial. Para funcionários administrativos ou de apoio, pode ser menos crítica. Customize conforme as responsabilidades do cargo. Deixe claro se as criações fora do horário de trabalho estão incluídas, para evitar conflito com direitos pessoais do funcionário.

Qual é a diferença entre não-solicitação de clientes e não concorrência?

Não-solicitação proíbe o funcionário de contactar clientes específicos da empresa para transferir negócio para si ou para concorrente, mas permite trabalhar para concorrente em outras áreas. Não concorrência é mais restritiva: proíbe completamente trabalhar para qualquer concorrente. Não-solicitação é tipicamente mais fácil de executar em tribunal porque é menos restritiva à atividade laboral do funcionário. Ambas têm valor complementar.

Preciso revisar o contrato com advogado se usar este modelo?

Sim. Embora este modelo contenha cláusulas padrão robustas, um advogado deve revisar antes de implementação para garantir conformidade com a lei da sua jurisdição específica (Brasil ou Portugal) e para customizar conforme sua indústria e situação particular. Leis sobre restrições variam significativamente; revisão profissional reduz risco legal.

O que fazer se o funcionário recusa assinar o contrato restritivo?

Se o funcionário recusa assinar, pode optar por não prosseguir com a contratação se ainda não começou, ou documentar a recusa por escrito se já é empregado. Pode também oferecer incentivo em troca da assinatura. Se o funcionário se recusa e tem acesso a informação crítica, considere reavaliação do risco e das responsabilidades do cargo. Nunca force assinatura sob ameaça explícita de despedimento, pois isto pode invalidar o contrato.

Como se compara com alternativas

vs Contrato de emprego simples

Um contrato de emprego simples estabelece apenas termos básicos como salário e horário. Este modelo adiciona proteções legais robustas para informação confidencial, clientes e propriedade intelectual. Use contrato simples para funções de baixo risco; use este modelo quando o funcionário tem acesso a informação comercial crítica, clientes ou tecnologia proprietária. Este é muito mais abrangente.

vs Acordo de confidencialidade isolado

Um acordo de confidencialidade isolado protege apenas segredos comerciais. Este modelo inclui confidencialidade mais não-solicitação de clientes, não concorrência e propriedade intelectual. Se a sua preocupação principal é evitar que o funcionário leve clientes para concorrente, este modelo oferece proteção mais completa. Acordo de confidencialidade isolado é adequado para apenas proteção de dados; este é para proteção multinível.

vs Política de confidencialidade interna

Uma política interna estabelece regras sobre como funcionários devem tratar informação confidencial durante emprego, mas não restringe atividades pós-emprego. Este modelo é um contrato vinculativo que vale legalmente até anos após saída do funcionário. Use política interna para educação sobre procedimentos; use este modelo para proteção legal exequível. Ambos são complementares.

vs Contrato profissional customizado por advogado

Um contrato customizado por advogado é totalmente adaptado à sua empresa, setor e jurisdição, mas custa tipicamente €500–2000 ou mais. Este modelo oferece estrutura padrão sólida que pode customizar internamente antes de revisão por advogado, reduzindo custo. Use modelo como base para depois refinar com profissional; isto reduz horas de trabalho do advogado e custo total.

Considerações por setor

Tecnologia e software

Crítico para proteger código-fonte, algoritmos, bases de dados e propriedade intelectual de produtos contra roubo por ex-funcionários ou emigração para startups concorrentes.

Vendas e consultoria

Essencial para proteger carteira de clientes, listas de contactos, termos de negociação e relacionamentos comerciais que são base da receita da empresa.

Recursos humanos e recrutamento

Vital para proteger base de candidatos, processos seletivos, salários internos e estratégia de contratação contra uso por concorrentes ou agências rivais.

Manufatura e engenharia

Importante para proteger segredos de produção, fórmulas, processos de fabrico e designs proprietários contra espionagem industrial ou transferência a concorrentes.

Finanças e contabilidade

Crítico para proteger dados de clientes, estratégias de investimento, informação financeira sensível e contactos de clientes de alto valor contra divulgação.

Saúde e biotecnologia

Essencial para proteger investigação, fórmulas, ensaios clínicos, dados de pacientes e propriedade intelectual contra divulgação prematura ou uso por concorrentes.

Notas jurisdicionais

Em Brasil, cláusulas de não concorrência são válidas mas sujeitas a teste de razoabilidade; períodos acima de 2 anos enfrentam maior escrutínio. Varie conforme estado (legislação trabalhista é matéria concorrente). Lei de propriedade intelectual (Lei 9.610/1998) protege bem criações de funcionários se claramente contratualizado.

Em Portugal, restrições pós-emprego são possíveis mas limitadas e exigem interesse legítimo demonstrável; Lei do Trabalho restringe cláusulas abusivas. Períodos acima de 6 meses são raros; restrições geográficas geralmente exigem justificação. Propriedade de criações é bem protegida se contratualmente clara no momento criação.

Modelo ou advogado — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloEmpresa com múltiplos funcionários similares que compreende bem os seus riscos comerciais e quer custo mínimo.€0–50 (custo do modelo)2–4 horas para customizar e implementar
Modelo + revisão jurídicaEmpresa que quer aproveitar eficiência de modelo pré-redigido mas precisa validação legal antes de implementação em massa.€200–500 (revisão rápida por advogado)1 semana para revisão + customização
Redigido sob medidaEmpresa com riscos comerciais complexos, múltiplas jurisdições ou quer contrato totalmente personalizado ao seu setor e situação.€800–2000+ (redação completa por advogado)2–4 semanas

Glossário

Cláusula restritiva
Disposição contratual que limita atividades do funcionário antes, durante ou após emprego, como não concorrência ou confidencialidade.
Não concorrência
Acordado que proíbe o funcionário de trabalhar para concorrentes ou oferecer serviços similares durante determinado período após saída.
Confidencialidade
Obrigação do funcionário manter sigilo sobre informações internas, clientes, fornecedores e segredos comerciais da empresa.
Informação proprietária
Dados valiosos e únicos da empresa não conhecidos pelo público, como lista de clientes, processos ou segredos comerciais.
Não-solicitação
Acordado que proíbe o ex-funcionário de contactar ou recrutar clientes, fornecedores ou colegas da empresa por período definido.
Contratado independente
Profissional que não é funcionário, mas presta serviços sob contrato pontual, frequentemente alvo de cláusulas de não concorrência.
Propriedade intelectual
Criações mentais da empresa protegidas por lei, como invenções, designs, procedimentos, fórmulas ou marcas.
Termo do acordo
Período de tempo durante o qual as cláusulas restritivas permanecem válidas, frequentemente especificado em anos.
Cessação de emprego
Término da relação laboral entre empresa e funcionário, podendo ser voluntária ou involuntária.
Jurisdição
Território ou país cuja legislação governa a validade e execução do contrato, importante para cláusulas restritivas.

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