❌ Deixar a resolução muito vaga sobre quem é o interino
Por que importa: Terceiros (bancos, fornecedores) não conseguem confirmar quem tem autoridade, paralisando operações.
Fix: Coloque nome completo, cargo, e dados de contato da pessoa designada.
Download Word gratuito • Edite on-line • Salve e compartilhe com Drive • Exporte para PDF

É um documento formal que o conselho de diretores aprova para designar quem exercerá as responsabilidades do diretor executivo durante sua ausência ou incapacidade temporária. A resolução estabelece claramente quem é o interino, por quanto tempo durará a autoridade, e qual é o escopo de poderes conferidos. O documento é registado em ata de reunião do conselho, assinado conforme estatuto corporativo, e arquivado nos registos da empresa. Pode ser impresso, assinado digitalmente, e exportado em PDF para circulação interna ou apresentação a terceiros (bancos, fornecedores, reguladores) que precisem confirmar quem tem autoridade para tomar decisões em nome da empresa.
Sem uma resolução formal, terceiros (instituições financeiras, fornecedores, organismos reguladores) não conseguem confirmar quem tem autoridade para tomar decisões e assinar contratos em nome da empresa enquanto o diretor está ausente. Isso paralisa operações: pagamentos não são processados, contratos não são assinados, e a empresa não consegue responder a oportunidades ou crises operacionais. Além disso, sem documentação, qualquer ato do interino pode ser contestado posteriormente (por acionistas minoritários, auditores, ou até pelo próprio diretor quando retornar), colocando a empresa em risco legal. Uma resolução clara protege tanto a empresa quanto o interino, estabelecendo que a autoridade foi conferida legitimamente, por quem tinha poder para tal, e conforme o estatuto corporativo. É a diferença entre operações seguras e reconhecidas legalmente versus decisões questionáveis e potencialmente nulas.
| Se sua situação é… | Use este modelo |
|---|---|
| Ausência previsível e curta (até 30 dias) de diretor executivo | Resolução básica com designação simples |
| Necessidade de detalhar quais decisões o interino pode ou não tomar | Resolução com poderes específicos e limitações |
| Período exato de ausência conhecido antecipadamente | Resolução com critério de duração determinado |
| Situação de incapacidade prolongada que pode se estender | Resolução com revisão periódica obrigatória |
| Designação de múltiplos sucessores se o primeiro estiver indisponível | Resolução com sucessão em cascata |
Por que importa: Terceiros (bancos, fornecedores) não conseguem confirmar quem tem autoridade, paralisando operações.
Fix: Coloque nome completo, cargo, e dados de contato da pessoa designada.
Por que importa: Interino pode tomar decisões muito grandes (venda de ativos, contratos de longo prazo) sem verificação, colocando a empresa em risco.
Fix: Defina limites claros: decisões acima de X requerem aprovação prévia do conselho ou presidente.
Por que importa: Se conselho não tem poder de designar interino conforme estatuto, resolução pode ser contestada legalmente.
Fix: Consulte advogado corporativo para confirmar que delegação está autorizada pelo estatuto.
Por que importa: Após meses, fica dúvida se interino ainda tem autoridade ou se diretor executivo retomou poderes automaticamente.
Fix: Use data específica, 'até retorno', ou 'até revogação por conselho', com cláusula de revisão se prolongado.
Por que importa: Sem documentação oficial, terceiros questionam se resolução é legítima e auditores não conseguem verificar conformidade.
Fix: Registre em ata da reunião do conselho assinada por presidente/secretário e arquivo nos registros corporativos.
Por que importa: Pessoa designada pode rejeitar responsabilidade após aprovação, ou não estar preparada, causando atraso na ativação.
Fix: Obtenha aceite por escrito do interino antes de convocar reunião do conselho.
Em linguagem simples: Estabelece que a empresa possui estatuto que designa o diretor executivo como administrador chefe e que é necessário designar alguém para substituição em caso de ausência.
