❌ Deixar a nova data em branco ou usar formulações vagas
Por que importa: A data é o núcleo do acordo; sem ela, não há contrato válido
Fix: Escreva sempre a data específica em dia, mês e ano completo
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Um modelo de data estendida para pagamento é um contrato que formaliza o acordo entre um credor e um devedor para adiar o vencimento original de uma dívida ou obrigação financeira. É um documento editável em Word que você personaliza com os dados das partes, o valor original, a nova data de pagamento, e qualquer condição especial (juros, penalidades, etc.). O modelo exporta em PDF e é juridicamente vinculativo quando assinado por ambas as partes. É essencial quando há discrepância entre as datas acordadas inicialmente e a realidade financeira, permitindo renegociação formalizada e profissional.
Quando uma dívida não pode ser honrada na data original, o risco é duplo. Sem um acordo formal, o credor pode aplicar juros de mora legal, cobrança agressiva, ou rescindir relacionamento comercial. O devedor fica sem proteção contra pressões abusivas e sem clareza sobre as novas condições. Um acordo de extensão protege ambas as partes: o devedor ganha tempo e certeza sobre a nova data; o credor obtém confirmação de que o pagamento virá, potencialmente com compensação (juros) pelo atraso. Sem este documento, simples negociações verbais são esquecidas, levam a disputas, e são quase impossíveis de executar em tribunal. Com ele, têm prova clara, datas exactas, e caminho para cobrança se necessário.
| Se sua situação é… | Use este modelo |
|---|---|
| Quando ambas as partes aceitam apenas adiar a data, sem juros | Extensão simples de prazo |
| Quando o credor cobra interesse pela dilação do prazo | Extensão com juros ou mora |
| Quando o devedor negocia dividir o valor em múltiplas parcelas | Extensão com pagamento parcelado |
| Quando o credor exige colateral ou aval pela nova data | Extensão com garantia adicional |
| Quando há condições específicas (por exemplo, melhor condição financeira) | Extensão condicional |
Por que importa: A data é o núcleo do acordo; sem ela, não há contrato válido
Fix: Escreva sempre a data específica em dia, mês e ano completo
Por que importa: Sem saber qual é a obrigação original, não se sabe o que está a ser estendido
Fix: Resume o contrato anterior, valor e data original em poucas linhas
Por que importa: Sem clareza, o juro pode ser contestado ou considerado abusivo
Fix: Especifique taxa (em % ao mês), data início e fim do cálculo
Por que importa: Contrato sem assinatura ou data é inválido e inexequível
Fix: Certifique-se que ambas as partes assinam e datam; recomenda-se testemunha para altos valores
Por que importa: Sem jurisdição clara, um litígio posterior pode ser confuso e dispendioso
Fix: Escolha Brasil ou Portugal e indique o tribunal competente no local
Por que importa: Se a segunda parte não pagar novamente, não há remédio claro
Fix: Defina juros de mora acelerados, penalidades, e direito a rescisão ou cobrança
Em linguagem simples: Define claramente a primeira parte (credor), a segunda parte (devedor), suas localizações e estrutura legal.
[NOME DA SUA EMPRESA], uma empresa organizada sob as leis de [Estado], com sede em [ENDEREÇO COMPLETO] (a "Primeira parte") E [NOME DA SEGUNDA PARTE], uma empresa/pessoa localizada em [ENDEREÇO] (a "Segunda parte")
Erro comum: Omitir dados completos de enderço ou estatuto jurídico; isso torna o contrato vago e difícil de executar
Em linguagem simples: Resume o que era devido originalmente — montante, data, contrato anterior, ou descrição da dívida
Considerando que a Segunda parte é devedora da Primeira parte no montante de [VALOR], com vencimento em [DATA ORIGINAL], sob o Contrato de [DESCRIÇÃO OU NÚMERO]
Erro comum: Não especificar o valor ou referência clara da dívida; cria ambiguidade sobre o que está a ser adiado
Em linguagem simples: A data específica em que o pagamento será efectuado sob este novo acordo
As partes acordam que o pagamento será efectuado em [DATA ESTENDIDA]
Erro comum: Deixar a data em branco ou usar fórmulas vagas como "num prazo a combinar"; sempre especifique uma data exata
Em linguagem simples: Se aplicável, define a taxa de juros, multa de mora, ou juros convencionais sobre o prazo estendido
A Segunda parte pagará juros à taxa de [X%] ao mês sobre o saldo pendente, contados a partir de [DATA ORIGINAL] até à data de pagamento efetivo
