Autorização para Liberar Informação de Crédito

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LivreAutorização para Liberar Informação de Crédito

Em resumo

O que é
Uma carta formal que autoriza a divulgação de informações de crédito de uma pessoa ou empresa a um terceiro, como um banco, credor ou instituição financeira. Este modelo em Word é editável online e pode ser exportado em PDF.
Quando você precisa
Quando um cliente ou parceiro solicita acesso às suas informações de crédito, você precisa de uma autorização escrita que cumpra regulamentações de proteção de dados e privacidade. É comum em processos de empréstimo, refinanciamento ou análise de crédito.
O que contém
A carta inclui campos para data, dados do titular da informação, endereço completo e a declaração clara de consentimento para liberar informações relacionadas a crédito. Pronta para ser assinada e apresentada às instituições financeiras.

O que é um modelo de autorização para liberar informação de crédito?

É uma carta formal que você utiliza para autorizar instituições financeiras, bancos ou credores a acessar e divulgar suas informações de crédito. Este modelo editável em Word permite que você preença seus dados, especifique exatamente qual instituição pode acessar suas informações e para qual finalidade, e depois imprima, assine e arquive como prova legal do seu consentimento. O documento é rápido de completar, exportável em PDF e segue padrões reconhecidos em Portugal e Brasil, cumprindo requisitos de proteção de dados como LGPD.

Por que você precisa deste documento

Sem uma autorização escrita, instituições financeiras não podem legalmente acessar ou divulgar suas informações de crédito. Quando você solicita um empréstimo, refinancia uma dívida ou abre uma conta bancária, o credor precisa de seu consentimento explícito antes de consultar seu histórico e perfil de risco. Uma carta formal protege tanto você quanto a instituição: você documenta que autorizou e limita o uso dos dados a apenas o que foi acordado, enquanto o credor tem comprovação de que obteve permissão legal. Sem este documento, você corre o risco de não conseguir completar operações de crédito, ou de deixar seus dados expostos a acesso não regulado. Uma autorização clara e específica é a melhor defesa contra abuso de dados pessoais e contra surpresas no processo de concessão de crédito.

Qual variante atende sua situação?

Se sua situação é…Use este modelo
Quando um banco ou credor solicita permissão para consultar créditoAutorização simples para instituição financeira
Quando deseja autorizar apenas por um período específicoAutorização com limitações de prazo
Quando uma instituição precisa compartilhar dados com outras entidadesAutorização para múltiplos credores
Quando quer limitar como a informação pode ser utilizadaAutorização com restrições de uso
Quando a empresa, não o indivíduo, autoriza divulgação de dadosAutorização para pessoa jurídica

Erros comuns a evitar

❌ Deixar campos em branco ou parcialmente preenchidos

Por que importa: Instituições financeiras podem rejeitar a autorização ou solicitá-la novamente, atrasando o processo de crédito.

Fix: Certifique-se de que cada linha obrigatória contém informação legível e completa antes de assinar.

❌ Autorizar sem especificar o escopo (ex.: 'para qualquer finalidade')

Por que importa: Isso expõe seus dados de crédito a riscos de uso indevido, divulgação não autorizada ou acesso desnecessário.

Fix: Sempre especifique exatamente para que a instituição pode usar a informação (empréstimo, refinanciamento, etc.).

❌ Assinar sem ler completamente o documento

Por que importa: Você pode estar autorizando mais do que desejava, ou aceitar cláusulas ocultas que prejudicam seus direitos.

Fix: Reserve tempo para ler cada parágrafo cuidadosamente e esclareça dúvidas antes de assinar.

❌ Usar assinatura ilegível ou digitada em vez de manuscrita (quando impresso)

Por que importa: Instituições podem questionar a autenticidade ou validez legal da autorização.

Fix: Assine com sua assinatura manuscrita padrão (a mesma dos documentos oficiais) e certifique-se de que é legível.

❌ Não guardar cópia da carta assinada

Por que importa: Sem prova de que autorizou a divulgação, você pode enfrentar dificuldades se houver disputa ou acesso não autorizado.

Fix: Faça fotocópia ou digitalizar a carta assinada e arquivo por, no mínimo, 2 a 3 anos.

