1
Identifique seu serviço e nível de acesso
Determine claramente o que sua plataforma oferece, quantos níveis de acesso existem (gratuito/pago, básico/premium) e quais funcionalidades cada um inclui. Escreva isto de forma precisa para inserir nos campos de serviço.
💡 Revise sua documentação de produto para garantir alinhamento entre o contrato e o que você realmente oferece.
2
Insira o nome da sua empresa e lista de preços
Substitua [NOME DA COMPANHIA] pelo nome legal exato. Substitua [INSERIR LISTA DE PREÇOS] com a tabela completa de preços, especificando taxa mensal, taxas adicionais e métodos de pagamento aceitos.
💡 Deixe os preços claros em português, com moeda (EUR, BRL) e periodicidade (mensal, anual) bem definidas.
3
Customize as regras do sistema
A seção de Regras do Sistema cobre login único, segurança de senha, respeito a outros utilizadores e proibição de crime. Revise se estas regras se adequam à sua plataforma ou adicione regras específicas (p.ex., proibição de scrapers, uso educacional, etc.).
💡 Se você permite múltiplos logins simultâneos ou tem regras diferentes, ajuste a linguagem para refletir sua política atual.
4
Defina política de privacidade e monitorização
A cláusula de Privacidade declara que a empresa pode monitorizar comunicações. Se sua política é diferente (p.ex., criptografia end-to-end), ajuste para refletir práticas reais. Mencione específicas sobre retenção de dados.
💡 Alinhe esta seção com sua política de privacidade separada; aqui apenas resume o direito de monitorização.
5
Clarify intellectual property ownership
A cláusula atual concede à empresa direitos amplos sobre conteúdo do utilizador. Se você deseja que o utilizador retenha propriedade (comum em plataformas colaborativas), revise esta cláusula ou deixe como está se você precisa de direitos para executar o serviço.
💡 Se o utilizador enviar conteúdo criativo, considere licenças mais limitadas para proteger criativos independentes.
6
Adicione detalhes específicos de jurisdição
Este modelo é genérico. Consulte um advogado local para adicionar disposições requeridas em Portugal ou Brasil (p.ex., Lei Geral de Proteção de Dados, conformidade com plataformas digitais), especialmente se lida com dados sensíveis.
💡 Menção explicitamente qual lei governa o contrato (p.ex., 'regido pelas leis de Portugal').
7
Teste o fluxo de assinatura
Implemente o contrato no seu site/app e teste que o clique em 'Sim' é registado, data/hora são gravadas e o utilizador recebe confirmação. Documente este processo para validade legal.
💡 Guarde logs de quem aceitou, quando e de que IP, para prova de consentimento em futuras disputas.
8
Faça revisão jurídica antes de usar
Embora este modelo cubra elementos-chave, a lei em torno de contratos eletrônicos varia conforme jurisdição. Um advogado pode confirmar que sua implementação cumpre lei local e que sua linguagem é enforçável.
💡 Invista numa revisão antes do lançamento; é mais barato do que litigar depois sobre validade do contrato.