❌ Usar nomes incompletos ou apelidos
Por que importa: Causa rejeição pela instituição, que não consegue identificar titular ou terceiro com certeza.
Fix: Use sempre nomes completos e oficiais, tal como registados em documentos de identificação.
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Uma autorização para liberar informação de conta é uma carta formal que permite que uma instituição financeira divulgue dados confidenciais da sua conta a um terceiro de sua escolha — normalmente um contador, assessor financeiro, gestor de patrimônio ou procurador. O documento especifica exatamente quais informações podem ser acedidas, por quanto tempo e para que fim. É disponível em Word editável, pronto para descarregar e personalizar com seus dados sem custos adicionais.
Sem uma autorização formal e documentada, as instituições financeiras são obrigadas por lei a manter suas informações confidenciais e recusam acesso mesmo a profissionais que o ajudam — como contadores que precisam de extratos para declarações fiscais ou assessores que analisam seu patrimônio. Além disso, autorizar por escrito cria um registo legal claro de quem tem direito a quais dados, protegendo-o contra abusos futuros. Se um terceiro usar informações além do autorizado, terá prova documentada de que violou os termos. Esta autorização também oferece tranquilidade, pois estabelece limites sobre o escopo de acesso — você controla precisamente quais dados estão em jogo, por quanto tempo e para que utilizados.
| Se sua situação é… | Use este modelo |
|---|---|
| Quando trabalha com consultor de investimentos ou gestor patrimonial | Autorização para assessor financeiro |
| Quando autoriza profissional contabilístico a aceder informações fiscais | Autorização para contador ou contabilista |
| Quando confere poderes a representante legal para gerir conta | Autorização para procurador |
| Quando permite acesso a informações entre parceiros financeiros | Autorização para cônjuge |
| Quando restringe o acesso apenas a extratos ou informações selecionadas | Autorização com limite de dados específicos |
Por que importa: Causa rejeição pela instituição, que não consegue identificar titular ou terceiro com certeza.
Fix: Use sempre nomes completos e oficiais, tal como registados em documentos de identificação.
Por que importa: Mantém acesso ativo permanentemente, mesmo após o término da necessidade, criando risco contínuo.
Fix: Sempre defina data de término ou prazo máximo, com opção de renovação se necessário.
Por que importa: Expõe dados sensíveis além do necessário e viola princípio de menor privilégio.
Fix: Liste apenas as informações específicas que o terceiro precisa — extratos, saldos, movimentos de período definido.
Por que importa: Permite uso da informação para fins não autorizados ou maliciosos.
Fix: Indique propósito preciso: 'para preparação de declaração fiscal', 'para gestão de investimentos', etc.
Por que importa: Deixa titular sem controle ou método para cessar acesso quando desejar.
Fix: Inclua cláusula explícita de revogação e instruções sobre como contactar para revogar.
Por que importa: Torna a autorização inválida ou contestável legalmente; instituição recusa processar.
Fix: Assine pessoalmente com tinta ou digitalmente, e use data legível e atual.
Em linguagem simples: Especifica claramente o nome completo do titular da conta e o nome da pessoa ou entidade que receberá acesso às informações.
O(a) abaixo-assinado(a), [NOME COMPLETO DO TITULAR], autoriza [NOME COMPLETO DO TERCEIRO], a aceder às informações da minha conta.
Erro comum: Usar iniciais ou apelidos em vez de nomes completos, causando ambiguidade ou rejeição pela instituição.
Em linguagem simples: Lista especificamente quais dados podem ser acedidos — extratos, movimentos, saldos, ou outras informações.
As informações que podem ser divulgadas incluem: extratos mensais, saldos de conta, histórico de movimentos dos últimos [NÚMERO] meses.
Erro comum: Deixar vago o escopo, permitindo acesso a mais informações do que pretendido, criando risco de privacidade.
Em linguagem simples: Explica claramente a razão pela qual a informação está sendo autorizada — assessoria financeira, contabilidade, gestão, etc.
Esta autorização é concedida para fins de [PROPÓSITO: assessoria financeira, gestão contabilística, integração com plataforma de gestão].
Erro comum: Omitir o propósito, permitindo que o terceiro use dados para fins não autorizado(a).
Em linguagem simples: Define o período durante o qual a autorização é válida — pode ser por tempo indefinido ou até data específica.