❌ Fornecer informação de contato incorreta ou desatualizada

Por que importa: A instituição não conseguirá contatá-lo para confirmar a identidade ou esclarecer informações, levando a atrasos ou rejeição.

Fix: Verifique telefone e e-mail duas vezes antes de submeter; use números de contato principal e monitorados regularmente.

As 7 cláusulas-chave, explicadas

Data e identificação

Em linguagem simples: Especifica quando a carta foi redigida e quem a emite.

Exemplo de redação
[Data completa]. Nome do titular da informação: [NOME COMPLETO]

Erro comum: Deixar a data em branco ou usar formato inconsistente (DD/MM/AAAA vs. MM/DD/AAAA).

Endereço do titular

Em linguagem simples: Identifica o endereço completo e válido do autor da carta.

Exemplo de redação
Endereço: [RUA, NÚMERO]. Cidade, [ESTADO/DISTRITO] [CEP/CÓDIGO POSTAL]

Erro comum: Fornecer endereço incompleto ou desatualizado, o que complica a verificação.

Objeto da carta

Em linguagem simples: Declara explicitamente o propósito: autorização para liberar informação de crédito.

Exemplo de redação
OBJETO: AUTORIZAÇÃO PARA LIBERAR INFORMAÇÃO RELACIONADA A CRÉDITO

Erro comum: Usar linguagem vaga ou genérica em vez de explicitar claramente 'crédito'.

Declaração de consentimento

Em linguagem simples: Autoriza expressamente o destinatário a acessar e divulgar dados de crédito.

Exemplo de redação
Por meio desta, autorizo [NOME DA INSTITUIÇÃO] a acessar e divulgar minhas informações de crédito para [FINALIDADE].

Erro comum: Não esclarecer se a autorização é permanente ou temporária.

Escopo da autorização

Em linguagem simples: Define quais dados podem ser acessados e com que propósito.

Exemplo de redação
Esta autorização aplica-se a consultas de histórico de crédito, análise de risco e relatórios de solvência.

Erro comum: Autorizar acesso ilimitado quando apenas certos tipos de dado são necessários.

Assinatura do titular

Em linguagem simples: Confirma que o titular leu, compreendeu e concorda com os termos.

Exemplo de redação
[ASSINATURA] _____________________________ [DATA] _____/_____/_______

Erro comum: Deixar em branco ou permitir que terceiros assinem no lugar do titular.

Informações de contato

Em linguagem simples: Fornece meios para entrar em contato com o titular para confirmação ou esclarecer dúvidas.

Exemplo de redação
Telefone: [NÚMERO]. E-mail: [ENDEREÇO DE E-MAIL]

Erro comum: Omitir informações de contato, dificultando a validação posterior.

Como preencher

  1. 1

    Preencha a data e identifique-se

    Insira a data de hoje (em formato DD/MM/AAAA ou o padrão local). Digite seu nome completo no campo 'Nome do titular da informação'.

    💡 Use a data exata em que está assinando a carta para evitar disputas posteriores.

  2. 2

    Complete o endereço postal

    Forneça seu endereço completo: rua, número, complemento (se aplicável), cidade, estado/distrito e CEP/código postal.

    💡 Verifique se o endereço está atualizado e corresponde ao registrado em suas contas bancárias.

  3. 3

    Identifique a instituição credora

    Escreva o nome completo do banco, financeira ou credor que solicitou a autorização.

    💡 Certifique-se de que está autorizando apenas a instituição específica, não múltiplas entidades, a menos que deseje.

  4. 4

    Declare o escopo da autorização

    Especifique se a autorização é para consulta de crédito, análise de risco, refinanciamento ou outro fim específico.

    💡 Limitar o escopo oferece melhor proteção; evite autorizar 'qualquer finalidade'.

  5. 5

    Revise todos os dados

    Releia a carta inteira, certificando-se de que todas as informações estão corretas, completas e legíveis.

    💡 Erros de digitação (especialmente no CPF ou número de conta) podem causar atrasos.

  6. 6

    Assine e date novamente

    Assine com sua assinatura habitual no espaço designado. Repita a data ao lado da assinatura.