De acordo com o Estatuto da [NOME DA SUA EMPRESA], o Diretor Executivo é designado como administrador chefe executivo responsável pela liderança e operações diárias.
Erro comum: Não mencionar o estatuto ou não especificar a base legal para a autoridade sendo delegada.
Em linguagem simples: Descreve por que a resolução é necessária: garante que operações não sejam interrompidas se o diretor executivo estiver incapacitado ou ausente.
É necessário implementar uma linha de autoridade executiva para assegurar que a responsabilidade pela missão e operações diárias da [NOME DA SUA EMPRESA] não seja interrompida.
Erro comum: Ser vago sobre quando a resolução se aplica ou não deixar claro qual é o problema que ela resolve.
Em linguagem simples: Define as circunstâncias específicas sob as quais a autoridade interina passa a vigorar (ausência, incapacidade, indisponibilidade).
O Diretor Executivo pode estar incapacitado ou temporariamente ausente do escritório, sob circunstâncias que o tornam indisponível para executar suas funções.
Erro comum: Não especificar se a resolução cobre ausência voluntária, doença, emergências ou todas simultaneamente.
Em linguagem simples: Nomeia explicitamente quem assume a autoridade durante o período de ausência/incapacidade.
O [CARGO/NOME] é designado como [TÍTULO INTERINO] com autoridade para exercer todas as responsabilidades do Diretor Executivo durante o período de [DURAÇÃO/CONDIÇÃO].
Erro comum: Deixar em branco ou deixar vago quem exatamente é a pessoa designada.
Em linguagem simples: Descreve quais poderes, decisões e responsabilidades o interino herda do diretor executivo.
O [TÍTULO INTERINO] terá autoridade plena para direcionar operações diárias, implementar políticas administrativas, e ser responsável pela missão principal da empresa.
Erro comum: Conferir autoridade sem deixar claro os limites ou exigir aprovação prévia em decisões grandes.
Em linguagem simples: Especifica por quanto tempo a autoridade interina vigorará (até data específica, até retorno do titular, ou até ato contrário do conselho).
A presente autoridade vigorará até [DATA ESPECÍFICA] ou até o retorno do Diretor Executivo às suas funções, o que ocorrer primeiro, ou até revogação por resolução posterior do conselho.
Erro comum: Deixar a vigência indeterminada, gerando dúvida sobre quando a autoridade termina.
Em linguagem simples: Obriga a empresa a registrar a resolução em ata do conselho e arquivos corporativos para efeitos legais.
A presente resolução será registrada na ata de reunião do conselho de [DATA] e arquivada conforme requisitos estatutários e regulatórios.
Erro comum: Não mencionar documentação ou deixar claro que a resolução deve ser formalizada em ata.
Em linguagem simples: Deixa claro que a autoridade interina deve ser exercida em conformidade com todas as leis, regulamentos e estatuto aplicáveis.
O exercício da autoridade interina ocorrerá em conformidade integral com o Estatuto, leis aplicáveis, e políticas da empresa.
Erro comum: Confer autoridade sem mencionar que deve respeitar marcos legais e regulatórios.
Substitua [NOME DA SUA EMPRESA] pelo nome legal exato. Preencha [DATA] com a data da reunião do conselho onde esta resolução será aprovada. Revise o estatuto para confirmar o título correto do diretor executivo conforme definido nos seus documentos fundadores.
💡 Guarde o estatuto à mão para confirmar títulos e estrutura de governança.
Decida se a resolução cobre apenas ausência programada (férias) ou também incapacidade inesperada (doença). Se houver situações específicas, adicione uma cláusula adicional descrevendo-as.
💡 Consulte com conselheiros para alinhar sobre que eventos ativam a autoridade interina.
Escolha quem assume a autoridade (vice-presidente, COO, outro diretor). Confirme que essa pessoa aceita a responsabilidade. Substitua [CARGO/NOME] com o cargo e nome completo.
💡 Obtenha consentimento por escrito antes de propor a resolução em conselho.