Erro comum: Incluir juros sem indicar a taxa ou período; isto prejudica o enforcement
Em linguagem simples: Define qualquer condição especial anexa à extensão — por exemplo, vedação de novos empréstimos, restrições operacionais
Durante o período de extensão, a Segunda parte manterá uma posição financeira estável e não incorrerá em novos débitos comerciais sem prévia aprovação escrita
Erro comum: Não incluir condições; aumenta risco de novo incumprimento
Em linguagem simples: Define juros de mora acelerada, penalidades, ou rescisão do acordo se a nova data não for respeitada
Caso a Segunda parte não cumpra no prazo estendido, a Primeira parte tem direito a juros de mora de [X%] ao mês e poderá rescindir este acordo
Erro comum: Deixar em branco; sem consequências definidas, o incumprimento não tem remédio efectivo
Em linguagem simples: Especifica qual a jurisdição (Brasil, Portugal) que rege o contrato
Este Acordo é regido pelas leis da República [Brasil / Portugal] e jurisdição da comarca de [LOCALIDADE]
Erro comum: Omitir jurisdição; cria incerteza sobre como o contrato será interpretado e executado
Em linguagem simples: Espaço para ambas as partes assinarem, datarem, e (se necessário) testemunhas ou notário
Assinado em [LOCAL], [DATA] — Primeira parte: _____________ [nome, cargo] — Segunda parte: _____________ [nome, cargo]
Erro comum: Não assinar ou deixar campos em branco; contrato sem assinatura é inválido e não vinculativo
Insira o nome completo, estatuto jurídico (empresa, pessoa singular, etc.), endereço e dados de contacto de ambas as partes.
💡 Certifique-se que a pessoa que assina tem poder legal para vincular a empresa
Resume o contrato ou dívida anterior — qual era o valor, a data de vencimento, e a razão (contrato de fornecimento, empréstimo, etc.)
💡 Inclua referência a um contrato anterior ou número de fatua se existir
Insira a data exata em que o pagamento será efectuado sob este novo acordo
💡 Use formato DD/MM/AAAA para clareza e evite ambiguidades de calendário
Se a extensão inclui juros, especifique a taxa (por exemplo, 1% ao mês) e o período de cálculo
💡 Consulte as taxas máximas legais em sua jurisdição para evitar invalidade por usura
Se há condições anexadas (restrições operacionais, garantias adicionais), detalhe-as claramente
💡 Mantenha as condições realistas e exequíveis
Define o que acontece se a segunda parte não pagar na nova data — juros acelerados, rescisão, cobrança
💡 Certifique-se que as penalidades são proporcionais e não abusivas
Escolha Brasil ou Portugal e a comarca/tribunal competente para litígios
💡 Escolha a jurisdição mais favorável a ambas as partes
Ambas as partes assinam, datam, e (recomendado para valores altos) fazem testemunhar ou autenticam notarialmente
💡 Guarde cópias assinadas para ambas as partes
Uma data estendida para pagamento é um acordo formal entre um credor e um devedor para adiar o vencimento original de uma dívida. Em vez de pagar na data acordada inicialmente, o devedor obtém um prazo adicional. Este tipo de acordo é comum quando há dificuldades financeiras temporárias, negociações comerciais, ou mudanças nas circunstâncias de ambas as partes. O acordo formaliza as novas condições, incluindo a nova data, juros (se houver), e consequências de não cumprir.
Para valores pequenos ou situações simples entre partes de confiança, este modelo é suficiente. Para valores acima de um certo patamar (por exemplo, acima de 5.000 euros) ou entre empresas de maior porte, é recomendável que um advogado revise o contrato. A revisão garante que o acordo respeita a lei local e protege ambas as partes de armadilhas legais.
Sim, é comum. Se o credor está a aceitar adiar o pagamento, pode cobrar juros sobre o período estendido como compensação. Especifique a taxa (por exemplo, 1% ao mês) e o período de cálculo no modelo. Verifique se a taxa respeita o limite legal de juros da sua jurisdição, pois taxas muito altas podem ser consideradas abusivas.
Se o acordo inclui cláusula de incumprimento (que este modelo propõe), o credor pode activar os remédios definidos — por exemplo, cobrar juros de mora acelerados, rescindir o acordo, ou ajuizar ação de cobrança. A chave é ter documentação clara e assinada; sem ela, é mais difícil executar. Recomenda-se manter contacto e registar qualquer comunicação entre as partes.