    💡 Use caneta preta ou azul se assinando em cópia impressa; isso garante autenticidade legal.

  7. 7

    Guarde uma cópia

    Faça uma cópia (digital ou impressa) para seus registros antes de enviar a original.

    💡 Mantenha cópias autenticadas por pelo menos dois anos para comprovação posterior.

Perguntas frequentes

O que é uma autorização para liberar informação de crédito?

Uma carta formal e legal em que você (o titular) permite que uma instituição financeira, banco ou credor acesse e divulgue suas informações de crédito a terceiros. A autorização protege o titular ao exigir consentimento explícito e também documenta a permissão de forma que todas as partes tenham comprovação. Em muitos países, incluindo Brasil e Portugal, leis de proteção de dados (como LGPD no Brasil) exigem consentimento escrito antes de processar ou divulgar dados pessoais.

Quando preciso de uma autorização para liberar informação de crédito?

Você precisará quando solicitar um empréstimo, refinanciar uma dívida, abrir uma conta bancária, aplicar para um cartão de crédito corporativo ou quando um credor solicita permissão para compartilhar seu histórico com outras instituições. Algumas operações de concessão de crédito, especialmente as que envolvem múltiplos credores ou avaliação de risco, exigem autorização escrita antes de acessar dados de crédito.

A autorização é válida para sempre ou tem validade limitada?

Depende dos termos que você especificar na carta. Algumas autorizações são válidas por um período limitado (ex.: 30, 60 ou 90 dias), enquanto outras podem ser permanentes enquanto não forem revogadas. É recomendável especificar um prazo para proteger sua privacidade e limitar o uso dos dados. Consulte a instituição sobre o prazo que ela precisa e, se desejar, adicione uma cláusula de validade na carta.

Posso revogar uma autorização depois de assinar?

Sim, em geral você pode revogar a autorização enviando uma carta de revogação à instituição por escrito. No entanto, dados já compartilhados antes da revogação podem não ser recuperáveis. Por isso, é importante ser específico no escopo da autorização original e revogar apenas se realmente não desejar que a instituição mantenha acesso futuro aos seus dados.

Qual é a diferença entre autorizar um banco e autorizar um credor?

Um banco geralmente é uma instituição regulada que oferece contas, empréstimos e outros serviços financeiros. Um credor pode ser qualquer entidade que empresta dinheiro, incluindo fintechs, financeiras ou credores informais. A autorização funciona da mesma forma, mas bancos tendem a estar sujeitos a regulamentações mais rigorosas e, portanto, podem ter processos mais formais de consentimento.

A autorização precisa ser notariada ou autenticada?

Em muitos casos, a autorização simples (assinada e datada pelo titular) é suficiente. Porém, algumas instituições ou jurisdições podem exigir autenticação ou reconhecimento de firma em cartório, especialmente em transações de maior valor. Verifique com a instituição receptora se ela necessita de autenticação; se necessário, você pode levar a carta a um cartório para que a assinatura seja reconhecida como genuína.

Como protejo meu histório de crédito ao assinar uma autorização?

Sempre revise e especifique o escopo da autorização — mencione exatamente que dados podem ser acessados e para qual finalidade. Evite autorizar 'qualquer uso'. Guarde uma cópia assinada para seus registros. Considere definir um prazo de validade (ex.: 60 dias) em vez de deixar como permanente. Se suspeitar de acesso não autorizado depois, entre em contato imediatamente com a instituição e considere fazer uma reclamação junto ao regulador de dados pessoais (ex.: ANPD no Brasil, CNPD em Portugal).

Devo preencher a autorização de mão ou digitalmente?

Você pode fazer de ambas as formas. Preenchimento digital (editando o arquivo Word) é rápido e profissional. Se imprimir e assinar manualmente, use caneta preta ou azul para uma cópia clara e arquivável. O importante é que sua assinatura seja autêntica (manuscrita quando possível) e que a carta seja completa e legível. Instituições modernas aceitam ambos os métodos.