Esta autorização permanece válida até [DATA OU PERÍODO], momento em que será automaticamente revogada.
Erro comum: Não estabelecer data de término, criando autorização perpetuada que fica ativa indefinidamente.
Em linguagem simples: Estabelece que o terceiro pode usar as informações apenas para o fim autorizado e não pode divulgá-las a outros.
O terceiro autorizado compromete-se a manter a confidencialidade das informações e a utilizá-las exclusivamente para [PROPÓSITO].
Erro comum: Omitir restrições de confidencialidade, permitindo que dados sejam repassados a outras entidades sem consentimento.
Em linguagem simples: Permite que o titular revogue a autorização a qualquer momento notificando a instituição financeira.
O(a) titular tem o direito de revogar esta autorização a qualquer momento, mediante notificação escrita à instituição financeira.
Erro comum: Não mencionar direito de revogação, deixando cliente preso à autorização contra vontade.
Em linguagem simples: Indica qual banco ou instituição fornecerá as informações ao terceiro autorizado.
A instituição financeira responsável pela divulgação é [NOME DO BANCO], identificada pelo IBAN [IBAN OU NÚMERO DE CONTA].
Erro comum: Deixar em branco a identificação do banco, causando confusão sobre qual instituição cumprir a autorização.
Em linguagem simples: Requer assinatura manuscrita ou digital do titular e data da autorização para validade legal.
Assinado em [CIDADE], aos [DIA] de [MÊS] de [ANO]. Assinatura do(a) titular: ________________
Erro comum: Assinar sem data ou com data ilegível, tornando a autorização inválida ou questionável legalmente.
Em linguagem simples: Fornece instruções sobre como o titular pode contactar para cancelar ou alterar os termos da autorização.
Para revogar ou modificar esta autorização, contacte [TELEFONE, EMAIL OU ENDEREÇO DA INSTITUIÇÃO].
Erro comum: Não incluir informações de contacto, deixando titular sem meio claro para revogar a autorização.
Insira a data atual e o nome e endereço completos do destinatário da carta (tipicamente representante do banco ou instituição financeira).
💡 Use o formato de data do seu país: DD/MM/AAAA em Portugal ou Brasil.
Escreva seu nome completo tal como consta na conta bancária e o número de cliente ou conta, se aplicável.
💡 Certifique-se de que o nome corresponde exatamente ao registrado na instituição.
Indique o nome completo da pessoa ou entidade que receberá acesso — contador, assessor, cônjuge, procurador, etc.
💡 Se for uma empresa, inclua o nome jurídico e, se possível, o contacto responsável.
Liste claramente quais dados podem ser acedidos: extratos, saldos, movimentos, registros de transações, etc.
💡 Seja específico para limitar riscos — não autorize 'todas as informações' genericamente.
Explique por que o terceiro precisa das informações — assessoria, contabilidade, gestão conjunta, etc.
💡 Quanto mais claro o propósito, mais fácil a instituição processar a autorização.
Estabeleça se a autorização é permanente ou até data específica, e qualquer restrição de confidencialidade.
💡 Considere renovações periódicas para auditar continuamente quem tem acesso.
Leia a carta completa, corrija erros, e assine e date pessoalmente ou com assinatura digital reconhecida.
💡 Guarde uma cópia para seus registos antes de entregar à instituição.
Sim, quando assinada e datada pelo titular, funciona como documento legal que autoriza a instituição financeira a divulgar dados a terceiros. Porém, é sempre recomendável verificar os requisitos específicos da sua instituição, pois alguns bancos têm formulários próprios. Se o terceiro que recebe acesso fizer uso indevido dos dados, pode haver responsabilidade civil e criminal. Consulte seu banco sobre a forma mais segura de formalizar a autorização.
Sim, pode revogar a qualquer momento enviando carta ou contactando diretamente a instituição financeira por escrito. A revogação torna-se efetiva após a instituição processar e confirmar o cancelamento. Recomenda-se guardar comprovante de revogação. Dependendo do contrato com o terceiro autorizado, talvez precise também notificá-lo pessoalmente.
Se o terceiro usar as informações além do escopo autorizado, pode haver violação de confidencialidade, apropriação indevida ou fraude. Você tem direito de processar tanto o terceiro como potencialmente a instituição financeira se ela não cumpriu a restrição. Documente qualquer uso indevido e contacte seu banco e advogado imediatamente.