Especifique se a autoridade interina inclui todas as responsabilidades do diretor executivo ou se há limitações (ex.: decisões acima de certo valor requerem aprovação prévia). Deixe claro o que sim e o que não pode ser decidido unilateralmente.
💡 Se há restrições, lista-as por categoria: orçamento, contratações, alienação de ativos, etc.
Se a ausência é por período determinado, use uma data específica (ex.: 15 de junho de 2024). Se for indeterminada, use 'até retorno do Diretor Executivo' ou 'até revogação pelo conselho'.
💡 Adicione cláusula de revisão periódica se a ausência for longa (mais de 90 dias).
Convoque reunião do conselho, apresente a resolução como pauta formal, obtenha quórum conforme estatuto, e vote. Após aprovação, registre em ata da reunião.
💡 Envie o documento aos conselheiros com 5 dias de antecedência para análise.
Imprima a resolução aprovada, obtenha assinaturas do presidente/secretário conforme estatuto, e arquivo nos registros corporativos. Comunique à pessoa designada que está oficialmente em autoridade.
💡 Envie cópia à instituição financeira e fornecedores relevantes se necessário para continuidade de operações.
Quando o diretor executivo enfrentará ausência (férias, congresso, viagem) ou incapacidade (doença, emergência) e a empresa precisa de alguém com autoridade clara para tomar decisões operacionais. Melhor é aprovar antes de o diretor sair, não durante a ausência. Em emergências, pode ser aprovada retroativamente, mas isso é menos seguro legalmente.
Em geral, outro membro do conselho, vice-presidente, COO, ou diretor de operações. Consulte seu estatuto para ver se há ordem de sucessão já definida. A pessoa deve estar capacitada para tomar decisões de nível executivo e deve consentir antes da aprovação.
Não necessariamente. Alguns estatutos exigem que o CEO/diretor assine para consentir; outros não. O importante é que a resolução seja aprovada pelo conselho de diretores. Se o estatuto exigir consentimento, obtenha-o. Se a situação for de incapacidade, pode não ser possível.
Uma resolução confere autoridade executiva permanente (ou por prazo determinado) ao interino no contexto corporativo e operacional. Uma procuração é um instrumento mais específico que autoriza alguém a agir em nome da pessoa em transações pontuais. Resolução é mais ampla e mais adequada para liderança continuada durante ausência.
Sim, desde que aprovada conforme seu estatuto e leis de governança. Se sua empresa é S.A. ou tem acionistas, a resolução deve respeitar direitos dos acionistas minoritários. Consulte advogado corporativo para confirmar conformidade.
Não há limite legal rígido, mas em geral deve-se usar como critério: para ausência previsível, conforme o período de ausência (máx. 60-90 dias); para incapacidade prolongada, revisar a cada 90 dias ou conforme lei da sua jurisdição. Acima de 6 meses, pode ser necessário considerar redesignação ou buscar bases legais alternativas.
Sim, conforme o escopo de autoridade definido na resolução. Se a resolução confere 'autoridade plena', pode assinar contratos operacionais normais. Se há restrições (ex.: contratos acima de certo valor), o interino deve respeitar esses limites. Terceiros têm direito de ver a resolução para confirmar autoridade.
A autoridade interina termina automaticamente no retorno do diretor. Recomenda-se formalizar em ata que a autoridade foi encerrada. Se havia decisões importantes tomadas pelo interino durante ausência, considere ratificá-las em conselho para segurança jurídica.
A estrutura geral é válida em ambos, mas a conformidade plena depende da lei corporativa e estatuto específico. Leis de Brasil (Lei 6.404/76 para S.A.) e Portugal (Código das Sociedades Comerciais) têm diferenças em sucessão e delegação de poder. Recomenda-se revisar com advogado local.
Procuração é um instrumento mais estreito, autoriza alguém a agir em transações específicas (ex.: assinar cheque) e é geralmente revoável a qualquer momento. Resolução de autoridade executiva é mais ampla, cobre decisões operacionais contínuas, e é mais apropriada para liderança formal durante ausência. Use procuração para atos pontuais; use resolução para autoridade executiva.