Como se compara com alternativas

vs Carta de autorização genérica

Uma carta genérica de autorização pode ser usada para vários fins (acesso a registros, compartilhamento de dados, etc.), mas não é específica para crédito. O modelo 'Autorização para Liberar Informação de Crédito' é especializado, com linguagem e campos adequados ao contexto financeiro e de proteção de dados de crédito. Use este modelo quando a finalidade específica é divulgação de informação creditícia; use a genérica se o objetivo é mais amplo ou não relacionado a crédito.

vs Formulário de consulta de crédito do banco

Bancos frequentemente fornecem seus próprios formulários de autorização padronizados (geralmente ao solicitar um empréstimo). Este modelo independente é útil se você está criando sua própria documentação, não tem acesso ao formulário do banco ou deseja maior controle sobre os termos. Se o banco forneceu um formulário, use o dele; se não, este modelo oferece uma alternativa formal e legalmente reconhecida.

vs Autorização verbal ou por e-mail

Alguns credores aceitam consentimento verbal ou por e-mail, mas essas formas oferecem menos proteção legal e deixam a propriedade em questão. Uma carta escrita, assinada e datada proporciona prova clara e incontestável de que você autorizou a divulgação. Para transações de crédito de qualquer valor significativo, uma carta formal é muito mais segura e profissional.

vs Documento autenticado em cartório

Uma carta simples, assinada e datada, geralmente é suficiente legalmente. Um documento autenticado em cartório oferece um nível adicional de validação (o cartório confirma que você de fato assinou). Para a maioria dos casos, este modelo simples basta. Considere autenticação em cartório apenas se a instituição o exigir ou se tratar de transação de alto valor com requisitos especiais.

Considerações por setor

Serviços financeiros

Bancos e fintechs utilizam esta autorização rotineiramente ao processar pedidos de empréstimo, refinanciamento e análise de crédito.

Varejo

Lojas que oferecem crédito ao cliente (cartão de loja, compra parcelada) precisam da autorização para consultar histórico de crédito antes de aprovar.

Imobiliária

Agentes imobiliários solicitam autorização para verificar o histórico de crédito de compradores ou inquilinos candidatos a financiamento.

Seguradoras

Seguradoras consultam dados de crédito como parte da avaliação de risco e pricing de apólices de crédito ou proteção.

Telecomunicações

Operadoras de telefonia e internet solicitam autorização para verificar crédito antes de ativar serviços pós-pago.

Recursos humanos e recrutamento

Empresas podem solicitar autorização de candidatos para verificação de crédito como parte de background check em posições sensíveis.

Modelo ou profissional — o que se encaixa?

CaminhoMelhor paraCustoTempo
Use o modeloSituações simples: empréstimo pessoal, refinanciamento padrão, ou quando o banco forneceu um formulário e você precisa apenas de uma alternativa.Gratuito ou custo mínimo (apenas a assinatura e digitalização).15–30 minutos (preencher, revisar, assinar e arquivar).
Modelo + revisão profissionalTransações de valor moderado ou quando deseja adicionar cláusulas customizadas (prazo limitado, escopo restrito, revogabilidade).Modelo gratuito + revisão por profissional: €50–150 (Brasil e Portugal variam).1–2 dias (ajustes pequenos e revisão profissional).
Redigido sob medidaSituações complexas: autorização corporativa, múltiplos credores, restrições especiais, ou quando há regulamentações específicas do seu setor.€150–400+ (honorários de advogado ou especialista em dados).3–5 dias (negociação, rascunho, revisão e finalização).

Glossário

Titular da informação
A pessoa física ou jurídica cujas informações de crédito serão divulgadas.
Instituição credora
Banco, financeira ou credor que solicita acesso às informações.
LGPD
Lei Geral de Proteção de Dados (Brasil); legislação que exige consentimento para processar dados pessoais.
Divulgação de dados
O ato de compartilhar informações de crédito com terceiros autorizados.
Histórico de crédito
Registro do comportamento de pagamento e endividamento de uma pessoa ou empresa.
Consentimento informado
Autorização clara e consciente concedida pelo titular para uso específico de seus dados.
Regulamentação de privacidade
Normas legais que protegem o acesso e uso de informações pessoais.
Autenticação
Verificação de identidade do titular antes de processar o pedido de autorização.

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