Não é obrigatório se o documento não tiver data de término. Porém, é boa prática rever anualmente quem tem acesso às suas contas. Se a autorização tiver data de vencimento, será necessário renovar antes dessa data para manter acesso contínuo. Alguns bancos também pedem renovação periódica por razões de conformidade.
Sim, a autorização permite especificar exatamente quais informações podem ser acedidas. Pode restringir a extratos dos últimos 6 meses, apenas saldos, ou movimentos de conta corrente sem dados de cartão de crédito. Quanto mais restritiva, melhor para sua privacidade. Comunique o limite com clareza na carta.
Se é conta conjunta, geralmente todos os titulares precisam autorizar, ou apenas o titular cujos dados serão divulgados. Verifique com seu banco a política específica. Se dois cônjuges têm conta conjunta mas apenas um é titular de uma segunda conta, esse titular individual assina a autorização para aquela conta.
Apenas o titular da conta precisa assinar, a menos que seja conta conjunta — nesse caso, todos os titulares assinam. O terceiro autorizado não assina neste documento; ele apenas recebe a cópia para apresentar ao banco. Se usará procurador, o procurador assina em nome do titular e apresenta procuração.
Não existe duração padrão legal — depende do que você definir. Pode ser por tempo indefinido (até revogação), por período fixo (ex. 1 ano, 2 anos), ou por projeto específico (ex. até conclusão da auditoria fiscal). Recomenda-se definir limite temporal para renovar periodicamente e rever necessidade.
Uma procuração confere poderes amplos ao procurador para agir em nome do titular — sacar fundos, abrir contas, investir. Uma autorização para divulgar informações apenas permite ao terceiro visualizar e receber dados, sem poder movimentar fundos. Use procuração para delegação ampla de poderes; use autorização para simples consulta de informações. A procuração é mais restritiva legalmente e costuma exigir reconhecimento notarial.
Uma autorização para liberar informação é documento bilateral entre banco e titular sobre acesso a dados específicos. Um termo de consentimento GDPR/LGPD é mais abrangente e governa como dados pessoais podem ser processados. A autorização é mais simples e específica para contexto bancário; o termo de consentimento é legal framework de privacidade mais amplo. Muitas vezes usam-se ambas — a autorização dentro do marco do consentimento.
Muitos bancos fornecem formulário padrão para autorizar acesso. Este modelo é flexível e personalizável para situações não cobertas pelo formulário standard, ou quando se deseja maior controle sobre termos. Se o banco tiver formulário, use-o; este modelo serve como suplemento ou para instituições que não fornecem formulário.
Uma procuração pode ser simples (particular) ou pública (notarizada). Procuração simples é menos cara e serve para muitas situações cotidianas. Procuração pública é exigida para atos de maior gravidade — venda de propriedade, grandes investimentos. Uma autorização para divulgar informações é documento simples; procurações públicas custam mais e levam mais tempo, sendo reservadas para poderes maiores.
Consultores, gestores patrimoniais e contadores usam para solicitar autorização de clientes antes de aceder contas.
Contadores precisam desta autorização para aceder contas bancárias de clientes e verificar lançamentos contabilísticos.
Gestores de imóvel alugado usam para aceder contas de aluguel e fundos de inquilinato.
Executores de testamento precisam autorização para aceder contas do falecido e pagar despesas.
Consultores usam para analisar fluxo de caixa e saúde financeira de clientes PME.
Departamentos de RH usam para aceder contas de empresa a fim de processar folhas de pagamento.
| Caminho | Melhor para | Custo | Tempo |
|---|---|---|---|
| Use o modelo | Autorização simples e direta entre você e seu contador ou assessor; sem complexidades legais. | Gratuito (modelo disponível para descarregar) | 10–15 minutos para preencher e assinar |
| Modelo + revisão profissional | Quer certeza de que termos protegem sua privacidade; situação envolve dados muito sensíveis ou terceiro desconhecido. | €50–150 revisão por advogado ou consultor (além do modelo) | 1–2 dias para revisão e ajustes |
| Redigido sob medida | Autorização complexa com múltiplos terceiros, restrições específicas ou envolve questões internacionais/heranças. | €300–800 redação por advogado | 5–10 dias para investigação, redação e ajustes |
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