Ata de reunião documenta o que foi discutido. Resolução é um dispositivo específico aprovado em ata que tem efeito legal contínuo. Você pode registrar ambas (resolução será anexada à ata), mas a resolução é o instrumento formal que confere autoridade.
Memorando ou carta informal é útil para comunicação interna, mas terceiros (bancos, fornecedores) não a reconhecem como autoridade corporativa formal. Resolução é o instrumento legal que terceiros respeitam e que protege a empresa em caso de litígio.
Modificar estatuto para mudar a ordem de sucessão é apropriado se a mudança é permanente. Resolução é melhor para situações temporárias ou pontuais. Se a ausência é de longo prazo ou recorrente, considere discussão sobre mudança de estatuto com aconselhamento legal.
Importante durante períodos de férias do proprietário ou gerente geral, garantindo decisões sobre estoque, pagamentos, e operações continuem normalmente.
Protege a prática durante ausência de sócio-gerente, permitindo colega continuar a atender clientes e manter prazos contractuais.
Crítica em operações com cadeia contínua, garantindo que autoridade operacional não seja interrompida durante ausência do CEO.
Essencial para manter continuidade de projetos em andamento, assinatura de ordens de trabalho, e decisões sobre fornecedores.
Garante conformidade com governança corporativa e que instituição continua seu funcionamento durante ausência do reitor ou diretor.
Protege a operação durante viagens internacionais de founder/CEO ou períodos de transição, evitando que decisões críticas sejam paralisadas.
Em Brasil, resolução deve conformar com Lei 6.404/76 (S.A.) ou Lei 11.638/07. Se empresa é sociedade limitada, consulte contrato social. Recomenda-se registar em cartório se autoridade será exercida em operações que envolvem bens imóveis.
Em Portugal, conformidade com Código das Sociedades Comerciais (CSC). Se S.A., estatutos devem autorizar delegação. Se empresa é responsabilidade limitada, consulte contrato. Notarização não é obrigatória, mas recomenda-se para segurança em operações comerciais importantes.
| Caminho | Melhor para | Custo | Tempo |
|---|---|---|---|
| Use o modelo | Ausência previsível e curta (até 30 dias), nenhuma disputa de sucessão, interino é claro e aceito. | Grátis a baixo custo (modelo editável) | 1 a 2 horas (preencher, revisar, submeter a conselho) |
| Modelo + revisão jurídica | Empresa com estrutura corporativa complexa, múltiplos sócios, ou quer conformidade confirmada antes de conselho. | €150–€500 (revisão por advogado) | 3 a 5 dias (incluindo feedback e revisão) |
| Redigido sob medida | Incapacidade prolongada ou indeterminada, questões estatutárias complexas, ou disputa sobre sucessão. | €500–€2.000 (dependendo de complexidade) | 1 a 2 semanas (análise completa, rascunho, aprovação) |
Este documento é um dos 3,000+ modelos comerciais e jurídicos incluídos no Business in a Box.

Acesse mais de 3,000+ modelos empresariais e jurídicos para qualquer tarefa, projeto ou iniciativa.

Personalize seu modelo de documento empresarial pronto para uso e salve-o na nuvem.

Compartilhe seus arquivos e pastas com sua equipe. Crie um espaço de colaboração contínua.
"De um valor fantástico! Não sei o que faria sem essa plataforma. Vale cada centavo e valeu o investimento diversas vezes."
"Eu uso o Business in a Box há 4 anos. Tem sido a fonte mais útil de documentos que encontrei. Recomendo a todos."
"Salvou minha vida tantas vezes que eu perdi a conta. O Business in a Box me poupou muito tempo e, como você sabe, tempo é dinheiro."
Pare de baixar documentos. Comece a operar com clareza. Business in a Box fornece o sistema operacional usado por mais de 250.000 empresas no mundo para estruturar, gerenciar e expandir seu negócio.
Comece grátis · Não é necessário cartão de crédito