Sim, desde que haja consentimento claro de ambas as partes e uma cópia em forma permanente (email, PDF assinado, etc.). No entanto, assinatura manuscrita num documento impresso ou assinatura digital é mais forte em tribunal. Se o valor for alto, considere fazer autenticar notarialmente.
Este modelo estende uma única data de pagamento. Um acordo de parcelamento divide o valor total em múltiplas prestações ao longo do tempo. Se quer apenas ganhar mais tempo para pagar o valor completo de uma vez, use este modelo. Se quer dividir a dívida em 3, 4 ou mais parcelas, considere um modelo de parcelamento.
Não é obrigatório, mas é recomendado para valores altos ou quando há desconfiança. Uma ou duas testemunhas neutras podem reforçar a validade do contrato em tribunal. Para valores muito altos (acima de 10.000 euros), a autenticação notarial oferece ainda mais segurança.
Não, não sem a aprovação de ambas as partes. Se surgem alterações, as partes devem redigir um aditamento assinado por ambas ou um novo acordo. Nunca altere um contrato assinado sem registar a mudança; isto pode invalidar o original.
Este modelo fornece uma estrutura neutra aplicável em ambas as jurisdições. No entanto, a validade e execução dependem da lei local. Recomenda-se indicar no contrato qual a lei aplicável (Brasil ou Portugal) e o tribunal competente. Para segurança máxima, consulte um advogado na sua jurisdição.
Um acordo de parcelamento divide a dívida em múltiplas prestações mensal ou trimestralmente. Uma data estendida simplesmente adia o pagamento completo para uma única data futura. Use extensão de data se só precisa de mais tempo; use parcelamento se precisa de várias prestações.
Uma nota de crédito reduz ou elimina parte da dívida; uma data estendida mantém o valor original. Uma data estendida é para quando ambas as partes concordam que o valor é devido, apenas não agora. Use extensão se a capacidade de pagar é temporária; use nota de crédito se há desacordo sobre o valor ou qualidade.
Uma moratória é um pedido formal ao governo ou tribunal para suspender pagamentos. Uma data estendida é um acordo privado entre credor e devedor. Use data estendida para negociações diretas; use moratória se enfrenta dificuldade legal ou insolvência.
Um contrato de crédito criaria uma nova obrigação, potencialmente com diferentes termos e taxa. Uma data estendida modifica a obrigação existente, mantendo o mesmo valor e relação. Use extensão para manter a simplicidade; use crédito novo se precisa de novo capital ou refinanciamento completo.
Fornecedores e retalhistas negociam prazos estendidos durante sazonalidade ou crises de fluxo de caixa
Empreiteiros e promotores ajustam prazos de pagamento de materiais e subcontratos frequentemente
Consultores e clientes corporativos formalizam extensões de faturas por negociações comerciais
Fornecedores de componentes negociam prazos estendidos com produtores para otimizar cash flow
Operadores de frotas e prestadores de serviços usam para renegociar prazos de combustível e manutenção
Prestamistas e empresas de leasing formalizam dilações de pagamento com clientes em dificuldade
Em Brasil, extensões de prazo são permitidas e não exigem autenticação notarial, mas recomenda-se para altos valores. A lei brasileira permite juros convencionais; respeite o limite de 1% ao mês ou taxa acordada pelas partes.
Em Portugal, extensões de pagamento são comuns no comércio. O Código Civil português permite cláusulas de mora; especifique sempre a taxa de juro de mora para evitar a aplicação da taxa legal (4% ao ano em 2024). Acima de 5.000 euros, a autenticação notarial oferece maior segurança.
| Caminho | Melhor para | Custo | Tempo |
|---|---|---|---|
| Use o modelo | Extensões de pequeno a médio valor entre partes que já se conhecem | Gratuito ou menos de €50 se usa o modelo on-line | 30 a 60 minutos para preencher e assinar |
| Modelo + revisão jurídica | Valores moderados (€5.000 a €25.000) ou relação comercial importante | €150 a €400 por revisão jurídica (dependendo da complexidade) | 1 a 3 dias para revisão, mais tempo de preenchimento |
| Redigido sob medida | Valores altos (acima de €25.000), situações complexas, ou litígio anterior | €500 a €2.000+ por redação personalizada | 1 a 2 semanas para negociação e entrega final |
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